terça-feira, 21 de julho de 2015

Dário inaugura Mandato de Aluguel


   O finado Amilton Alexandre, o Mosquito, criou em seu blog, o Tijoladas do Mosquito, um personagem folclórico chamado Garoto de Programa. 
Mosquito descrevia o atual ministro do Trabalho, Maneca Dias, tal o nível de negócios que Maneca fazia utilizando o PDT que recebeu de herança de Leonel Brizola. 

   Agora surge um novo personagem na política catarinense: o Político de Aluguel. O apelido se encaixa perfeitamente no senador Dário Berger (PMDB) que "alugou" o seu mandato para o governo do PT.

   Dário conseguiu a façanha de fazer a presidente Dilma colocar "o dentifrício dentro do tubo", de volta. Dilma que já havia dito que não permitiria indicações politicas no sistema elétrico, teve que voltar atras e demitir o engenheiro blumenauense, Márcio Zimmermann, ex-ministro do Ministério de Minas e Energia, para colocar em seu lugar o irmão do senador Dário, Djalma Berger.

   Pela primeira vez na história política de Santa Catarina, temos um caso explícito de aluguel de mandado no Senado da República. Dário vendeu a alma e o mandato para o governo do PT. Dário, que de bobo só tem os eleitores, colocou Cláudio Vignatti, do PT, na Diretoria Financeira da Eletrosul. 

   Seguindo o viciado esquema de indicações, celebrizado pelo Petrolão, é colocar a raposa para gerenciar o galinheiro.

Mané_Estrangeiro deixou um novo comentário:
Com essa "equipe" o futuro da Eletrosul não é muito promissor. Nos bons tempos da APROSUL, do Mauro Passos, os funcionários se rebelavam contra as nomeações de imcompetentes e políticos de segunda categoria.
Fica a sugestão aos funcionários atuais. Afinal, é da sobrevivencia da Empresa e dos seus empregos que está se falando.

2 comentários:

Mané_Estrangeiro disse...

Com essa "equipe" o futuro da Eletrosul não é muito promissor. Nos bons tempos da APROSUL, do Mauro Passos, os funcionários se rebelavam contra as nomeações de imcompetentes e políticos de segunda categoria.
Fica a sugestão aos funcionários atuais. Afinal, é da sobrevivencia da Empresa e dos seus empregos que está se falando.

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Fica a sugestão (de resolutividade zero, devido às circunstâncias).
Esse tipo de ingerência política dificilmente ocorreria se a empresa fosse privada. E se tivéssemos um Estado enxuto, com viés liberal.