domingo, 22 de setembro de 2013

A aventura continua...

   Queridos leitores,
reconheço que estou em dívida mas a falta de informações da viagem se deve à difícil tarefa de conciliar as andanças e descobertas maravilhosas pela Itália com a rigidez da rotina de um blog do cotidiano.   
Largo Federico Fellini

final da Veneto
Já estou em Florença, a três dias, a caminho de Veneza. Muita água já rolou neste período. Me perdoem o tracadilho, sei que muita água está rolando por aí e no Vale do Itajaí.

   O meu estilo aventureiro da viajar gera alguns percalsos que acabam tomando muito tempo no planejamento dos próximos destinos. Viajar assim é legal. Vou onde quero, na hora que quero e quando quero. Viajo como toco a minha vida, sem amarras, sem patrões e sem horários. É mais livre, porém muito mais trabalhoso. Nem sempre temos o melhor hotel e os meios de transporte nas datas e horários que queremos. 
Harry's Bar charme na Veneto
   A despedida de Roma foi inesperadamente maravilhosa. Saimos do apartamento por volta das 11 da manhã, compramos passagem de trem para Florença, na Estação Termini, para as 16:50h.

   Via Veneto
   Tinhamos tempo para ainda dar uma banda por Roma. Malas no guarda bagagem, que aliás é super organizado e com esteira com raio-x como nos aeroportos,  e pé na rua de novo.   Pegamos, dentro da Roma Termini, um metrô até a Via Veneto, uma das ruas mais famosas e caras da Europa.
   Eternizada no filme A Dolce Vita, de Federico Fellini, a Via Vitorio Veneto é curta, arborizada e charmosa. O passeio valeu cada centavo, foi lá que tive a primeira experiência com a pizza genuinamente italiana. E não foi num dos caros restaurante com gazebos nas calçadas. Comemos de pé mesmo em um lugar onde a pizza é vendida em pedaços oferecidos nas vitrines. Delicia!


Escultura no centro de Florença
   Termini
   A estação principal da capital italiana, Roma Termini, com conexões para trem, ônibus e metrô, embora gigantesca, é super bem sinalizada. Zero dificuldade para achar passagens que se compram em máquinas de auto atendimento, guichês e agências de turismo. A estação é um shopping com todo o tipo de lojas de grife e serviços. 
   Às 16:50h, pontualmente o super trem partiu em direção a Florença. E que trem! Limpo, silencioso, rápido e espaçoso. Poltronas numeradas, wi-fi, ar-condicionado e tomada para carregar celulares, tablets, leptops e afins. Um paraíso para um dependente tecnológico como eu. Estou plugado com o mundo, amigos, filhos e leitores o tempo todo. Falta de bateria e conexão com a internete é o meu calvário. 
   As 18:20h da tarde estávamos na estação central de Florença, ao lado do centro histórico desta cidade fabulosa. Saímos da estação e fomos direto a um central de informações turísticas. 
   O atendimento? Bem, é algo impensável de tão amistoso e profissional. Mostra uma cidade voltada de forma séria e competente para a indústria do turismo. A atendente perguntou em qual hotel estávamos hospedados e ligou imediatamnte para o Sheraton Firenzi Hotel avisando que dois hóspedes haviam chegado necessitando de transporte. O que foi imediatamente providenciado pelo hotel. 
  
   Florença...bem, é um caso a parte. Amanhã conto para vocês a relação de amor que tive com esta cidade. Até uma Kibelândia, no centro histórico da cidade, a gente arrumou!
Fim desta tarde em Florença. Colírio!
OBS: A visita ao museu do Vaticano é um outro capítulo a parte. Contarei pelo caminho.

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