segunda-feira, 12 de março de 2012

Gozação de Ideli afugenta Sarney do Planalto

Do Claudio Humberto
Dilma não tem só a briga do PT com partidos da base para administrar. Seu principal aliado no Congresso, senador José Sarney, há semanas interrompeu o entendimento com o governo, em represália à piadinha que ouviu sobre ele mesmo. Sem perceber sua presença, a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) pilheriou, gritando uma conversa que havia sido particular: “Sarney quer indicar de novo os diretores da Valec [estatal de ferrovias], assim não dá!” E gargalhou sozinha.


Saia justa
Ao perceber que o senador José Sarney ouvira sua gozação, a ministra Ideli Salvatti ficou sem graça e tentou se desculpar. Em vão.


Esperando sentado
Sarney vai a eventos no Planalto, sorri para Dilma, fecha a cara para Ideli, mas não dá papo a elas. Ainda espera um pedido de desculpas.


 L.A.deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Gozação de Ideli afugenta Sarney do Planalto": Canguita,

Esperar o que desta velha senhora que foi carcomida pelas relações instestinas do governo pragmático de Dilma. Esclerosada pela prática política de um mandato de senadora débil, medíocre e corrompido nas falsas promessas, o resultado não podia ser outro - rejeição do eleitorado catarinense e rejeição dos aliados "éticos" que outrora foram inimigos. Para quem se abraçou ao poder sem pudor - este pode ser o último suspiro de uma ministra em sinal de fritura.
Kézia Lenderly deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Gozação de Ideli afugenta Sarney do Planalto": Versos Íntimos
Augusto dos Anjos

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!


2 comentários:

Kézia Lenderly disse...

Versos Íntimos

Augusto dos Anjos


Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!


Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos

Anônimo disse...

Depois daquele beijo, o carcará do maranhão tem sonhado com ela todas as noites.
Jamais esperaria uma traição destas.