sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

LEMBRANÇA

  

   Por Jaison Barreto
   Pode não ser a regra, mas na política é muito comum infelizmente: a maioria dos que plantam não colhem, e muitos dos que colhem nunca ou pouco plantaram.

   Os exemplos estão aí à vista de todo mundo, aos montes. Adulteram, manipulam números, mentem, mistificam se aproveitando do trabalho dos outros, e pior, desonrando o que foi construído com sacrifício e dignidade.

   Neste País ridicularizado pelo apelido “Pátria Educadora”, com um Ministro da Educação tipo Cid Gomes e outros espetáculos deploráveis de degradação moral e cívica, lembro hoje o 14 de janeiro de 1984.

   Transformações sociais, só se conseguem com a constância das marés e a fortaleza dos que pregam no deserto.

   “As Diretas” nas areias de Balneário Camboriú foram um bom exemplo.

   Saudações Diretas

Um comentário:

Anônimo disse...

Canga: "jugo, peça de madeira encurvada, simples ou dupla, que se coloca no cachaço dos bois de carro.
Chapa, aparelho perfurado por buracos nos quais se introduziam a cabeça e os braços de um condenado.
Esse suplício chinês.Opressão, domínio."
Meu "boi de canga", do Quaraí! Sempre atento, Canga! Ativo, incisivo, autêntico. Descobrir-te foi tão fácil, após lembrar-te. Bastou o google e "canga-florianópolis". E eis que "magicamente" surgiste, como aquele que surgia de repente, "não mais que de repente" nas situações mais inusitadas. Em frente ao "Comercial", na praça, nos comícios, nos velórios, nas reuniões dançantes... ( talvez a imaginação te coloque em lugares que nunca estiveste, mas a imaginação serve, também, para isso) E aí, na encantada ilha que tanto amo, reunindo-te com a "turma" naquele bar ou restaurante árabe, no centro, em uma ruinha que mais parece uma "servidão", como as centenas que "habitam" a velha Floripa... Canga, velho Canga, jovem! O que postas não me desmente! Estás plenamente belo em tua combatividade rotineira. Recebas meu abraço e, se possível, identifique-me. Como pista digo-te (me) conterrâneo, velho, sórdido, amante da inteligência, avesso às pequenezas, ruminante, caótico, e, ainda, capaz de provocar os vivos e os mortos, sem qualquer complacência! Luz perpétua, meu caro!