sábado, 2 de janeiro de 2016

Pizzolatti não pagava ‘taxa de transporte’ da propina

   Por Beatriz Bulla, Fábio Fabrini e Ricardo Brandt
 
   Carlos Alexandre Rocha, o Ceará, revelou que ex-deputado do PP de Santa Catarina, alvo da Lava Jato, ia pessoalmente ao escritório do doleiro Youssef, em São Paulo, para não ter que desembolsar 3% sobre o montante recebido.
   O ex-deputado João Pizzolatti (PP/SC), suposto beneficiário do esquema de propinas instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014, fazia questão de retirar pessoalmente dinheiro em espécie no escritório do doleiro Alberto Youssef, em São Paulo, para não pagar taxa de transporte de valores - 3% sobre o montante embolsado. Na campanha de 2010 foram destinados R$ 5,5 milhões a Pizzolatti. As revelações foram feitas por Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, novo delator da Operação Lava Jato.


   Leia matéria completa no Estadão.

Um comentário:

Anônimo disse...


Canga,

Era pro causa da isenção no Imposto de Renda ?
Diz que propina não declarada, não paga imposto.
É verdade, sabes alguma coisa sobre isto ?

Abs, Helenice Guerras.