quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Disputa pela OAB começa a ficar boa

Repasso aos colegas texto do Dr. Paulo Lehmkuhl Vieira, por entender ser bastante pertinente ao momento eleitoral. Também não entendo o motivo que leva o Dr. João Leonel, mesmo nos materiais de campanha de sua chapa, não se apresentar como ADVOGADO e sim como PROFESSOR João Leonel.
Aproveitando: - Alguém ouviu o Dr. Paulo Borba, presid. da OAB/SC, nos últimos três anos, se manifestar sobre:

- as torturas nos presídios do Estado?

- a inconstitucional Lei Ambiental de SC?

- o atraso no pagamento dos precatórios?

- o abuso dos juízes em não atender os advogados?

- o abuso de normas judiciárias que dificultam quem vive da advocacia?

- A DEFESA INTRANSIGENTE DAS PRERROGATIVAS DA ADVOCACIA?

Não, né?... Nem eu!!

Por isso mesmo, colegas, eleição é hora de refletir sobre o que aconteceu nos últimos 3 anos e o que pretendemos que aconteça nos próximos 3 anos. Eleiçào não é o momento para o candidato prestar contas, mas sim do eleitorado cobrar tudo aqui de deixou de ser feito, pois FAZER E ADMINISTRAR é obrigação primária de quem foi eleito.

Eleição não é a hora dos candidatos, mas sim dos eleitores. PORTANTO CHAMO VOTO À OPOSIÇÃO!

João Martins - Advogado - Itajaí

O Esquadro Torto do Grupo do Dr. João Leonel

Dr. Joao Leonel, advogado bem-quisto pelos que o conhecem, um homem em cujos ombros pesa a experiência de tantos embates eleitorais, muito embora com participação majoritariamente derrotada, ao estranhamente assestar as baterias contra o Dr. Marcus e Dr. Bratti, contra as propostas da Chapa 3, contra a proposta de uma Oposição de Respeito, com seu ato desesperado desvela, às vésperas do escrutínio na OAB/SC, alguns fatos capitais, que enodoam pela omissão su a respeitada biografia (seu convite pessoal ao Dr. Marcus é comentado no final do texto):

a) seu grupo já de longa data em nada contribui às mudanças desejadas e a ninguém agrega, julgando colegas de respeito com toga tisnada pelo desassiso. Esquece os desmandos da OAB/SC e da Chapa 1, esquece,assim, os propósitos de mudança e aos anseios dos advogados de Respeito, uma vez que deliberadamente preferiu trilhar as sendas da especulação;

b) sua nova (sic) ordem, pródiga em derrotas para o grupo situacionista entronado na OAB/SC há 15 anos, não tem hoje em mira as necessárias mudanças na OAB/SC, pois, às vésperas da eleição mostra-se exclusivamente preocupada com a Chapa 3 (Oposição de Respeito) e não com as mazelas da situação eternizadas pela reeleição (Chapa 1);

c) outrossim, explica porque são especialistas em perder eleições: imaginam-se puros, acima do bem e do mal, detentores do monopólio da oposição, supõem que todos - da oposição ou da situação - que não se ajoelhem sob seu cajado messiânico, não prestam.

d) com a visão obliterada pela unção divina de 'exclusiva ética', não enxergam que nossa classe não quer seu projeto perdedor e que apesar do nome (nova ordem), tal 'projeto' envelhecido pelos anos está indelevelmente desgastado pelas derrotas eleitorais sucessivas. Ex.gratia, expressivo número de colegas integrantes da Chapa 3 que sempre cerraram fileiras na oposição, 'formamos' hoje nas quadras do Dr. Marcus e somos, pois, uma defecção do grupo do Dr. João Leonel e continuamos como desde sempre, na Oposição aos descalabros e falta de prestação de contas efetiva dos dinheiros e quanto à gestão de fundos nos últimos anos.

e) O Advogado catarinense não quer um grupo de interesse sazonal na OAB/SC, um escrete meramente eleitoreiro; não deseja um grupo auto-proclamado dono da oposição que entremeia eleições com silêncio constrangedor. Aliás, um compungido silêncio durante os últimos 10 anos sobre o modelo eleitoral não republicano (a vergonha do 'voto caixão', do conselho que julga as próprias contas, formado pela própria 'chapa'), defensoria dativa (rapidez no pagamento e valor digno das certidões, prestação de contas dos mais de 100 MILHÕES recebidos nos últimos 10 anos do Executivo estadual), politização do quinto constitucional, transparência sobre gastos e aquisições, Código Ambiental Catarinense (sic), tortura de presos... Quais medidas administrativas ou judiciais foram tomadas? Ninguém sabe o quanto a nova ordem é oposição de verdade, ninguém viu.

f) O Advogado catarinense e aquele que aqui milita e vota, não quer essa chapa que através do dr. João Leonel procurou exatamente o Dr. Marcus Antônio Silva em Brusque para encabeçar importante função. Bem a propósito, tal fato também revela quão torto é o esquadro democrático da nova (sic) ordem diante de um não! A missiva digital revelou que um simples 'não' pode despertar o monstro insidioso adormecido em um coração sabidamente bom, e atacar inclusive, a reputação de homens de bem e de respeito...

Chegou a hora de uma Oposição de Respeito mudar a OAB/SC, e quem sabe, no próximo escrutínio, nossa Oposição de Respeito, efetivando a alternância do poder, ceda-lhes (ao sr. e ao seu grupo) o honroso lugar da vitória, caso ambos aprendam sem aleivosias e com RESPEITO, como se faz OPOSIÇÃO, e não só durante o período eleitoral e sem o omissivo silêncio trienal sobre questões essenciais à sociedade catarinense.

Paulo Lehmkuhl Vieira (Paulão)

ADVOGADO

Documentos do Tribunal de Contas trazem à tona escândalo milionário da Arena Jurerê

Do Tijoladas do Mosquito:

Já mostramos em postagens anteriores parte da prestação de contas rejeitada pela SOL. Mostramos os personagens dessa fraude. Agora você vai conhecer parte importante dos documentos que geraram esse achaque aos cofres do Estado. Como uma ONG, de parentes e amigos, sem capital social, sem experiência em projetos de eventos, conseguiu essa fortuna na boca do caixa. Rogério Zanetti dos Souza e seu irmão Luiz Antonio de Souza, fazem parte de uma quadrilha que, só em 2008 conseguiu mais de 3.000.000,00 dos fundos SEITEC (Cultura, Esporte e Turismo). Luiz Antônio dos Santos atuou também na Sociedade Cultural Progresso (inicialmente em Laguna, hoje Florianópolis) mais isso é uma conversa para mais tarde.

CRIAÇÃO DA ONG ICADES

Em Laguna em 15.03.08 – Numa casa na praia do Mar Grosso, dez pessoas reunem-se para formar o ICADES (Instituto Catarinense de Desenvolvimento Social). O Icades funcionou em Coqueiros na época do recebimento do dinheiro. Hoje funciona numa cobertura de propriedade da ex-esposa do comunicador e ex-deputado César Souza (DEM) no Centro Empresarial Rio Branco. Av. Rio Branco, 448 em Florianópolis. Lei mais. Beba na fonte.

Recebi da colega Maristela Amorim que assessora Tullo Cavallazzi candidato à presidência da OAB

Prezados colegas jornalistas,
O que deveria ser um debate de idéias entre os candidatos à presidência da OAB/SC se transformou num momento de desconforto, com uma das três chapas que concorrem à eleição querendo impor a sua vontade, não respeitando as regras estabelecidas pela ACI e desrespeitando também os demais concorrentes. Contamos com seu apoio na divulgação do fato.

Debate com advogados na ACI é marcado por desrespeito

Representantes da chapa da situação tentam manipular regras do debate, provocam confusão e emitem nota agredindo a Associação Catarinense de Imprensa

Foi bastante tumultuado o início do debate promovido pela Associação Catarinense de Imprensa (ACI) com os candidatos à presidência da OAB/SC, na manhã de terça-feira, 10 de novembro, no auditório da Assembléia Legislativa. Tudo por conta da ausência do advogado Paulo Borba, atual presidente e candidato à reeleição, que mais uma vez solicitou ao seu vice, Márcio Vicari, que o representasse neste encontro.

De acordo com as regras claras da ACI, o debate seria apenas com os candidatos à presidência, a exemplo do que acontece em debates eleitorais com candidatos a cargos de Prefeito, Governador e Presidente da República, em que não é admitida a presença de substitutos. Isso incomodou os representantes de Borba, que inconformados com a impossibilidade da participação de Vicari, tentaram manipular as regras. Fato rebatido pela diretoria da ACI e também pelos demais candidatos.

Integrantes da chapa da situação tentaram inverter a história disparando e-mails aos advogados de Santa Catarina com informações duvidosas e ataques desrespeitosos à ACI. Se solidarizando com a Associação Catarinense de Imprensa o candidato Tullo Cavallazzi Filho lançou, também via internet, uma nota de desagravo, lamentando que o candidato da situação à presidência da OAB/SC tenha se dirigido de forma tão desrespeitosa, demonstrando que não está à altura da história e da importância da instituição que dirige.

NOTA DE DESAGRAVO

A Chapa 2 - Nova Ordem, por seu candidato à presidência da Seccional de Santa Catarina da Ordem dos Advogados do Brasil, Tullo Cavallazzi Filho, vem a público DESAGRAVAR a ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE IMPRENSA - ACI, que no dia 10 de novembro de 2009 foi injusta e gravemente ofendida em sua honra pelos integrantes da CHAPA CIDADANIA, representada pelo candidato PAULO ROBERTO DE BORBA.

A Associação Brasileira de Imprensa e a Ordem dos Advogados do Brasil são parceiras desde a década de 30, quando foi fundada a OAB, e desde então mantêm-se juntas em lutas históricas, defendendo sempre a sociedade civil, bem como o restabelecimento e engrandecimento da democracia no Brasil. Unidas defenderam a democracia durante duas ditaduras, exercendo papel decisivo nas duas Constituintes que permitiram o restabelecimento da ordem democrática em nosso País.

O campanha pelas eleições diretas em 1983/84 e o pedido de abertura do processo de impeachment contra Fernando Collor de Mello, defendido por Evandro Lins e Silva, Barbosa Lima Sobrinho e Marcelo Lavénère, estes então Presidentes da ABI e da OAB, respectivamente, também são exemplos da identidade de valores, da harmonia e do respeito mútuo que sempre uniram estas duas grandiosas instituições.

Por tais razões, acusações levianas e injustas contra estas importantes entidades, principalmente quando vindas dos representantes maiores de qualquer delas, merecem nosso mais veemente repúdio.

Para nossa tristeza, na mensagem eletrônica com o assunto “Golpe eleitoral: Chapa 1 barrada em debate” e intitulada “Associação Catarinense de Imprensa mancha sua história e barra participação de candidato da Chapa 1 em debate sobre a eleição da OAB/SC”, enviada aos advogados catarinenses, a CHAPA CIDADANIA, liderada pelo candidato Paulo Roberto de Borba, alegou que “a regra de que somente os candidatos a presidente poderiam participar do debate foi monocraticamente predeterminada pelo presidente da Associação Catarinense de Imprensa” e que “a chapa Cidadania não concordou com esta suspeita imposição”.

Primeiramente, cabe esclarecer que é público e notório que o candidato à reeleição Paulo Borba tem evitado a imprensa, pois este se recusa a participar de entrevistas e debates. Portanto, deveria assumir corajosamente sua postura antidemocrática, mas preferiu criar factóide para desviar a atenção da opinião pública, atingindo injustamente a ACI.

Reiteramos a informação de que TODAS as chapas estiveram representadas por seus assessores em reunião prévia realizada na Casa do Jornalista, oportunidade em que as regras do debate foram ampla e democraticamente discutidas. Ademais, a regra de que somente candidatos a presidente poderiam participar do debate não é exclusividade do regulamento estabelecido pela ACI, pois é sabido que debates eleitorais, inclusive entre candidatos à Presidência da República, somente são realizados com a presença destes, sem possibilidade de substituições. Desta forma, não há nada de errado - e muito menos de suspeito - na regra firmada pela ACI.

Por derradeiro, lamentamos que o Presidente da OAB/SC tenha, por meio de sua chapa, se dirigido de forma tão desrespeitosa à Associação Catarinense de Imprensa, demonstrando que não está à altura da história e da importância da instituição que dirige.

Florianópolis, 10 de novembro de 2009.

Tullo Cavallazzi Filho

OAB/SC 9.212



A pobreza do SBT

O canal do Silvio entra com um Plantão para dizer que o ministro Edson Lobão disse....que pobreza de cobertura. Fora isso, quem é o Lobão para falar sobre o maior apagão da história do Brasil, talvez do mundo. O Edson Lobão é aquele canastrão que pinta o cabelo cor asa de graúna e foi indicado pela quadrilha do Sarney.
A Globo continua com sua programação normal. Por enquanto a Record News tá dando banho de cobertura.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Estou vendo agora na Record News que a usina de Itaipu está totalmente desligada!!!!!!

Eleição da OAB: o bicho tá pegando

De morna a campanha eleitoral pela presidência da Ordem dos Advogados de SC passou para quente, quase pegando fogo. O debate hoje na Assembléia Legislativa foi bastante ilustrativa para mostrar quem é quem na disputa e quais os interesses políticos envolvidos na parada.
Em primeiro lugar o candidato à reeleição Paulo Roberto Borba não compareceu ao debate e mandou uma tropinha de choque para tumultuar o evento. Ficou mais sujo que pau de galinheiro. Com relação incestuosa comprovada com o governador Luiz Henrique da Silveira e o seu PMDB, Borba acha que pode tratorar todo o mundo sem prestar contas para ninguém. Vai dar com os beiços na torneira.
Interessante mesmo foi a determinação da presidência da Assembléia, leia-se Jorginho Melo, de vetar qualquer tipo de cobertura do debata pela TV Alesc. O comentário geral é que Jorginho foi pressionado pelo governador. O filho de Jorginho Melo faz parte da chapa situacionista que fugiu do debate.
Essa é a tal da democracia que nos alegra tanto!!!!!

Deu no Moacir Pereira

A chapa liderada pelo advogado Marcus Antônio Luiz da Silva (o Marcão) entrou com representação no Ministério Público Federal pedindo apuração de eventuais crimes contra a administração pública e atos de improbidade na gestão do presidente da OAB/SC, Paulo Borba. Cópia da representação, assinada pelos advogados Luiz Mário Bratti, candidato a vice de Marcão, e Marcelo Peregrino Ferreira e Paulo Lehmkuhl Vieira, candidatos ao Conselho Estadual, foi distribuída à imprensa durante o debate na Assembleia Legislativa. Paulo Borba tem enfatizado que suas contas estão rigorosamente em dia e que as pendências existem no Conselho Federal são de gestões anteriores, mesmo assim, também com pareceres favoráveis pela aprovação.

Foto, foto, foto ,foto

Este vídeo é uma peça publicitária, para a qual a Olympus tirou mais de 60 mil fotos, imprimiu 9.600 delas, e depois tirou mais 1.800 para fazer o filme. Segundo a empresa, não tem nada de pós-produção. É uma colagem pura e simples. Um espetáculo de criatividade.

Kibelândia

O poeta e escritor Olsen Jr. acaba de aumentar o seu acervo de obras de arte. Arrematou, por valor inconfessável, duas pinturas do artista plástico Átila Ramos. As obras retratam o bar mais tradicional e antigo do centro de Florianópolis. A Kibelândia. A transação foi feita in loco.

Blogueira cubana é agredida

A blogueira cubana Yoani Sánchez foi agredida no último sábado (07/11), enquanto participava de uma manifestação pela paz, em Havana, capital de Cuba. De acordo com relato publicado em seu blog, ela foi colocada, a força, dentro de um veículo. Os agressores não informaram o motivo da ação.

O blogueiro Orlando Luis Pardo também foi detido e agredido junto com Yoani. Os dois circularam pelas ruas de Havana dentro do automóvel, até serem libertados perto de onde moram.

A organização internacional Human Rights Watch condenou o ataque contra a blogueira.

“As autoridades cubanas usam a força bruta para tentar silenciar a única arma de Yoani Sánchez: suas idéias. (...) A comunidade internacional deve enviar uma mensagem firme a Raúl Castro, de que estes ataques a vozes independentes são completamente inaceitáveis”, afirmou o diretor para as Américas da entidade, José Miguel Vivanco.

Yoani é conhecida internacionalmente pela atuação em seu blog, que denuncia atos contra os direitos humanos em Cuba. Pelo seu trabalho, recebeu os prêmios Ortega y Gasset, em 2008, e Maria Moors Cabot, este ano. Do site Comunique-se

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O jornalismo "fácil" da RBS

Cacau Menezes "chupa" nota do blog do Cláudio Humberto sobre vereador evangélico boca suja e publica em sua coluna. Chupou até o título.

Olha o nível

Irritado com as críticas de um blogueiro catarinense, o vereador Asael Pereira (PSB-SC), que é evangélico, usou e-mail da Câmara dos Vereadores para chamá-lo de “filho da p...”. O caso está na polícia.

Baixaria de vereador evangélico repercute nacionalmente

20 anos sem o Muro de Berlim

sábado, 7 de novembro de 2009

Falso Lula revela identidade

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República anunciou ontem que iria descobrir os autores de um trote passado para as rádios nacionais de Angola e Moçambique que entrevistaram longamente um falso Lula.

É desnecessário. Os autores já reveleram suas identidades. São os responsáveis por um dos novos quadros do programa "Chupim" da rádio "Metropolitana FM", de São Paulo, a rádio do blog Os Alphas

Eles entraram em contacto com vários emissoras do Canadá, da Austrália e de países africanos oferecendo uma entrevista exclusiva e ao vivo com o presidente brasileiro, que gostaria de falar sobre a violência no Rio, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

As duas emissoras mais ouvidas em Angola e Moçambique aceitaram a oferta na hora. Uma emissora canadense preferiu entrar em contacto com assessores de Lula e escapou do trote. Uma australiana gravou a entrevista, mas não a levou ao ar.


Lançamento do livro Honoráveis Bandidos, sobre a máfia Sarney, acaba em pancadaria

Militantes da juventude do PMDB tentaram agredir os ex-governadores Jackson Lago e Ze Reinaldo no lançamento oficial, em São Luís, do livro best-seller, HONORAVEIS BANDIDOS, de autoria de Palmerio Doria e Mylton Severiano.
No evento estavam presentes figuras opositoras ao clã Sarney, entre eles: Domingos Dutra, Aderson Lago, Marcos Silva, Haroldo Saboia, Marcio Jardim, Bira do Pindare, entre varios outros.

Honoráveis Bandidos-Um retrato do Brasil na era Sarney, do jornalista Palmério Dória, publicado pela Geração Editorial, explica bem por que o Maranhão é um dos estados mais pobres do país e por qual motivo Sarney se mantém como presidente do Senado mesmo após ter protagonizado tantos escândalos. O lançamento do livro foi na quarta-feira, no Sindicato dos Bancários do Maranhão, em São Luís. Em determinado momento, um grupo de estudantes ligados à governadora Roseana Sarney, começou a xingar e tentar atingir os autores com tudo que estivesse à mão. Mas o troco veio logo com outro grupo com faixas de "A navalha bandida", referindo-se à prisão de pessoas ligadas ao ex-governador Jackson Lago (PDT) na Operação Navalha, da PF.

“Em 2008, o senador José Sarney voltou a ser manchete, principalmente das páginas policiais, quando revelada a organização criminosa da qual seu filho fazia parte. Para não deixar o filho ir para a cadeia, ele teve de disputar no ano seguinte a presidência do Senado. Foi preciso colocar a cara para bater. O poderoso coronel voltou para dar forças aos filhos, para salvá-los”.

Pela primeira vez em livro, um jornalista – Palmério Dória, um veterano do jornalismo investigativo – reconstrói toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador José Sarney. Sua vida, seus negócios, seu destino – presidente da República por acaso – sua família, amigos e correligionários, todos envolvidos numa teia cujos meandros os jornais e revistas revelaram nos últimos meses – sem a riqueza de detalhes e revelações surpreendentes agora contidas em livro. Leia mais sobre o livpo. Beba na fonte.




Falsa entrevista de Lula a rádio será apurado por Gabinete de Segurança

Por Luciano Borges

A Assessoria de Imprensa da Presidência da República informou, na tarde desta sexta-feira que o governo vai investigar o “falso Lula”. O caso foi encaminhado para o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República “para que se tomem as providências”. A decisão foi tomada depois que a rádio SBS, da Austrália, formalizou uma denúncia junto ao Secretário de Comunicação Social da Presidência, o jornalista Franklin Martins. A nota foi enviada por Beatriz Wagner, jornalista e produtora executiva do programa de língua portuguesa da emissora. Leia mais. Beba na fonte.

Senadores querem saber porquê o governo acha que o TCU “atrapalha” a administração

A controvérsia sobre a paralisação de obras públicas com irregularidades graves continua acesa. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) realizam audiência pública conjunta para "analisar e debater as divergências práticas e formais na atuação e nas ações administrativas e judiciais que estão ocorrendo entre o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Poder Executivo federal". A audiência está marcada para a manhã de terça-feira (10)

Os requerimentos para realização da audiência pública conjunta foram apresentados pelos senadores Pedro Simon (PMDB-RS), na CCJ, e Renato Casagrande (PSB-ES) na CMA, comissão que preside. Simon, primeiro a solicitar a reunião, já previu em seu pedido que Casagrande fizesse o mesmo pleito à CMA. O senador lembrou ter sido ele o autor do texto-substitutivo ao projeto que instituiu a Lei das Licitações, a Lei 8.666/93, aprovado no Senado e depois pela Câmara, "que geralmente não aprova o que sai do Senado". Lembrou ter sido o PT o partido que mais colaborou para a aprovação da matéria. De acordo com Simon, "o PT, naquela época, era um apaixonado defensor da ética, da seriedade e do controle dos gastos públicos".

Simon lembrou ainda que o TCU anteriormente era acusado de não fiscalizar, de facilitar o erro. "Agora, a discussão é no sentido de que o Tribunal de Contas está entravando, impedindo a obra", conforme Simon. Na justificação de seu requerimento, Simon afirma que "o governo está num confronto aberto com o Tribunal de Contas da União". O senador lembra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a Lei de Licitações atrapalha as obras e propôs uma reunião com parlamentares, empresários e integrantes do TCU e do governo para debater a matéria.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Começando a babar

Recebi hoje este auto retrato da Isadora, minha filha, e da Luisa minha primeira neta. Entrando no sétimo mês a minha querida está linda, maravilhosa. Não vejo a hora de estar com ela. A Luisa vai nascer em, para mim, Nice na Riviera Francesa. Quando a Isadora esteve aqui no verão falava:
- Pai, não é Nice é Nizza.
Bem, sempre conheci como Nice mas percebi que quando falava com o meu genro, francês, ele não ligava a pronuncia com a sua cidade. Acabei adotando Nizza sem discutir muito mas achando que a Isadora estava sofisticando.
Errado!
Quando estive em Artigas no Uruguai recentemente contei para um casal de amigos que seria avô e que a Luisa nasceria em Nice. Eles me corrigiram perguntando: Nizza?
Claro, é Nizza, italiano. Não Nice (naice americanizada).
Descobri então que até 1860 Nizza pertencia à Itália.
E sabem vocês, caros leitores, quem nasceu lá?
Giuseppe Garibaldi.

A crônica do Olsen

Olá, meus caros, salve!
Os últimos acontecimentos ligados a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania e que puseram "novamente" Santa Catarina no mapa brasileiro, desmitificaram a ideia de um lugar "diferenciado" para se viver...
No fundo, creio, não somos "diferentes" de ninguém, uma vez que quando ocorre uma situação, acabamos repetindo "mal" o que condenávamos bem nos "outros...
Está aí...
A música, bem a música poderia ser qualquer uma das três (dos Beatles) que o líder de uma comunidade hippie, Charles Manson, em 1969, depois de matar a atriz Sharon Tate e outro casal... Confessou ter agido sob influência "delas", segundo "ele" os Beatles "psicografavam" as músicas para ele: "Helter Skelter", "Sexy Sadie" e "Piggies"...
Essa última, com mais propriedade... Falava dos "pequenos porcos" que tentavam explorá-los...
Semelhante a alguns, na política, em nossa credibilidade, em nosso "fazer de conta" que acreditamos que "eles" estão dando conta do recado...
Mas preferi essa outra, que fala de fraternidade, huumm!
O texto é esse, tive de responder a um questionário antes de vê-lo com o selo "Nihil obstat" do jornal A Notícia...
Só os convenci quando afirmei que todos os canais de televisão tinham repercutido a matéria, tinha saído em cadeia nacional pela Globo, vários bllogs repercutiram o episódio (citei vários, Tijoladas do Mosquito (Amilton Alexandre), Cangablog (Sérgio Rubim), Carlos Damião, deolhonacapital (César Valente e Mário Medaglia)... E ainda estava no Youtube... Bem, acho que convenci, ainda não fui até a banca compra o AN... Em todo o caso, o recado foi dado...

NÓS QUE AMÁVAMOS TANTO A REVOLUÇÃO

Por Olsen Jr.

Esse foi o título de um livro publicado em 1985, coordenado pelo ex-carbonário, Daniel Cohen-Bendit em colaboração com o Fernando Gabeira. Bendit foi um dos líderes de maio de 1968 na França e que culminou com a deposição do General Charles De Gaulle; Gabeira foi jornalista , escritor e guerrilheiro... Em comum, o fato de ambos ter assumido a política como parlamentares e o engajamento na construção do Partido Verde.

Ficou célebre a frase de Cohen-Bendit no auge do movimento que se institucionalizou pelo mundo afora, disse: “É preciso levar a imaginação ao poder”.

Isso tudo me vem à lembrança a propósito de recentes imagens de presos sendo torturados em Santa Catarina e mostradas para o Brasil.

O meu assunto era outro, iria falar de cidadania, comportamento, civilização e respeito... Mas aquelas imagens tornadas públicas e divulgadas em muitos blogs não me saem da cabeça. Seria mais um omisso (como a maioria dos nossos parlamentares) se não dissesse nada.

Em tempo que não vai longe, havia nesse País apenas dois partidos políticos (os outros tinham sido postos na clandestinidade ou extintos)... Um era a favor do golpe militar ou da contra revolução (é o termo técnico para a quartelada) e o outro lhe fazia oposição: Arena e MDB, respectivamente.

No ideário da oposição estava claro, se ainda me lembro: o reatamento diplomático com os países comunistas, o restabelecimento do direito de “ir” e “vir”, o fim da censura prévia nos veículos de comunicação, o direito a livre manifestação de opinião, a legalidade da UNE – União Nacional dos Estudantes, o voto livre, direto e secreto para se eleger os nossos representantes, em todos os níveis, da presidência da república ao vereador municipal, mas principalmente, e isso era universal, o fim da tortura física e moral para se co.nseguir confissões políticas ou não...

Não sou um saudosista e isso tudo parece pré-história em nosso sistema de organização sócio-política, mas não é demais lembrar, alguma coisa ainda precisa ser aprimorada e não podemos nos desgarrar dos direitos humanos.

Trabalhei dois anos (final da década de 1980) na assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania, visitei várias vezes todos os 23 presídios e as três penitenciárias do Estado (estas últimas são modelos para o Brasil) e lembro certa vez de um preso (paulista) que tinha sido recapturado aqui em SC e ele pediu para cumprir o resto de sua pena aqui, a razão era o tratamento que se dava aos apenados. Havia no imaginário do dito preso que aqui a polícia era menos truculenta e até se tivesse sorte poderia ingressar em um dos programas alternativos de (re) socialização, cito o caso da construção de cadeiras de rodas a partir de sucatas de bicicletas, uma inovação trazida por um pastor dos Estados Unidos e que deu certo durante algum tempo em Joinville e Rio do Sul. Técnica que foi levada para outras instituições penitenciárias e que acompanhei de perto, em Manaus, por exemplo, com sucesso.

Isso posto, para mostrar que houve tempos piores, mas também houve tempos melhores e é até constrangedor, para se dizer pouco, que tenhamos regredido a esse ponto de sequer nos rivalizarmos com os animais, porque estes não se dedicam a infernizar a vida dos seus iguais, não assim com este requinte premeditado de humilhação, como foi mostrado para o mundo pela televisão.

Logo agora, quando quase toda a cartilha do que se pretendia no poder está toda decorada e cumprida e justamente num governo que tinha como essência a determinação de acabar com a insolência e de uma luta que começou lá atrás, em 04 de março de 1966, o dia da fundação do MDB, o partido que ficou conhecido como “o bom e velho de guerra”... Só que a guerra, como se observa ainda é a mesma, como disse o antigo revolucionário: “é preciso levar a imaginação ao poder”

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Vereador evangélico perde a compostura


O vereador Asael Pereira usou e-mail oficial da Câmara de Vereadores de Florianópolis para atacar e ameaçar blogueiro com palavras de baixo calão.
A atitude desvairada do edil pode lhe custar caro. Pode ser enquadrado em vários crimes. Leia matéria completa. Beba na fonte.

Eleições na OAB/SC

Prezado jornalista,

As eleições na OAB/SC ultrapassaram as fronteiras do Estado. Jurista Fábio Konder Comparato, renomado internacionalmente, com uma história de vida marcada pela defesa dos valores democráticos, acaba de declarar apoio à chapa Chapa 2 – Nova Ordem. Contra a reeleição e a favor da democracia.

Abs,

Maristela Amorim

CONTRA A REELEIÇÃO, A FAVOR DA DEMOCRACIA

Jurista Fábio Konder Comparato apóia a campanha da Chapa Nova Ordem contra a reeleição.

Forte na convicção de que a igualdade é pressuposto para a democracia, o jurista Fábio Konder Comparato, que tem uma história de vida marcada pela defesa dos valores democráticos afirma apoio à campanha da Chapa 2 – Nova Ordem, que tem Tullo Cavallazzi Filho como candidato a presidente. Comparato acredita na luta da Chapa 2 – Nova Ordem por uma OAB transparente, apartidária, democrática, comprometida com o advogado e com os ideais republicanos. “Quem tem em mãos o poder e todos os seus instrumentos de pressão, não é um candidato igual aos outros”, lembra o jurista.

Conceituado professor, doutor pela Universidade de Paris e Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra, Fábio Konder Comparato preside a Comissão de Defesa da República e da Democracia do Conselho Federal da OAB. Também é membro honorário vitalício da OAB Nacional, condecorado com a medalha Rui Barbosa pelos relevantes serviços prestados à causa do Direito e da Advocacia.

Espelhando exemplos como este, a Chapa 2 – Nova Ordem defende que a reeleição é uma prática inaceitável. E se ampara nas próprias palavras do ilustre jurista e professor Comparato quando ele defenda que “a democracia supõe a renovação constante dos titulares do poder, que são meros delegados dos eleitores”.




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Eleições na OAB/SC


Estou achando a disputa pela presidência da OAB/SC muito morna. As duas chapas de oposição estão muito lentas e condescendentes com a situação que é sabidamente comprometida com o governador Luiz Henrique e partidarizou a Ordem. Todos sabem e falam nas internas que a atual diretoria está cheia de "nó pelas costas". Mas nada acontece. Tem material de sobra para denúncias contra a atual direção. O comentário geral é que dentro das chapas de oposição existem quintas colunas que travam uma ação mais agressiva e que, no final, favore a atual diretoria.
Recebi da colega e amiga Maristela Amorim o seguinte release da Chapa 2 que disputa a presidência da OAB/SC:

Cavallazzi tem apoio de advogados de Tubarão e região

Candidato à presidência da Ordem dos Advogados pela Chapa 2, de oposição, é recebido mais uma vez por colegas do Sul

Faltam poucos dias para as eleições na OAB/SC, este ano com três chapas concorrendo à seccional Estadual. Tullo Cavallazzi Filho, que concorre pela Chapa 2 – Nova Ordem, de oposição, estará nesta quinta-feira, 05 de novembro, em Tubarão. Visita escritórios de advocacia, encontra-se com advogados que apóiam a sua candidatura e, à noite, participa de um jantar no Clube Cidade Luz, a partir das 19h30min.

Cavallazzi estará acompanhado dos advogados de Tubarão Murilo Medeiros, que integra a Chapa 2 como candidato ao Conselho Federal, Marcelo R. Cardoso, candidato ao Conselho Estadual, e Rud Gonçalves, coordenador da Chapa 2 – Nova Ordem na cidade. Juntos apresentarão o elogiado Plano de Gestão da Nova Ordem, a única chapa realmente de oposição.

As duas outras chapas que estão na disputa apresentam como candidatos à presidência da OAB/SC Paulo Borba, que quer a reeleição, e Marcus Silva, com chapa constituída por dissidentes da OAB/SC. O que deixa Tullo Cavallazzi Filho em vantagem, já que é notório que os advogados de Santa Catarina querem mudanças urgentes, com seus dirigentes pensando na Ordem como uma entidade da classe, sem amarras ou histórico políticos que possam comprometer a defesa das prerrogativas dos advogados.

As eleições na OAB/SC acontecem em 16 de novembro na seccional estadual e em todas as subseções de Santa Catarina.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

SC: a massa começa a reagir!



Depois da expulsão do governador Luiz Henrique da Silveira, com apupos e latas de cerveja, em Jaguaruna agora acontece o quebra-quebra no teminal urbano no centro de Florianópolis.
Parece que a paciência da população está se esgotando com tanta promessa não cumprida, corrupção e abandono do estado e da população por um governo que só sabe viajar para o exterior com bando de amigos às custas de dinheiro público.
As denúncias do desmonte da saúde, do transporte público, da segurança e da educação está diariamente nos jornais e na TV. É realmente um governo em final de festa. A prefeitura da capital foi abandonada pelo prefeito Dário Berguer que está em campanha pelo interior do estado comprovando as acusações do tempo das eleições passadas: a prefeitura é apenas trampolim político para os Berguer.
Santa Catarina mais uma vez emplaca as "páginas" policiais da grande imprensa nacional. Só na Globo as imagens de tortura a presos em SC apareceram no Fantástico e no Jornal Nacional de segunda-feira. Começam a aparecer denúncias da selvageria que se transformou a área de segurança e do sistema priosional de Santa Catarina. Enquanto isso o governador anuncia o afastamento de apenas um agente torturador em uma reação pífia frente às imagens chocantes de violência e abuso de poder. O seu secretário de Justiça e Cidadania reage quase que justificando as torturas.Atitudes de escárnio frente a população.
A polícia da Capital se transformou em uma máquina de aplicar multas enquanto a violência e a vagabundagem campeiam no centro da cidade.
Esse é o grande governo do PMDB. Essa é a grande contribuição do PMDB ao estado de Santa Catarina. Mas parece que a população que parecia anestesiada frente a tanta propaganda mentirosa e tanta crise começa a reagir. A sua maneira.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A Festa dos Mortos



O cemitério do Campeche está todo florido hoje. Bonito, com vista para o mar.

Diferentemente do dia dos finados do catolicismo, no México o dia dos mortos é um dia de festa. É um dia especial nas tradições populares. Misturando formas de devoções de origem cristã com ritos centenários das antigas culturas, o povo criou uma comemoração única no mundo, uma maneira alegre e feliz, quase irônica, de contato com seus antepassados. Alguns turistas até batizaram esse dia como o “carnaval dos mortos”. De fato, podem existir excessos e abusos nas comemorações do dia, mas, no seu mais profundo significado, é para o povo se sentir, neste dia, perto dos parentes falecidos, na alegria do convívio, desmistificando a morte e os fantasmas que assustam tantas outras culturas ocidentais. Não existe o sofrimento e a dor que tanto caracteriza o catolicismo.

A festividade começa no dia primeiro de novembro. Nas casas, preparam-se as oferendas sobre mesas enfeitadas com aquilo que de melhor se possui: toalhas bordadas, velas, flores, incenso, comidas e bebidas. Confeccionam-se as tradicionais caveiras de chocolate em cores fortes e, com o pão, modelam-se ossos humanos e alegres e coloridos esqueletos que, como verdadeiras marionetes, podem imitar as danças. Os esqueletos femininos são enfeitados com perucas e batom. Sobre o altar, além das imagens da Virgem de Guadalupe e de santos, há fotos, instrumentos de trabalhos e de diversão dos falecidos. Parentes e amigos passam de casa em casa entretendo-se em longas conversas, comendo e bebendo. Outros altares são preparados nas igrejas e nos cemitérios.

Grandes cruzes, feitas de flores amarelas – a cor da morte –, ladeiam as ruas no caminho ao campo-santo. No dia 2, data dedicada à lembrança dos finados, bem de manhã, todos se encaminham aos cemitérios, levando flores e alimentos em clima de alegria e de camaradagem. Não há choro nem sinais de luto, mas somente de festa e alegria. O povo vai ao cemitério para ficar em companhia dos mortos, como se estes estivessem vivos e participassem da comemoração. Sobre os túmulos se reza, come-se, bebe-se e se festeja. A morte não assusta e o cemitério se transforma numa grande praça de alegria com cantos, música e danças.

As crianças brincam livremente entre as tumbas, os vendedores ambulantes oferecem sua mercadoria e muito algodão doce. Neste dia, a prioridade não é a oração de sufrágio, mas a alegria de se sentir bem próximo dos parentes falecidos. De tarde, no lugar central do cemitério, debaixo de uma cobertura enfeitada, reza-se a Missa. Carnaval?! Talvez! Mas tais tradições populares e festivas existem para humanizar a morte e para conviver com ela como um acontecimento natural da vida. O povo olha para ela até com simpatia, sem perder o sentido da fé na vida futura.

A galinha do vizinho sempre é mais gorda!


Esse ano, pela primeira vez em muitos, o abacateiro da frente de casa não deu frutos. Uma pena, pois quando tem aproveito muito. Nunca comprei abacate na feira e acho que nem compraria por achar que é uma fruta que "não é de comprar". Comento isso com a minha filha, aqui na frente tomando sol na grama, e ela me diz que não é de comprar para mim que tenho em casa. Pode ser.
O Brasil é um dos únicos países, se não o único do mundo, onde se come abacate com açúcar. Eu como com sal, azeite bom e muita pimenta. Faço a pasta de manhã e como com pão no café, diariamente.
Ceta vez encontrei um médico peruano em um bar de Lima, Peru. Tomamos todas e, lá pelas cinco veio a preocupação clássica: o figueiredo (fígado) deve estar reclamando, disse eu. Aí ele me falou sobre o abacate.
-Beba chá de folhas secas de abacate diariamente. E continue tomando todas.
Belo conselho vindo de um médico! Saímos do bar abraçados cantando pelas ruas de Lima celebrando as propriedade medicinais do abacate. Nunca tomei o chá, não sou muito de chá.
Inclusive quando estava em Cuzco, devido à altitude, em vez de tomar chá de coca para compensar os efeitos del "soroche" (falta de oxigênio nas idéias), comprei um cilindro de oxigênio que carregava na mochila e volta e meia dava um tapa no lance para no me apunar como se dice en Chile.
Bem, voltando ao conselho médico do meu amigo de Lima, se a folha seca do abacate já é boa imaginem a fruta in natura, com pimenta sal e azeite é claro. Aprendi a comer assim em Santiago do Chile em 79 quando andei por lá. Se comia um abacate pequeno que eles chamam de palta. Lembro que o toque de recolher era às 8 da noite. Uma merda!
Mas falei tudo isso para dizer que o meu abacateiro não deu frutos este ano e ainda há pouco olhei sobre o muro sul do meu quintal e vi a jabuticabeira (foto acima) do meu vizinho carregada! A inveja é uma merda!