quinta-feira, 29 de junho de 2017

Vereador denuncia "pacote de maldades" do prefeito Gean Loureiro

Injustiça Social: prefeito nega gratuidade no transporte para deficientes e doentes crônicos. 
O vereador Lino Peres recebeu, na tarde de ontem, um pedido urgente de ajuda. O pedido vem de pessoas com deficiências físicas, mentais, visuais, auditivas e doenças crônicas. Segundo o vereador, dentro do "Pacotão de Maldades" aprovado em janeiro pela Câmara Municipal, havia uma lei que revogou a gratuidade no transporte público para pessoas com certos tipos de deficiência e diversas doenças crônicas em tratamento nos hospitais. 
   O prefeito Gean Loureiro propôs o fim da gratuidade que foi aprovada pela maioria dos vereadores de Florianópolis. Milhares de pessoas com AIDS, câncer, problemas do coração, insuficiência renal, autismo e outras patologias perderam o transporte gratuito a hospitais onde faziam tratamento. Deficientes mentais, visuais e auditivos também perderam o direito, negado desde fevereiro.
    Diante da gravidade do caso, o vereador Lino está protocolando ofício, onde requer uma audiência urgente com o prefeito, que há meses se nega a receber essas pessoas. 
   A imensa maioria não tem condições de arcar com os altos preços do transporte público. Além de cerceadas no seu direito universal de ir e vir, muitas interromperam o tratamento de doenças gravíssimas.
   Segundo Lino, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, coloca em risco a vida de milhares de pessoas com a revogação da gratuidade que gerou um impacto ínfimo na economia do município, mas afetou profundamente a vida de seus cidadãos, causando sofrimento e dor desnecessários. 

3 comentários:

Anônimo disse...

Tem muita gente com saúde perfeita, mas sem condições de pagar coisa alguma...
Tem muita gente com deficiência, mas com boas condições financeiras...
Não existe nada grátis: alguém sempre tem que pagar. "Ahhh, mas a prefeitura que pague...". Prefeitura alguma paga qualquer coisa: é o NOSSO suado dinheiro que financia TUDO! Tudo o que é "gratuito" ou "meia entrada", todos os não usuários pagam também: tem que ser bem estudado essas isenções.

Mas também tem que ver se ele podia ter tirado tais benefícios, pois pode ter lei maior já garantindo tais direitos.

Anônimo disse...

Artur Nogueira diz:
Perfeito , anônimo das 12:24,
Essas leis "socialmente justas" ou "politicamente corretas", além de populistas, são mais para criar preconceitos e injustiças.
Triagem tem que ser estritamente rigorosa, com prioridade na questão sócio-econômica.
Vide hoje o que acontece na chamada judicialização da saúde.

Unknown disse...

O prefeito é quem demonstra padecer com essa decisão de uma grave deficiência social, política e, por quê não dizê-lo?, mental.
(Luiz Fonseca)