sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Passarela milionária do Rio Vermelho pode virar a “Elba” de Gean Loureiro

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   Entrevista do presidente da Fatma, Alexandre Waltrick , no Jornal do Almoço da RBS viralizou nas redes sociais e é o assunto do momento na Ilha.

   Questionado sobre o descaso com a área “das mais sensíveis” da Ilha e Santa Catarina, Waltrick alegou falta de recursos para fazer o plano de manejo, imprescindível para a preservação e sustentabilidade da unidade de conservação da reserva.  “O plano não é coisa barata”, disse.

   Quando confrontado com a informação de que foram torrados mais de R$ 2,5 milhões na construção de uma passarela de madeira, valor cinco vezes superior ao que seria necessário para elaboração do plano de manejo, Waltrick foi taxativo: -“era uma prioridade da antiga gestão que tivemos que manter”.

   A gestão anterior era do atual deputado Gean Loureiro, candidatíssimo à prefeitura de Florianópolis.

   Recursos indevidos

  O vereador Dalmo Meneses (PP), que é morador do Rio Vermelho, vai cobrar explicações do presidente Alexandre Waltrick e também propor uma audiência pública. O vereador quer tentar esclarecer porque a Fatma preferiu construir a passarela milionária e não fez o plano de manejo do parque, exigência de lei federal que já deveria ter sido cumprida há cinco anos.

   É com o plano de manejo que são definas as regras de utilização do parque, que é uma das principais unidades de preservação ambiental da Ilha de Santa Catarina. De acordo com representantes do conselho consultivo do Parque, formado por ambientalistas e representantes da comunidade, o valor pago pela passarela de madeira é cinco vezes superior ao que seria necessário para elaboração do plano de manejo.

    Para Carlos Fagundes Farias, um dos representantes do grupo, a Fatma usou “recursos indevidos” na construção da passarela milionária. O Ministério Público já foi acionado.

Um comentário:

Anônimo disse...


Canga,

Abra os olhos do povo...
Eles querem abrir a área do Parque do rio Vermelho para a especulação imobiliária...
Tem gente grande e inescrupulosa mirando aquela fatia de terras, aquele fillet mignon...

Fica ligado... Pode ser outra anexação como queriam ali na Ponta do Coral, aterrar para ganhar 35 mil m2 e anexar ao solo existente.

Essa turma é bandida.

Att, Faro Fino