Será nesta quarta-feira, dia 2, que os 60 desembargadores do TJ de Santa Catarina decidirão os seis nomes que comporão duas listas tríplice que serão encaminhadas ao Governador Raimundo Colombo para escolher os próximos dois desembargadores do TJ. A sessão é histórica pois, pela primeira vez na existência do Tribunal de Justiça, existe a possibilidade de as listas serem devolvidas a Ordem dos Advogados, de onde saíram. As discussões acaloradas e divergências explícitas que vêm povoando a casa dos desembargadores tem nome e sobrenome: Ronei Danielle e Oscar Juvêncio Borges.
Desde a denúncia, aqui no Cangablog, de um encontro secreto realizado em hotel do Rio de Janeiro entre membros do Executivo, OAB, Tribunal de Contas e Tribunal de Justiça de SC para decidir quais seriam os dois novos desembargadores, pelo Quinto Constitucional, o meio juridico do estado entrou em clima de perplexidade e indignação.
Reações indignadas de magistrados dentro do TJ já não eram mais feitas em segredo. Copias de notas e artigos publicados na internet e, agora também na imprensa tradicional, denunciando uma grande armação para alçar Ronei Danielli e Oscar Juvêncio Borges ao mais alto grau da magistratura circularam por gabinetes e corredores da Assembléia Legislativa, Tribunal de Justiça e Centro Administrativo.
Fala-se que o maior interessado em ter desembargadores "de confiança" no TJ é o governador Leonel Pavan, por motivos óbvios.
Da cizânia criada dentro do TJ teriam surgido dois grupos conflitantes. Um de seguidores do Grupo do Rio, e outro contrário por achar que nenhum dos dois escolhidos preenchem os requisitos básicos para disputar o cargo.
Um dos quesitos fundamentais para ser candidato é ter reputação ilibada. Inquérito no STJ e ação de improbidade são algumas das ações que permeiam o currículo dos dois escolhidos pelo Grupo do Rio. O sentimento no meio jurídico é de uma tentativa de emparedamento do TJ e subjugá-lo aos desígnios do Executivo.
É grande a expectativa nos meios políticos e jurídicos de SC sobre a reunião desta quarta. Será interessante ver os desembargadores em ação defendendo suas posições com argumentos jurídicos e inteligência.
Da cizânia criada dentro do TJ teriam surgido dois grupos conflitantes. Um de seguidores do Grupo do Rio, e outro contrário por achar que nenhum dos dois escolhidos preenchem os requisitos básicos para disputar o cargo.
Um dos quesitos fundamentais para ser candidato é ter reputação ilibada. Inquérito no STJ e ação de improbidade são algumas das ações que permeiam o currículo dos dois escolhidos pelo Grupo do Rio. O sentimento no meio jurídico é de uma tentativa de emparedamento do TJ e subjugá-lo aos desígnios do Executivo.
É grande a expectativa nos meios políticos e jurídicos de SC sobre a reunião desta quarta. Será interessante ver os desembargadores em ação defendendo suas posições com argumentos jurídicos e inteligência.

