segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

As nossas vidas


   Por Marcos Bayer

   Imaginem um complexo de empresas com sete milhões de membros, um orçamento anual de R$ 23 bilhões de reais, com várias atividades produtivas, culturais e turísticas.
Uma empresa que opera no mar na área de alimentação, na área portuária e de navegação, na área esportiva e de hotelaria.
   Outra empresa que opera no setor metal mecânico, na engenharia automobilística, na ferramentaria e na informática.
   Uma que opera com têxteis, roupas, toalhas e tinturas.
   Aquela que opera com derivados da cerâmica, pisos, tijolos e telhas.
   Outra com carvão e seus subprodutos. Mais algumas que criam frangos, suínos e outras carnes, incluindo os pescados.
   Este complexo de empresas possui escolas, hospitais, sistemas de segurança, sistemas de contabilidade, sistemas de comunicação e sistemas viários.
   Coordenando e dando suporte a todas elas, uma empresa holding que abraça a todas elas.
   Se você fosse o maior acionista dela e tivesse que contratar um presidente, o CEO – Chief Executive Officer, para administrar o complexo, você procuraria um sujeito capaz, honesto, versátil, experimentado, com trânsito interno e externo, respeitado e com vontade para ampliar os negócios. Alguém competente para criar uma sinergia no processo. Certo?
   Dentre os nomes abaixo, quem você escolheria, independente de suas simpatias, empatias ou antipatias?

   Raimundo Colombo, Ideli Salvatti, Eduardo Pinho Moreira, Cláudio Vignatti, Ada Faraco de Luca, Dário Berger, Gean Loureiro, Joares Ponticelli, Mauro Mariani, Luiz Henrique da Silveira ou Esperidião Amin?

Comentário de Luciano Maestri que trago para o corpo do blog por achar curto, direto e pertinente: Primeiramente pediria uma certidão negativa de antecedentes criminais, depois faria uma análise curricular para averiguar a probidade de cada pretenso administrador. Então, se sobrar alguém, o submeteria ao crivo popular. AH SE A JUSTIÇA ELEITORAL FOSSE ASSIM...

5 comentários:

Mané Estrangeiro disse...

Existem, claro, outras opções. Mas se for para ficar limitado à lista, acho que não há dúvidas, até pelo que já demonstrou como administrador público: Esperidião Amim!

Anônimo disse...

Nenhum, mas Ada de Luca e Ideli Salvatti você tá zoando ...

Anônimo disse...

Raimundo Colombo, com essa lista aí, fica fácil governando o estado... O Vignatti pra quem esqueceu se vendeu na última eleição e pediu voto pro Colombo, sendo do PT.

Maria Carlota Carvalho disse...

o nome do Esperidião Amin é suspeito colocado pelo Marcos Bayer....não há isenção alguma. Faltou um nome voltado ao conhecimento de colocar SC no cenário internacional ....um empreendedor com visão de mercado....

Anônimo disse...

O ideal é um apenas conceito. Não existe na realidade dos fatos e acontecimentos.