terça-feira, 2 de julho de 2013

As queixas e as gueixas


  Por William Ear Long
   enviado especial ao Japão pelo Cangblog

   Raimundo Colombo foi ao Japão com uma comitiva de 25 pessoas, mais empresários da FIESC, passou cinco dias e participou de dois compromissos, um deles, na casa do embaixador do Brasil.
   Tudo foi secreto e reservado e somente agora se sabe a razão: Numa articulação internacional entre Santa Catarina, a Flórida e o Japão, Colombo fez o negócio do século.
   Orientado pelo Bira, o Bila para os japoneses, foi vendido por U$ 890 bilhões de dólares o Biodigestor Monreal 5.0 com capacidade de geração de 5.000 megawatts por segundo.
   Este biodigestor foi desenvolvido na CELESC, em segredo, nos dois primeiros anos de governo com a participação da Monreal Energia de Pinho e Amendoeira. 
   O aparelho funciona com dejetos de suínos cuja composição é rica em metano. O metano é um gás essencial na geração energética.
   É um projeto auto-sustentável: Os fios elétricos domésticos são ligados nas tomadas-focinhos dos porcos que por sua vez produzem seus dejetos diários e que são recolhidos para o biodigestor, gerando energia imediata.
   É um ciclo contínuo, já denominado no Japão de Caga-Light.
   Raimundo Colombo deverá ser indicado para o prêmio Nobel de Ecologia em razão desta maravilha tecnológica produzida em seu governo.
   Entrevistamos o governador ao final da missão para colher suas impressões. Perguntamos o que ele fará com U$ 890 bilhões de dólares. Ele disse que devolverá os dinheiros da Dilma presidente, quebrará o pacto com ela e colocará energia em todas as casas de Santa Catarina, dentro do programa Caga-luz, o mais revolucionário da história catarinense.

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