quinta-feira, 3 de maio de 2012

CELESC: Caso Monreal volta à tona e rombo pode chegar a R$ 214 milhões

Desaparecimento de R$ 51,7 milhões decorrente do contrato com a empresa Monreal durante administração do PMDB gera voto contrário e de protesto em Assembléia Geral da Celesc

    Dois anexos, uma carta do fundo Geração Futuro e outra de dois conselheiros fiscais, incluidos na ata da última Assembléia Geral e Extraordinária da Celesc, trazem à tona um grande esquema de corrupção que envolve funcionários públicos, cargos políticos de confiança, empresas fantasmas, caixa dois de campanhas eleitorais, poíticos do PMDB e milhões de reais desviados da maior empresa estatal de Santa Catarina.
     Pela primeira vez nas investigações e denúncias sobre a corrupção na Celesc aparece um nome: Luis Carlos Facco, Assessor da Diretoria Comercial. Essa pode ser a ponta de um iceberg que quando descoberto pode deixar à mostra uma eficiente máquina de corrupção que no período do governo Luiz Henrique da Silveira pode ter subtraido a fantástica quantia de R$ 214 milhões dos cofres públicos.


Destaque da carta da Geração Futuro
     A carta da Geração Futuro manifesta o seu voto contrário à aprovação das contas dos administradores por não tomarem providências e não apurarem o prejuízo decorrente do contrato Monreal. Cita, inclusive Luis Carlos Facco, questionando a sua fundamentação para aditivar o contrato da Monreal pelo 6º ano consecutivo. A Geração Futuro, manifestando seu voto de rejeição à aprovação das contas dos administradores, pode tomar medidas para responsabilizar os administradores, tanto os que eventualmente agiram de má fé na gestão do contrato Monreal, quanto os atuais por não tomarem as devidas providências na defesa do patrimônio da empresa. A carta ainda mostra os investidores por trás da Geração Futuro: são aposentados de diversas categorias de trabalhadores dos Estados Unidos e do Canadá, como professores e funcionários públicos.

Destaque da ata
     A carta dos conselheiros fiscais Telma Mezia e Julio Cardozo serve para isentá-los de culpa pela não tomada de providências pelos administradores da Celesc. Tenha em conta que pela lei são administradores de uma empresa os diretores, os membros do conselho de administração e membros do conselho fiscal. Estes dois conselheiros afirmam que a quase totalidade dos pagamentos feitos à Monreal foi irregular, além de "vícios insanáveis" do 5º aditivo. Finalizam dizendo "tais fatos, se caracterizam como prática de atos ilegais, ilegítimos e antieconômicos com danos à Companhia e ao erário".
Leia ata completa clique aqui 

Comentário: Sou uma funcionária da Monreal de São Paulo, e como tantos outros estou trntando receber o salário atrasado desde Dezembro de 2011, e inúmeros espalhados por todo o Brasil que foram demitidos e até agora não receberam suas rescisões, e o que a empresa alega é não ter dinheiro para pagar as verbas e ficamos a ver navios, e é sabido que o seu presidente Francisco Eider de Figueiredo está tentando uma candidatura a Prefeito em uma cidade pequena de Goiânia. Isto é um absurdo!

13 comentários:

Anônimo disse...

Chuuupa cambada de pseudo-jornalista-colunista-baba ovo empregados de empresa sócias do governo.
Isso é jornalismo! Esse é um jornalista!
O resto é colunista!
Canga rules, baby!

Anônimo disse...

Gzuis, que roubalheira.

O que deixa a gente indignado e perplexo, é que não acontece nada com estes larapios.

E a mídia no geral, faz cara de paisagem

Pedro R. Minsk

Anônimo disse...

Estranho, nenhuma linha na RBS.

xaxa disse...

A RBS/RIC/SBT/BAND são todos governo.
Qualquer governo! O que nos salva da ignorância é o blog do canga, do César Valente e o PutzCri, e resto é tudo governo! Até o MPSC tá inerte em tanta roubalheira que acontece.
Era o relato.
Márcio.
Grão-Pará-SC.

Anônimo disse...

Sou uma funcionária da Monreal de São Paulo, e como tantos outros estou trntando receber o salário atrasado desde Dezembro de 2011, e inúmeros espalhados por todo o Brasil que foram demitidos e até agora não receberam suas rescisões, e o que a empresa alega é não ter dinheiro para pagar as verbas e ficamos a ver navios, e é sabido que o seu presidente Francisco Eider de Figueiredo está tentando uma candidatura a Prefeito em uma cidade pequena de Goiânia.
Isto é um absurdo!

Anônimo disse...

Também sou funcionário da Monreal aqui de Goiânia e estou impressionado com tudo isso pois o Sr. Francisco Eider de Figueiredo nunca deixou atrasar nenhum salário que seja. E não temos nenhuma reclamação a fazer sobre ele. Talvez seja pelo fato de ele estar querendo candidatar em cidades próximas aqui de Goiânia.

Anônimo disse...

O GOVERNO DO ESTADO TEM POR OBRIGAÇÃO DE DIZER ALGO SOBRE ESSA MARACUTAIA.GRANDE
ROUBO MESMO
QUEM FICOU COM O DINHEIRO E A assembleia legislativa .TODOS OS DEPUTADOS SÃO UNS CORDERINHOS

paulo dutra

Anônimo disse...

Eu tambem sou funcionario da monreal daqui de sao paulo nao recebi entrei com acao mai tambem ainda nao recebi nada.

dymmila disse...

eu ainda não recebi o que eles me devem da monreal...

Anônimo disse...

essa empresa deixou muita gente aq em Maceio-al tambem sem receber empresa de ladrao

Anônimo disse...

empresa de ladroes deixou funcionario sem receber em alagoas, tivemos que entrar na justiça para tentar receber.

Anônimo disse...

Nunca vão descobrir tudo. Tem muita gente graúda por trás... Uma pena para este nosso país... Mas foi só mais um caso... Hj existem outros fazendo a mesma coisa... e talvez até pior...

Anônimo disse...

Realmente um absurdo. O que é pior. Já se passaram alguns anos e nada aconteceu. Os trabalhadores das empresas do "cavalheiro" citado continuam sem receber. Quase todos entraram na justiça mas não tem como receber pois ele "protegeu" perfeitamente bem seu patrimônio. Vejam o patrimônio dos filhos e de alguns "laranjas" próximos ao governo de SC e a ele. LAMENTÁVEL... E vai continuar assim. INFELIZMENTE....