sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Um ano cabalístico para economia brasileira.

Por Eduardo Guerini
Para os otimistas de plantão-
governistas, a economia superou as
expectativas diante da crise mundial.
Para os pessimistas, a economia
brasileira está no abismo. Finalmente,
os sensatos e realistas, observam que
de promessas e esperanças
sepultadas, nosso futuro
está comprometido.

   O final de mais um ano-calendário se aproxima, como todo e qualquer ser humano, nossos desejos e esperanças sempre são refletidos nos atos cotidianos. Os comentários econômicos deste ano, ainda que, contra corrente da maioria dos governistas e otimistas, não se concretizaram.
   Em primeiro lugar, a equipe econômica passou inúmeros vexames diante das previsões superlativas para crescimento do PIB - Produto Interno Bruto, na geração de emprego e renda, e, na ânsia de criar um clima de investimento, colheu como resultado, a desconfiança generalizada dos agentes econômicos.
   Em segundo lugar, as estatísticas pessimistas não alcançaram o fundo do poço dos prognósticos catastrofistas de uma gama de comentaristas econômicos. Porém, os recentes números apontam para deterioração e piora de uma gama de índices e indicadores. O ano de 2013 não tem sido um bom ano para o governo lulo-petista.
   Neste cenário sombrio que se projeta para o ano que chega, sejamos mais sensatos e realistas. Afinal de contas, o Brasil não consegue superar o ciclo vicioso de inflação em alta e crescimento econômico em baixa.
   Assim nesse enredo cabalístico do ano de 2013, sonhamos com o ano vindouro de 2014, onde as promessas sejam cumpridas, as anunciações midiáticas sejam realizadas, e, principalmente, o Governo apresente ao Brasil, um projeto de Nação, com toda a grandeza que os cidadãos que aqui vivem e trabalham , produzindo a riqueza nacional para que seja distribuída de forma igualitária.
   Sem roteiros, temos que construir um País melhor, comprometido com as gerações presentes e futuras, evitando a desesperança e desconfiança que estão comprometendo o potencial deste gigante que insiste em se manter adormecido.
   Na desejosa e fraterna mensagem de natal, os economistas deveriam buscar na sensatez e realismo um antídoto para superar a prática cabalística, e, se possível refletir sobre máxima keynesiana “É melhor estar aproximadamente correto, que totalmente errado”.

Um comentário:

Anônimo disse...

Manezada, quando vamos deixar de ser otários ? Vou a sampa toda semana e a galera canta que é só vir aqui e comer a vontade por 1 champã.

Ainda bem que sou pai de galo que também aproveita e gasta a p...

Vergonha nacional, turismo sexual no nordeste é amador !!!!!!!!!!

Floripa é isso ? De Aleixo Garcia a Franklin Cascaes viramos zona do Brasil ????