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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Amanhecer em Copacabana...

Do Milton Ostetto

Hoje as 6 da matina ja estava em Copacabana para ver o amanhecer,
as fotos foram feitas próximo ao Forte de Copacabana e ao lado da estatua de Carlos Drummond de Andrade que todos os dias tem o previlégio de presenciar o nascer do sol. 

 
Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples. 
Nossa dor não advém das coisas vividas, 
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. 

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos 
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções 
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado 
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter 
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que 
gostaríamos de ter compartilhado, 
e não compartilhamos. 
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. 

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas 
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um 
amigo, para nadar, para namorar. 

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os 
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. 

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. 

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo 
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, 
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar. 

Por que sofremos tanto por amor? 
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma 
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez 
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. 

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um 
verso: 

Se iludindo menos e vivendo mais!!! 
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida 
está no amor que não damos, nas forças que não usamos, 
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do 
sofrimento,perdemos também a felicidade. 

A dor é inevitável. 
O sofrimento é opcional...
Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 8 de maio de 2012

No youtube, internautas dão início à série de protestos contra Cabral


     O internauta carioca Rafael Oliveira publicou, nesta terça (8), um vídeo em seu canal do youtube para criar uma manifestação online a fim de ironizar as festas do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, com o ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish, em Paris - denunciadas pelo deputado Anthony Garotinho. Rafael há tempos vem trabalhando em criticas políticas com humor. Desta vez, ele propõe que seja usada no twitter a hashtag “Guardanapo na Cabeça” em protesto contra os fatos. “Convoco os cidadãos, a quem o governador Sérgio Cabral explora enquanto se diverte - gastando horrores em Paris na companhia de empreiteiros. Está na hora de a sociedade colocar o guardanapo na cabeça e dizer fora Cabral”, diz Rafael no vídeo. (do Cláudio Humberto)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Do genial Antonio Gaudério

    A captura deste momento plasticamente deslumbrante é de autoria do querido amigo Antonio Gaudério. 
   Repórter fotográfico dos mais corajosos que conheci e tive a oportunidade de conviver. 
   Grande abraço amigo!


J.L.Cibils deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Do genial Antonio Gaudério": Canga, como será que anda a saude do Gaudério?
Há muito tempo atras fiquei sabendo que era critica, espero que este "Genio" tenha se recuperado, é um dos grandes do Fotojornalismo Brasileiro.

 
Lumière deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Do genial Antonio Gaudério": Entre um planeta e um satélite.
Assim está o Rio de Janeiro: Iluminado.
Sabe mexer numa máquina esse Antonio Gaudério.

Lumière, le photo.

Nei Duclós comentou seu link.
     "Kadão Chaves (autor da frase "tenho outro por dentro" quando comentavam seu peso) foi quem levou Gaudério para São Paulo. No primeiro dia, vendo o guasca se servir da água da torneira fazendo concha com a mão e slurp slurp ruidoso,avisou: Tchê Gaudério, isso aqui mata,te cuida.
    Um dia convidei Gaudério para fazer as fotos da matéria Negócios na Favela, que na época era uma pauta absolutamente inédita. Gaudério localizou as biroscas e numa delas colocou o açougueiro em cima do telhado do barraco e clicou. Gênio. O maior ganhador de prêmios de concursos importantes de fotografia. Ele traçou todos. Nosso Cartier-Bresson dos pampas. E completamente despojado. Poderia fazer pose com seu acervo. Não faz. Tu olha para ele e convida para um mate. Eta, nós."