sexta-feira, 19 de agosto de 2016

No Brasil quem trabalha não tem tempo de ganhar dinheiro


   A Kibelândia, como toda empresa privada, paga uma taxa de "Utilização de Logradouro Público" à prefeitura de Florianópolis.
   Para colocar 20 mesas e 80 cadeiras no calçadão da rua Victor Meirelles o restaurante pagou, ano passado, uma taxa de R$ 800,00.
   Hoje, ao fazer a renovação do alvará de licença para utilização da rua, a empresária Cristina Coutinho Soares, quase teve uma síncope: recebeu da prefeitura um carnê com 12 parcelas de R$1.393,09. 
   A taxinha da prefeitura saltou, em um ano, de R$ 800,00 para 16.800,00. Ou seja, mais de 2 mil por cento!
   Tem explicação?

3 comentários:

Anônimo disse...

É a prefeitura ainda vem falar de recuperar espaços urbanos. A Kibelandia é o ultimo negócio interessante na região, se fechar entreguem o espaço para os craqueiros!
Coitada de nossa cidade que elegeu essa inutilidade. Ainda bem que está quase acabando!

Anderson Alexandre disse...

Não sou um frequentador, já fui ali e acho o local muito interessante. Não é para tanto cobrar isso tudo, que se fizesse um reajuste pela inflação. Um negócio desses pode inviabilizar um comércio que já está há tantos anos ali e é ponto de encontro de pessoas públicas, autoridades, jornalistas, estudantes, formadores de opinião das mais diversas classes sociais. Enfim, estão querendo inviabilizar a atividade do comércio local.
Dessa forma, nem repassando aos clientes essa taxa, seria viável manter as mesas e cadeiras no espaço público.
Não consigo entender essa situação, realmente. Ao invés de incentivo para manter um negócio funcionando, querem quebrar, inviabilizar, aumentar mais ainda os custos empresariais, que já não são poucos.
Nota zero para a prefeitura e seus dirigentes.

Marco Antonio Zanfra disse...

Pois eu acho que R$ 800,00 por ano é que era uma taxa irreal. O Kibelância fatura isso por dia com as mesas lá fora.