quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tortura e ficha suja

Li agora no blog do Moa a declaração do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, do PSDB.

- Leonel Pavan não renuncia nem sob tortura

Então tá!
Político diz qualquer coisa, depois corre atrás.
Mas no caso desta contundente declaração de Salvaro ficam algumas dúvidas no ar. Usar um "nem sob tortura" parece uma expressão radical e sem propósito para o momento político. A não ser que seja um recado direto ao ex-gente do DOPS Luiz Henrique Boceli da Silveira que no periodo da ditadura militar trabalhava para a instiuição que praticava tortura.

Segundo Moacir Pereira, Salvaro garantiu há instantes que está descartada a hipótese de renúncia do vice-governador Leonel Pavan. Ele fez a declaração antes de entrar na residência do vice, onde se realiza neste momento reunião dos prefeitos da tríplice aliança com os candidatos ao governo.

O encontro reúne os quatro pré-candidatos ao governo pela polialiança entre PSDB, PMDB e DEM. Além de Pavan, estarão presentes Dário Berger (PMDB), Eduardo Pinho Moreira (PMDB) e Raimundo Colombo (DEM). Dos quatro, apenas Colombo está com a ficha limpa no momento. Pavan, Berger e Pinho enfrentam denúncias e suspeitas de irregularidades.

2 comentários:

Anônimo disse...

Fiquei surpreso o LHS também dava o ar da tirania nos porões? Deve estar preocupado também com o III PNDH...

DeBonna disse...

COLOMBO, o ficha limpa! Boa! Serve até como mensagem de campanha: Ele é Raimundo mas não é imundo. Colombo, o ficha limpa!