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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Chuva, bolinhos e política

Nota da coluna Visor do DC de hoje:

AGENDA CHEIA
Na mesma tarde em que atendeu ao Visor, Colombo participou de outras três audiências: primeiro recebeu um empresário que veio convidá-lo para o batismo de um navio. Depois, a entrevista. Na sequência, o ex-senador Jorge Bornhausen. Por fim, o grupo gestor do governo, formado pelos secretários Ubiratan Rezende (Fazenda), Derly de Anunciação (Comunicação), Milton Martini (Administração) e Antônio Ceron (Casa Civil). Antes da reunião, que se estendeu até o início da noite, fez questão de levar os bolinhos até a antessala. Na foto, Rezende serve Derly com os quitutes de Colombo.

   Da chuva, dos bolinhos e da política.
   Raimundo Colombo, na capa da edição do DC de hoje, se diz angustiado com o ritmo, mas confiante. A população catarinense, por incrível coincidência também está angustiada com o ritmo. E, já não tem mais confiança.
    O que fazem numa tarde de chuva, de bolinhos e de feriado nacional, o ex-governador JKB, seu tutor, e o grupo gestor na sala de estar?
    Discutem a operação Celesc/Pinho Moreira? 
    Ou perguntam se: Como o Eduardo conseguiu?
    Traçam as ações contra as possíveis cheias do Vale do Itajaí?
    Repartem a verba de publicidade, R$ 109 milhões, cuja licitação ocorrerá em breve?
    Comem bolinhos de chuva?

    Santa Catarina está assim, como na foto acima. 
    O secretário da fazenda dando de comer ao secretário da comunicação. 
    Deu para entender?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

SERÁ A DEMOCRACIA PLANTINHA QUE SÓ VINGA QUANDO CHOVE?

Por Janer Cristaldo
Se você acha que islamismo ou marxismo são doutrinas que levam a ditaduras, está redondamente enganado. As ditaduras são provocadas por causa completamente distinta. Recente pesquisa indica que nos países onde as precipitações anuais têm menos de 50 centímetros predominam as ditaduras.

“Por que a Líbia está explodindo? Por que Iraque e Egito continuam não democráticos mesmo após muitos milênios? Por que houve poucos saques e tumultos no Japão após a tripla calamidade de tsunami, terremoto e acidente nuclear? Culpem a chuva. Ou melhor, a falta dela. Egito e Líbia fervem porque os níveis de precipitação por lá estão entre os mais baixos do mundo. O Japão recebeu chuva suficiente ao longo dos séculos para aprender a se governar”.

É o que afirmam os professores Stephen Haber, da Universidade Stanford, e Victor Menaldo, da Universidade de Washington. Em seu estudo, Haber e Menaldo classificam os países em três categorias: os que são persistentemente autoritários (Egito), os democráticos (Grã-Bretanha) e os que oscilam entre os dois. Em seguida, os autores classificaram os países por precipitação anual. Leia tudo. Beba na fonte.