terça-feira, 12 de março de 2013

Discípulo de LHS quer acabar com 244 municípios catarinenses

Depois de passar por várias secretarias do atual governo sem resultado algum, Derly Massaud de Anunciação, agora cuidando da folha de pagamentos dos funcionários, lança uma cruzada sobre um novo pacto federativo, discurso do iluminado senador Luiz Henrique da Silveira, que simplesmente liquida com mais de 200 municípios catarinenses. Deve estar sem o que fazer!


Idéias luminosas
    A novidade que deixou vários prefeitos catainenses de cabelos em pé, veio em um artigo assinado por Derly Massaud, no Diario Catarinense de 19 de janeiro. Na pregação, o seguidor de LHS defende sem qualquer constrangimento o retorno a condição de distrito (incorporação), a outro munícipio, as cidades com menos de 25 mil habitantes, para reduzir os gastos com a administração pública.
   Em sendo adotada a tese do porta voz do Senador Luiz Henrique da Silveira, do PMDB, nada mais nada menos do que 244 (duzentos e quarenta e quatro) municípios voltariam a condição de distrito ou bairro de alguma cidade de porte maior, alterando radicalmente o mapa geográfico e administrativo de Santa Catarina, que passaria dos atuais 293 munícipios para exatos 49 (quarenta e nove), quase o número de secretarias regionais, criadas pelo guru do atual Secretário da Administração.
   Os prefeitos, vereadores, secretários municipais, secretários regionais etc.etc.etc..., estão aaaadorando a idéia defendida pelos dois próceres políticos do PMDB, todos perderão suas boquinhas, no máximo sobrará uma vaga de intendente.
   Para se ter uma idéia, somente da Região Serrana, Lages incorporaria como seus distritos: São Joaquim, Bom Jardim, Urubici, Urupema, Painel, Otacilio Costa, Correia Pinto, São José do Cerrito, Capão Alto, Ponte Alta, Campo Belo, Anita Garibaldi entre outras.
   No final do texto, entusiasmado com a tese defendida, exorta a população para que use as redes sociais para difundir e defender a idéia.
   As lideranças políticas dos 244 municipios que sumirão do mapa estão todos incorporados a brilhante idéia municipalista, gritando a uma só voz : Viva o Luiz Henrique e o Derly!!!!

   Essa gente não tem mais o que fazer mesmo!

8 comentários:

Anônimo disse...

Pois agora, quanta contradição. Primeiro prega um Estado descentralizado, o que parece-me que o Município atende,criando várias secretarias de "faz-de-conta"!
Agora quer centralizar os municípios em outros poucos!
Dele, Luiz Herique, não se pode esperar nada inteligente, - isto já dizia o Fernando Henrique!

Anônimo disse...

Pior que o cara ta certo. Quanto menor o municipio,mais esculhambacao. Seria um belo caminho para economizar com prefeiturazinhas e camaras de vereadores fajutas.

Anônimo disse...

Vao acabar com o municipio do tio bruda! Eh uma pa de cal no sonho de emancipar a penha de paulo lopes!

Anônimo disse...

Essa proposta de redução drástica no número de municípios catarinenses acarretaria, no atual modelo de "governança", a simples nomeação de "prefeitos aliados" nas SDRs, claro, concorrendo com os prefeitos eleitos. Uma "jogada" típica de golpista, talvez influenciado por "inspirações bolivarianas" reinantes na América Latina, aliás, utilizadas para ocupar o tempo já que não trabalham.

Alfredo Kleper Lavor disse...

Pois acho que, no mérito, o Derly está certo. Muitos municípios foram criados para gerar cargos públicos. E nós, contribuintes, pagamos a conta.

Quantos municípios no Brasil vivem na dependência de repasses dos governos estaduais e federal?

Léo disse...

Concordo com o retorno à condição de distrito de cidades que não se SUSTENTAM. Li em algum lugar que 70% da cidades sobrevivem dos benefícios pagos do INSS. Mas é renda, vá lá... Mas existem muitas, MUITAS que sobrevivem do FPM, não se sustentam. Existiu no RS projeto parecido de retorno à condição de distrito. Cidadezinhas de 2, 3 mil habitantes, recebiam o piso do FPM. Aí, dividiram as cidades (foram várias!!): é o mesmo que duplicar o FPB, mas duplica também as despesas (cargos...) e a população ficou na mesma! Mas parece que deu em nada...

Anônimo disse...

Olha, não acredito que o critério defendido seja o mais correto, pois o frio número de habitantes não satisfaz à uma tomada de decisão dessas. Destarte, acredito que alguma medida deve ser tomada no sentido de acabar com municípios que, sem nenhuma explicação, social, goegráfica ou mesmo cultural, passaram a existir com o único intuito de servir a propósitos políticos (leia-se cabide de empregos). Radicalismo não, mas precisamos discutir qual a finalidade de um município que vive exclusivamente do FPM.

Anônimo disse...

Olha!
É de analisar esse caso. Tem município menor que distrito!
Fizeram uma festa pra encher de prfeitos e vereadores pro popvo sustentar!
Muitos devem virar distrito sim! POis não se sustentam pelas proprias pernas!
SDS
Vitor