O senador Luiz Henrique da Silveira, relator do polêmico Código Florestal Brasileiro, foi palestrante no encerramento do Encontro Latino-americano de Base Florestal & Biomassa acontecido em Lages no dia 20. O encontro é financiado pela indústria madeireira e empresas que atuam no setor.
Luiz Henrique vem enfrentando acusações de favorecer grupos responsáveis por desmatamento ilegal e já foi ganhador do Troféu Motosserra que é dado a políticos inimigos do meio ambiente por organizações ambientais.
LHS introduziu o conceito de "área rural consolidada", na qual o desmatamento já feito poderia ser legalizado. Tal figura não existe no Código em vigor, que prevê multa para todo desmatamento irregular e compensação dos passivos, seja por reflorestamento, seja por compra de áreas de floresta.
Segundo a promotora Cristina de Araújo Freitas "A consolidação dessas áreas permeia todo o texto, regularizando as intervenções ilegais e transformando o passivo ambiental em lei".
Irônico
No mesmo lugar que Luiz Henrique discursava para empresários da indústria madeireira acontecia o concurso Os Melhores no Manejo da Motossera, coordenado por técnicos da Stilh e da Tortelli.
Luis Henrique, é claro, não participou. Os comentários no parque Conta Dinheiro eram de que o senador não participaria da disputa porque era considerado hours concours.
Os ganhadores:
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Enrolador conhecido, Luiz Henrique trai colonos catarinenses
Famoso pela facilidade com que muda de lado e opinião, o controverso político Luiz Henrique da Silveira mais uma vez joga no lixo promessas eleitoreiras para acomodar-se ao lado de seus intere$es. Construiu uma carreira política notável baseado na mentira e na traição. De agente de órgãos da repressão (DOPS) nos anos da ditadura virou líder político de centro-esquerda. E o que é pior, um monte de idiotas o seguiram. Merecem!Relator do Código Florestal agora quer tirar poder estadual sobre ambiente
Marta Salomon/O Estado de São Paulo
Responsável por consolidar a nova versão da reforma do Código Florestal, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) desautorizou o próprio Luiz Henrique da Silveira, ex-governador de Santa Catarina, num dos pontos mais polêmicos do debate das regras de proteção do meio ambiente nos imóveis rurais.
Em 2009, quando era governador, Luiz Henrique sancionou uma polêmica lei ambiental que reduziu a apenas 5 metros a área de preservação permanente às margens de rios em propriedades com menos de 50 hectares ou 500 mil metros quadrados. A lei foi questionada e está sob a análise do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na época, o então governador de Santa Catarina sustentou que os Estados deveriam legislar sobre política ambiental independentemente dos comandos da lei federal, ditados pelo Código Florestal, que exige pelo menos 30 metros de proteção da vegetação nativa às margens dos rios. “Temos de escolher. Queremos lavouras ou favelas”, argumentou o político, há quase dois anos e meio.
No papel de relator do Código Florestal, Luiz Henrique mudou de idéia. Leia tudo. Beba na fonte.
Marta Salomon/O Estado de São Paulo
Responsável por consolidar a nova versão da reforma do Código Florestal, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) desautorizou o próprio Luiz Henrique da Silveira, ex-governador de Santa Catarina, num dos pontos mais polêmicos do debate das regras de proteção do meio ambiente nos imóveis rurais.
Em 2009, quando era governador, Luiz Henrique sancionou uma polêmica lei ambiental que reduziu a apenas 5 metros a área de preservação permanente às margens de rios em propriedades com menos de 50 hectares ou 500 mil metros quadrados. A lei foi questionada e está sob a análise do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na época, o então governador de Santa Catarina sustentou que os Estados deveriam legislar sobre política ambiental independentemente dos comandos da lei federal, ditados pelo Código Florestal, que exige pelo menos 30 metros de proteção da vegetação nativa às margens dos rios. “Temos de escolher. Queremos lavouras ou favelas”, argumentou o político, há quase dois anos e meio.
No papel de relator do Código Florestal, Luiz Henrique mudou de idéia. Leia tudo. Beba na fonte.
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