quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Novos caminhos


   Por Jaison Barreto

   Mesmo no meio dos festejos de fim de ano, cabem algumas reflexões por entender que teremos que estar preparados para um duro ano de 14, quando da procura de novos caminhos para o nosso país.
   Duas colocações creio que mereceriam atenção de nós todos pelo profundo significado capaz de nos ensinar como o mundo é complicado.
   “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”. (Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand em 1920).
   Sem posar de academicismos, lembro trecho de pronunciamento meu, de muitos anos atrás, (1981) citando Hegel com sua frase: “A coruja do conhecimento só levanta voo quando as sombras da tarde se põem no horizonte”.
   A interpretação desse conteúdo só se realizou muito mais tarde.
   Certa vez lhe perguntaram por que não fizera da clareza o meio de transporte eficiente para cavalgar sua filosofia, e ele informou: “Eu tive de fazer-me internacionalmente obscuro, para não ser entendido pelo vulgo, em tempos de delação. Nunca se sabe se o próximo indivíduo a bater à nossa porta será o merceeiro ou o guarda do imperador”.
   E Albert Einstein, que era judeu, que era alemão e que era cosmopolita, em grande lição de tolerância e humildade, que acabou por caracterizar toda a sua existência, no momento em que sua TEORIA DA RELATIVIDADE ia passar pelo teste da prática, declarou: "Se minha TEORIA DA RELATIVIDADE for correta, minha raça se regozijará. A Alemanha ficará orgulhosa de seu filho, mas a França declarará que eu sou um cidadão do mundo. Mas se minha teoria estiver errada, a França se lembrará de que sou alemão, e a Alemanha afirmará que sou um simples judeu”.
   Será com essa compreensão que nós todos vamos ter que conviver nesse próximo ano, irmanados no bom propósito de servir.
   
   O mundo pode ser melhor!
   Um abraço fraterno,

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