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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

PF ataca quadrilha que seria o grupo político de Ada de Luca

Embora mantido em sigilo o nome do(a) deputado(a) investigado (a) pela PF por crimes de falsa prestação de contas, corrupção e formação de quadrilha, o nome que surge nas mídias sociais é o da deputada Ada de Luca, do PMDB, atual secretária de Justiça e Cidadania.


Ada, na "área" desde Luiz Henrique sa Silveira
   Uma operação especial denominada República Velha foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (24) em vários municípios do Sul de Santa Catarina pela Policia Federal. Segundo a nota oficial, a ação investiga uma falsa prestação de contas, corrupção e formação de quadrilha na eleição de um deputado estadual na eleição de 2014. A ação foi fundamentada em dados do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina.
   Os policiais realizaram operação de busca no gabinete do vereador Toninho da Embralit, que integra um esquema político da deputada Ada de Luca, do PMDB, em Criciúma e do presidente da Cooperativa de Morro da Fumaça, também do mesmo grupo político e de um Secretário Municipal de Içara.

Leia matéria completa no Moa. Beba na Fonte

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

GAECO desmantela quadrilha que fraudava fila do SUS na Grande Florianópolis

Operação Ressonância está cumprindo 19 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva em Florianópolis, Palhoça, Biguaçu, São João Batista e Major Gercino.
  
   O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio de seu núcleo regional Florianópolis, deflagrou na manhã desta segunda-feira (27/10) a "Operação Ressonância" para o cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva, nos municípios de Florianópolis, Palhoça, Biguaçu, São João Batista e Major Gercino.
    A operação "Ressonância" apura crimes de Falsidade Ideológica; Inserção de Dados Falsos nos Sistemas de Informação; Corrupção Passiva; e Crimes Eleitorais; envolvendo cinco agentes públicos e terceiros, os quais basicamente, estariam sistematicamente violando a fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) para realização de exames de ressonância e tomografia, por intermédio de procedimentos irregulares e cobrança de valores dos pacientes.

   A investigação apura sofisticado esquema paralelo e escuso, que visa captar pacientes de diversos municípios, com necessidade de realização de consultas e exames no SUS, manipular o agendamento de consultas, exames e procedimentos médicos (cirurgias e principalmente exames de ressonância magnética), em sua maioria, no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, mediante o recebimento valores em dinheiro e/ou benefício material ou, ainda, obter vantagem política futura, pela fidelização de eleitores, por parte dos investigados.

   A 33ª Promotoria de Justiça da Capital, com o apoio do GAECO/Florianópolis, começou a investigação em novembro de 2015, após receber denúncia da Secretaria Estadual de Saúde.

   A operação conta com o apoio dos núcleos regionais do GAECO de Joinville, Chapecó, Criciúma, Lages, Itajaí e Blumenau, e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), da Polícia Militar de Santa Catarina, e do Instituto Geral de Perícias (IGP).

   NOME DA OPERAÇÃO
   O nome da operação vem do principal tipo de exame - RESSONÂNCIA MAGNÉTICA - utilizado na medicina para identificar anomalias e irregularidades de órgãos e sistemas do corpo humano. Neste tipo de procedimento foi identificada, a maior quantidade de burla na fila do SUS, uso de cota sem a adoção dos procedimentos administrativos, e cobrança de valores irregulares pelos investigados.