quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Brasil: a grande lavanderia oficial

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Com a ajuda de Eduardo Cunha, governo petista consegue aprovar projeto que anistia criminosos que mandaram dinheiro para o exterior  

    Veja abaixo quem, da bancada federal catarinense, votou contra ou a favor do projeto que anistia criminosos:
 
    A Câmara dos Deputados, essa presidida pelo “probo” Eduardo Cunha, aprovou na noite de ontem o projeto que transforma o Brasil em uma grande lavanderia de dinheiro depositado no exterior.
   Brasileiros que enviaram dinheiro ao exterior sem declaração à Receita Federal poderão “repatriar” esses recursos mediante pagamento de multa camarada.
   O texto aprovado pelos probos deputados prevê anistia a uma série de crimes a quem voluntariamente declarar os recursos enviados ao exterior e pagar, em multa e Imposto de Renda, um percentual de 30% sobre o valor.
   Deverá ser perdoado quem regularizar valores provenientes de crimes como sonegação fiscal, evasão de divisas, falsidade ideológica, falsificação de documento, sonegação de contribuição previdenciária e operação de câmbio não autorizada. Também não serão punidos crimes de descaminho e lavagem de dinheiro.   O projeto do governo prevaleceu por uma magérrima diferença de 17 votos: 230 a 213. Segundo informa Josias de Souza na sua coluna da FSP, “a vantagem só foi obtida porque vários deputados que votariam contra a proposta foram convencidos a se ausentar do plenário. Sem alarde, Eduardo Cunha conquistou a maioria das ausências.
   Além de auxiliar o governo na produção de fujões, Cunha ajudou a conquistar abstenções. Houve sete. Pelas contas da oposição, sem as fugas e as abstenções, Dilma teria dormido com mais uma derrota latejando no cérebro. O único problema de Dilma é que o apoio de Cunha custa os olhos da cara, está pela hora da morte”.


2 comentários:

Anônimo disse...


Canga,

Esta dita cuja "esquerda" de SC é puro coliforme fecal.
Flatulência verborrágica de uma boca tão colorida de batom.
Vendidos e baratos.

att, Wladimir Ulianov

Anônimo disse...

Canga quem votou a favor legislou em causa propria