Nota da coluna Visor do DC de hoje:
Na mesma tarde em que atendeu ao Visor, Colombo participou de outras três audiências: primeiro recebeu um empresário que veio convidá-lo para o batismo de um navio. Depois, a entrevista. Na sequência, o ex-senador Jorge Bornhausen. Por fim, o grupo gestor do governo, formado pelos secretários Ubiratan Rezende (Fazenda), Derly de Anunciação (Comunicação), Milton Martini (Administração) e Antônio Ceron (Casa Civil). Antes da reunião, que se estendeu até o início da noite, fez questão de levar os bolinhos até a antessala. Na foto, Rezende serve Derly com os quitutes de Colombo.
Da chuva, dos bolinhos e da política.
Raimundo Colombo, na capa da edição do DC de hoje, se diz angustiado com o ritmo, mas confiante. A população catarinense, por incrível coincidência também está angustiada com o ritmo. E, já não tem mais confiança.
O que fazem numa tarde de chuva, de bolinhos e de feriado nacional, o ex-governador JKB, seu tutor, e o grupo gestor na sala de estar?
Discutem a operação Celesc/Pinho Moreira?
Ou perguntam se: Como o Eduardo conseguiu?
Ou perguntam se: Como o Eduardo conseguiu?
Traçam as ações contra as possíveis cheias do Vale do Itajaí?
Repartem a verba de publicidade, R$ 109 milhões, cuja licitação ocorrerá em breve?
Comem bolinhos de chuva?
Santa Catarina está assim, como na foto acima.
O secretário da fazenda dando de comer ao secretário da comunicação.
Deu para entender?
Deu para entender?
