quinta-feira, 2 de outubro de 2014

As origens remotas de Leal Roubão

Parte final das origens da família Leal Roubão, dos Afanarez e Roubanov.

   Foi em Cadiz que descobrimos as origens mais remotas da grande família Roubão, os antepassados do Leal. Cadiz tem aproximadamente 3000 anos de existência. Civilizações de Fenícios, Cartagineses e Romanos foram-se aqui estabelecendo ao longo dos séculos. 


   Encontramos uma dessas amphoras mediterrâneas, usadas para o transporte do óleo de oliva, do vinho, das cinzas dos mortos e dos papiros. Eram os containers de então. Numa delas, relíquias da nossa família descobrimos que Julio Cesaer Larapium foi nosso primeiro ancestral, da mais pura linhagem etrusca: Os Larapiuns. A expressão: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus, foi uma de suas idéias para enriquecer vertiginosamente. 

   Ainda hoje, em Roma, temos um banco e emitimos moeda papel ou papel moeda, muito mais atrativo, pois não precisamos do lastro em ouro. Isto nos permite a emissão acima das garantias reais.
   Nossa contadora geral, em Roma, é expert em fraudes no sistema de cobrança de juros compostos. Formada na University of Chicago, a doutora Tassa di Fiducia foi aluna de Milton Friedman que por sua vez criou a frase: Não existe almoço de graça!
   Por isto os Roubão só jantam... Uma tradição na família.



Um comentário:

Anônimo disse...

Família maravilhosa. Estudiosos dos juros, das contas e das hipotecas.

Por que não abrem uma filial do Banco Roubão em Santa Catarina?

Com clientela VIP.