Delegacia da Mulher da Capital prende homem foragido que cumpria pena por roubo à ex-mulher e lesão corporal à filhaA prisão preventiva foi efetuada após perseguição e tiros no centro da cidade
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| Rogério Luiz Dias Moraes |
Florianópolis
– Uma perseguição policial chamou a atenção das pessoas que circulavam
no Centro de Florianópolis nesta tarde (27). A equipe da 6.ª Delegacia
de Polícia da Capital cumpriu Mandado de Prisão Preventiva contra o
advogado Rogério
Luiz Dias Moraes, 51 anos. Ele estava foragido desde o dia 24 de
dezembro do ano passado, da casa do albergado, onde estava preso em
razão de roubo cometido contra a ex-mulher e lesões corporais contra a
filha.
Após
diversas campanas nos imóveis do advogado, incluindo a estratégia de
distribuir fotografias do foragido em estabelecimentos comerciais
frequentados por ele, os policiais da 6.ª DP da Capital conseguiram
localizá-lo. Na manhã de hoje, o gerente de um supermercado localizado
em Coqueiros, teria reconhecido o foragido no interior do
estabelecimento, realizando compras tranquilamente, quando acionou a
equipe da Polícia Civil.
Iniciou-se
perseguição ao veículo, com auxílio da Polícia Militar e da Guarda
Municipal, quando localizaram o foragido na Avenida Rio Branco, Centro
da Capital. Mesmo cercado e com ordens para sair do veículo, Moraes
tentou jogar o carro contra a equipe de policiais, que chegaram a
efetuar três disparos no pneu do veículo. A perseguição terminou na
Avenida Othon Gama D'eça, quando o foragido enfrentou engarrafamento,
impossibilitando sua fuga.
Com
Moraes foi encontrada uma faca e uma chave de um veículo Corolla, com registro de furto há uma semana.
Isabel Muniz Corradini
Assessoria de Imprensa
Polícia Civil de Santa Catarina
Assessoria de Imprensa
Polícia Civil de Santa Catarina

Canga, esta história é um pouco diferente: foram cinco tiros disparados, e quem disparou os tiros foi a policial Ana Silvia Serrano, em plena Av. Rio Branco, em uma hora de muito movimento. Apenas por acaso nenhuma bala perdida atingiu quem circulava por lá. Diga-se também, que não havia necessidade de disparar estes tiros, uma vez que o perseguido não tinha para onde fugir. A sensação muito forte é a de que a policial agiu intempestivamente, colocando em risco a vida de muitas pessoas.
ResponderExcluirCanga, nada, absolutamente nada, justifica a polícia civil abrir fogo em uma esquina movimentadíssima da Capital para parar um carro. Por sorte, e apenas por isso, nenhum inocente morreu.
ResponderExcluirMarcelo
Parece brincadeira...
ResponderExcluirDisparos de arma de fogo realizado por autoridade policial contra suspeito desarmado e a poucos metros de supermercado localizado no centro de Florianópolis. E a segurança pública em segundo lugar, é isso mesmo?
marcelo sieczkowski