terça-feira, 7 de julho de 2009

E dale PMDB (aquele dos ladrões)

O ex-presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Lutero Ponce (PMDB), está foragido. Ele não foi localizado pela polícia na manhã desta segunda-feira (29) que cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do parlamentar. A prisão temporária do vereador foi expedida pelo juiz da 15º Vara Criminal de Cuiabá, José Arimatéia Neves.
Lutero é investigado pelo rombo na Câmara de Cuiabá durante sua gestão no período de 2006/2007. Segundo a imprensa apurou que o rombo é de R$ 7,4 milhões. O valor foi apresentado na tarde de hoje, pela Delegacia Fazendária, durante coletiva à imprensa.Saiba mais da ladroagem.
Beba na fonte.
O "elemento" aí é do mesmo partido do Sarney e do Luiz Henrique da Silveira.

Os milhares de leitores do Tijoladas

Tive acesso caixa de mensagens do Tijoladas do Mosquito. Realmente é algo muito divertido. Muitos comentários impublicáveis pela virulência e pelo anonimato. A maioria dos que protestam contra o blog não tem coragem de colocar o nome e agem no "escuro". Coisa de cagão!
Após ter chamado o governador de psicopata e a senadora Ideli Salvati de prostituta da política a caixa de comentários do blogueiro Mosquito está entupida de críticas aos seus post e ao seu blog. Tão agressivas quanto os post do mosquito, os comentários vem anônimos ou com nomes falsos, mas invariavelmentes com ódio de quem além, de puxa saco do governo, é idiota ao ponto de de sentir raiva, ódio e se incomodar com o que o "inseto" escreve. Essas mesmas pessoas duvidam que o Tijoladas tenha "milhares" de leitores. Mas não percebem que els só engordam essa lista que na verdade passa de mil por dia. É muito divertido acompanhar as reações, digamos, de pessoas "de confiança" do governador.

Morre McNamara, o estategista do Vietnã

Ex-chefe do Pentágono foi responsabilizado pelo fiasco dos EUA na guerra
O ex-secretário de Defesa dos EUA Robert McNamara morreu ontem, aos 93 anos, em Washington. McNamara foi secretário dos presidentes John Kennedy e Lyndon Johnson, de 1961 a 1968, e é considerado o idealizador da campanha militar americana no Vietnã. Com a saúde frágil havia bastante tempo, ele morreu às 5h30 (6h30 em Brasília) em sua casa na capital americana.

Estrategista apaixonado por análises estatísticas, McNamara deixou a presidência da Ford e assumiu o Pentágono, em 1961, a convite de Kennedy. Ele ficaria sete anos à frente do Departamento de Defesa, mais do que qualquer outra pessoa desde a criação do cargo, em 1947. Leia mais: Beba na fonte.

As 11 máximas de McNamara

1. Tenha empatia com o inimigo. 2. Proporcionalidade deve ser uma regra na guerra 3. Existe algo além de nós mesmos. 4. Acreditar e ver: frequentemente ambos estão errados. 5. Esteja preparado para reexaminar as suas razões. 6. Consiga dados. 7. A racionalidade não nos salvará. 8. Não se pode mudar a natureza humana. 9. Maximize a eficiência. 10. Para fazer o bem talvez você precise se aproximar do mal. 11. Nunca diga nunca.

Políticos brasileiros são os que mais metem a mão no bolso do povo


Parlamentares brasileiros são os que mais pesam no bolso dos cidadãos na comparação com sete outros países

Confronto entre os rendimentos, benefícios e assessoramentos recebidos por parlamentares de Brasil, Chile, México, Estados Unidos, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália mostra que brasileiros são os mais caros

Por Fabiano Angélico1
Em 2007, estudo da Transparência Brasil (www.transparencia.org.br/docs/parlamentos.pdf)
demonstrou que, excetuando-se o Congresso dos Estados Unidos, o Congresso brasileiro é o
mais caro num conjunto de dozes países em termos absolutos. Quando se levam em conta as disparidades de custo de vida e nível de renda dos diversos países e se ponderam os montantes conforme a renda per capita, os custos totais do Congresso brasileiro ultrapassam os dos Estados Unidos e chegam ao topo da escala.
Ou seja, a população brasileira é a que mais paga para manter o Congresso entre todos os
países examinados. A comparação levava em conta a totalidade dos orçamentos das Casas examinadas. Grande parte desses orçamentos é dirigida para cobrir custos de manutenção, folha de pagamento de funcionários permanentes, obras e outros. Outra parcela corresponde a gastos diretos com cada parlamentar. Saiba tudo. Beba na fonte.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Companheiros homossexuais já podem ser incluídos em plano de saúde do STF

O ato deliberativo do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite aos seus funcionários que vivem relações homoafetivas estáveis incluírem seus parceiros como dependentes do plano de saúde do tribunal, o STF Méd, entrou em vigor no dia 1º de julho. Para colocar o companheiro ou companheira como dependente, o funcionário precisa comprovar que a união é estável apresentando uma declaração pessoal. Leia mais. Beba na fonte.

Perspectiva de futuro

Criminalidade no Congresso Nacional configura crise das instituições

A Transparência Brasil vem a público para exigir do Ministério Público Federal e do Tribunal de Contas da União providências em relação aos escândalos que se sucedem nas duas Casas do Congresso Nacional sem que essas instituições respondam à altura.

Observa-se a inércia dessas Casas legislativas no que tange a tomada de medidas convincentes para investigar os suspeitos, punir os culpados e, mais importante, tomar as medidas preventivas destinadas a evitar a reprodução da criminalidade documentada.

Tal inércia, aliada ao cinismo das explicações e subterfúgios empregados não só pelos principais suspeitos, mas pelas próprias Mesas Diretoras das Casas, precipitou o Parlamento num abismo de desprestígio junto à população. Leia mais. Beba na fonte.

Cartas do Leitor

Bonito isso...

De quando em vez, você desencanta algo que me faz ter saudades de outros tempos, The old and good times, como dizem os americanos...
Gerry & Pacemarkers já faziam sucesso quando os Beatles começaram...
Curiosidade, quando os Beatles foram gravar o primeiro disco, o George Martin sugeriu (insistiu) para que eles incluíssem a música "How do you do it" (conhecida do público e fazendo enorme sucesso, do Gerry & Pacemakers e que chegaria ao topo da parada...
Os Beatles (leia-se John Lennon) bateram o pé, sabiamente, coisa de intuitivos, e gravaram no lugar, "Love me do"... (essa, por sua vez, foi uma das poucas que se salvaram da fase de faculdade, quando o John compunha com Paul McCartney e alguém teve a má ideia de jogar o tal caderno fora...)...

Um abraço do viking e grato por fazer lembrar tudo isso...

Quer saber?
Vou ouvir os Beatles aqui no toca discos, que tal começar com "A Day in the Life" ?

Até!

A Barrosa do Walmor










domingo, 5 de julho de 2009

Regresso frustrado de Zelaya deixa dois mortos e vários feridos em Honduras




A tensão acabou transformando-se em violência no aeroporto internacional de Tegucigalpa, Honduras, onde milhares de seguidores do presidente deposto Manuel Zelaya esperavam, há horas, o anunciado retorno ao país centroamericano.

Soldados do exército e policiais partiram para cima dos manifestantes com bombas de gás lacrimogênio e acabaram causando ao menos duas mortes e vários feridos com gravidades segund recente boletim médico liberado para a imprensa.

Vários caminhões do exército ocuparam a pista central do aeroporto de Toncontín para impedir a posív el chegada do avião venezuelano que viaja Zelaya que ao fim da meia-noite (hora espanhola) anunciou que em 30 minutos aterrizaria em Tegucigalpa. Mais informações no El País. (em espanhol)


A estranha ética de Arthur Virgílio

O líder do PSDB no Senado reconhece ter recebido vantagens indevidas, como foi denunciado por ISTOÉ, e diz que vai devolver o dinheiro público

Na segunda-feira 29, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) subiu à tribuna do Senado para responder às denúncias publicadas por ISTOÉ. Durante três horas e 20 minutos, fez um dos discursos mais longos da história da Casa. Mas tudo não passou de pura retórica. Sem nenhum documento, Virgílio esbravejou ao vento. Ele não rebateu as acusações e confirmou com mais detalhes os fatos trazidos à tona. Na verdade, o senador autoincriminou-se. A partir de seu relato inflamado, ficou claro que o líder do PSDB no Senado infringiu os artigos do Código de Ética que preveem sanções para casos de abuso de prerrogativa e obtenção de vantagens indevidas e doações. Leia mais. Beba na fonte.

Heráclito acusado de usar e omitir atos secretos

Deu no Claudio Humberto

O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (PI), agiu para proteger senadores do seu partido, o DEM, na divulgação de "atos secretos". Ele próprio teria utilizado esses atos para nomear dois assessores, mas os omitiu do relatório entregue a jornalistas. A revista IstoÉ, que circula hoje, localizou um desses aspones em uma praia de Pernambuco, onde mora, no horário que deveria estar no Senado. Leia mais. Beba na fonte

Honduras: governo interino não permitirá entrada de Zelaya

Novembrada

Ana Carla Pimenta, formanda de jornalismo da Estácio de Sá, apresenta amanhã o seu Trabalho de Conclusão de Curso sobre os 30 anos da Novembrada. O local escolhido pela estudante foi o Museu Cruz e Souza, na época o Palácio do Governo de Santa Catarina, com início às 20 horas.

Novembrada – um protesto esperado

O documentário em vídeo Novembrada – um protesto esperado, que registra a revolta popular ocorrida em 30 de novembro de 1979 na capital catarinense. Naquele dia, o último presidente da República general João Figueiredo, de passagem por Florianópolis, entrou em confronto com a população que protestava contra a situação política e econômica. A manifestação levou à prisão sete estudantes, todos enquadrados e processados na Lei de Segurança Nacional.

O vídeo reúne imagens inéditas do episódio além de entrevistas com estudantes presos, jornalistas, historiadores, sociólogos, personalidades políticas e populares que presenciaram o ato. O trabalho abrange não apenas os protestos do dia 30, mas os desdobramentos que se seguiram, e que fazem parte das mobilizações pelo fim do regime militar no país.

O documentário foi produzido como Trabalho de Conclusão do curso de Jornalismo da Faculdade Estácio de Sá por Ana Carla Pimenta, e orientado pela professora Regina Zandomênico.

Primeira parte

O tema é rico, e isso fez com que fossem gravadas mais de 30 horas e ouvidas mais fontes do que seria possível incluir em uma versão compacta, como pedem as normas de um trabalho de conclusão de curso. Por isso Ana Carla Pimenta diz que uma versão completa está sendo planejada. “Falta obter recursos financeiros para viabilizar um documentário maior, que contenha todas as entrevistas realizadas”, diz ela.

Nesta versão compacta, além dos estudantes presos, entram também o ex-senador Nelson Wedekin, o ex-governador Esperidião Amin, o procurador geral do estado Sadi Lima e a historiadora Marlene di Fáveri, entre outros.

Da série: Os falsários no poder


Celso Amorim também inflou currículo com doutorado

O hábito de inflar currículos acadêmicos no governo não se restringe à ministra Dilma Rousseff - que informava no site da Casa Civil ser mestre em teoria econômica pela Unicamp, sem ter concluído o curso. No site do Ministério das Relações Exteriores, consta no currículo do ministro Celso Amorim que ele é doutorado em Ciências Políticas/Relações Internacionais pela London School of Economics and Political Science (1968-1971). A informação está incorreta.

Neste sábado, em Paris, onde acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele admitiu que também não concluiu o curso e não tem o diploma:

- Não tenho mesmo (diploma de doutorado). Fiz estudos de doutorado na London School. Mas nunca terminei. Não é mistério. Nunca disse diferente. Inclusive, quando fiz o meu currículo escrevi: PHD abd, que é como eles usam nos Estados Unidos e na Inglaterra, que é all but dissertation (tudo menos a dissertação). Não estava pronta a dissertação. Depois até mudei o currículo: botei estudos de doutorado, para não deixar dúvida.

Itamaraty mantém informação no site. Leia mais. Beba na fonte.

Dilma corrige dados pessoais

Ministra não concluiu curso

A Casa Civil divulgou informações equivocadas sobre o currículo da ministra Dilma Rousseff. O site do órgão informava que a ministra é “mestre em teoria econômica pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade”.

Na realidade, Dilma não concluiu o mestrado e acabou abandonando o doutorado. As informações foram publicadas na edição de julho da revista Piauí.

A Casa Civil corrigiu a informação. A pasta informou que Dilma concluiu todas as disciplinas do curso de mestrado, entre 1978 e 1983, mas não chegou a apresentar a dissertação que lhe daria o título, pois assumiu logo depois a Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre. Uma declaração do coordenador de Pós-Graduação do Instituto de Economia da Unicamp, Carlos Antonio Brandão, divulgada também pela Casa Civil, atesta que a ministra cumpriu todos os créditos exigidos pelo programa. Leia mais. Beba na fonte.

sábado, 4 de julho de 2009

FOLHA PAGARÁ CARO POR SENADOR LADRÃO

Leitores continuam perguntando à Folha de São Paulo se o senador ladrão continuará assinando sua coluna no jornal. A resposta padrão que está sendo enviada é esta:

O pluralismo é um dos pilares do projeto editorial da Folha. A presença de José Sarney como colunista do jornal atende a esse requisito de pluralidade.

Comenta um de meus leitores:

Não vejo a hora de ler a coluna do Fernandinho Beira-Mar ... ou do chefão do PCC. Isso sim é pluralidade. E ficamos no mesmo nível de bandidagem. Há tempos jornal de papel serve apenas pra embrulhar peixe. Tenho informação mais rápida e com opinião de verdade na internet, não só aquele bla bla bla politicamente correto dos jornais. Leia tudo. Beba na fonte.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O PREÇO A PAGAR


Por Olsen Jr.

No último verão, depois de quatro anos “padecendo” com a canícula, tomei a decisão de chamar um técnico para “dar uma olhada” no ar condicionado. Ele chegou, indiquei o aparelho e fui cuidar da minha vida. Menos de 10 minutos depois ele me chama e diz que não há nada de errado com o aparelho. Contesto e afirmo que há quatro anos tento fazer o “desgraçado” funcionar... Com ar professoral, sem parecer afetado, ele explica “as palhetas estavam fechadas, quando ligado, o ar batia e voltava, desarmando o sistema, o aparelho funcionava sem eficácia”... Simples e objetivo, mas ele ainda acrescentou “poderia levar o equipamento para a oficina, ficar com ele lá durante dez dias, e dizer que era um problema grave, cobrar um terço do que ele vale, e ainda assim seria lucro para o usuário, mas não sou desses profissionais, faço bem o meu trabalho”...

Quanto custa?

Ele me cobrou a visita (quase o mesmo de uma corrida de táxi e um “plus” relativo ao que se chama know-how, quer dizer, o seu conhecimento (estudo mais a prática) e concordei sem questionar (depois de pronto seria um cretino se o fizesse) porque como profissional também valorizo os profissionais de outras áreas.

O encanador, o eletricista, o pedreiro (quando você encontra um), todos cobram, porque o indivíduo tem de sair de sua casa, deslocar-se, constatar um problema, avaliá-lo e fazer um diagnóstico, isso tem um custo. Só não vê quem não quer. Nunca questionamos uma consulta médica, odontológica, óptica... Porque trata da saúde, isso é sagrado, em termos.

Na década de 1970 e 1980 quando bebia com o escritor João Antônio, cansei de ouvir sua prédica irada nos botecos que frequentávamos em Blumenau e Rio de Janeiro, dizia “você escreve um livro, o cara que faz a capa ganha, o revisor ganha, o ilustrador ganha, depois de pronto o distribuidor ganha (a maior fatia, 50% sobre o preço de capa) e então, pôrra! Só o escritor que não ganha, justamente quem escreve o livro, isso tem de acabar”...

Fui prestigiar o amigo, escritor Mário Prata num batepapo com estudantes na UFSC, lá pelas tantas ele comentou “você pega uma bula de remédio, um manual de um aparelho eletrônico, com todo o respeito, aquilo é feito por técnicos para técnicos, não entendo absolutamente nada, então por que não se contrata um escritor para fazer essa ponte entre o consumidor? Não seria lógico, tornar a informação acessível para o leigo com uma linguagem fluente? Acrescenta...

Ano passado escrevi a apresentação de um restaurante para um cardápio. Depois de entrevistar várias pessoas, conversar com antigos clientes fiz um contraponto do que foi e do que se tornou: começo, meio e fim. Literariamente falando, um miniconto. Até o garçom mais avesso à leitura, apreciou o texto, porque estava leve e agradável, coisa rara no setor. Well, puseram o nome do meu pai como autor e não recebi sequer um agradecimento em troca. Uma maravilha o modus operandi dos íncolas.

Conhecido escritor amigo (pediu para não citar o nome) foi sondado através de seu irmão, por um clube de serviço para fazer uma palestra sobre “Criação em artes”... O interpelado, foi prático, disse para a pessoa que o consultava, que o irmão era uma pessoa bem acessível e que ele daria o telefone e então eles poderiam combinar o tema e o cachê... Quando falou em custo, o outro estrilou “como, o teu irmão vai cobrar?”, “pô! O cara está virando um mercenário”, “não sabia que ele iria cobrar”... A palestra nunca aconteceu, pelo óbvio, tem gente que vive disso.

Tudo na vida tem um preço. Ignoro o que se deva pagar em determinadas circunstâncias, talvez dependa dessas mesmas circunstâncias, enfim, seríamos mais fortes se houvesse mais gente tentando fazer da literatura um ofício e não um mero passatempo, porque o preço dessa subserviência é a eterna insignificância!

Tetinha gorda essa da Casan


Clique que aumenta

Dário não é macho coisa nenhuma!

O furo virou barriga. Ao ler a notícia no blog do Mosquito de que o Dário tinha determinado a intervenção nas empresas de ônibus fiquei surpreso pois não acreditava que o cara teria coragem de enfrentar seus finaciadores de campanha e colegas de categoria emprersarial. Já que a famíglia Berger têm intereses na área de transporte público. O Mosquito confiou em uma fonte vagabunda do Sintraturb e deu a falsa notícia da intervenção. Isso acontece com jornalista sem diploma (ahahahahaha).

Bem, saiu o acerto entre motoristas, Dário e empresários e como sempre sobrou para o contribuinte, para o povo: aumento da passagem e do subsídio. Dizem até que o dário estava esperando esse aumento para a AutoViação Imperatriz entrar com tudo aqui na área. A conferir!

Abaixo o esclarecimento do Mosquito sobre a barrigada.

CANGA!

Pedro Ivo engano! A informação me dada pelo SINTRATURB era fria. A famosa fonte gelada. Confiei na fonte. A greve acabou com a população pagando a conta. Dário não é macho coisa nenhuma.
Machos são os empresários da máfia dos transportes que continuam fazendo gato e sapato com a população, junto com motoristas e cobradores.
Mosquito

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"A decisão é provavelmente certa", diz Gay Talese sobre queda do diploma

Convidado da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), o jornalista Gay Talese afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão, pode ser favorável para a democracia.

“Um diploma não torna você um jornalista. Fiquei sabendo da decisão do Supremo Tribunal Federal brasileiro e é uma decisão provavelmente certa. O que faz alguém um jornalista e, mais do que isso, um profissional necessário, é ter posse de informações que vão influenciar as escolhas dos cidadãos de um país”, disse o jornalista, conhecido como o percurssor do "New Journalism" em entrevista ao G1. Leia mais. Beba na fonte.

Dário virou macho!

Blog do Mosquito fura todo o mundo e dá notícia da intervenção.

Leia aqui:

Fragilizados pelo vencimento da concessão da operação das linhas de ônibus da Capital, empresários não aguentam o tranco. Dário Berger não bancou aumento de tarifa e nem subsídio vinculado a vale refeição.

Dário perdeu a confiança dos mafiosos do transporte

Foi quebrada a confiança entre os empresários vigaristas e o Prefeito esperto. Dário não vinha pagando os subsídios em dia e eles não queriam dar mais cheques em branco para o alcaide.

Chifre caro


O ministro português da Economia, Manuel Pinho, dirigiu nesta quinta-feira um gesto considerado como insulto ao líder da bancada parlamentar do Partido Comunista Português (PCP), Bernardino Soares, que obrigou a um pedido de desculpas pelo Governo luso.
Após o incidente, Manuel Pinho solicitou demissão do cargo. O pedido foi aceito pelo primeiro-ministro luso, José Sócrates, que anunciou em seguida que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, vai acumular também a pasta da Economia.
O gesto que provocou a demissão do ministro foi feito durante uma sessão da Assembleia da República (Parlamento luso), em que Manuel Pinho encostou os dois dedos indicadores próximos ao rosto, simulando chifres, no meio de uma intervenção do líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, que falava sobre os trabalhadores das minas de Aljustrel, no Alentejo. Leia mais. Beba na fonte.

Dario macho?

Estou lendo e ouvindo que o prefeito sumido Dario Berger, resurgido depois da absolvição TRE, está ameaçando as empresas de transporte de intervenção!
Está na lei. O prefeito pode determinar a intervenção, embora nunca tenha feito isso em greves anteriores. Claro, seus maiores financiadores de campanha são os empresários do transporte urbano.
Vai decretar a intervenção? Duvido! Vai dar uma de macho? Duvido!

Sarney fica! Tá tudo dominado

É de "cair os ombros" como dizia meu pai quando levava uma trombada pela frente e desanimava completamente.
- Depois de tudo que foi denunciado com provas contra José sarney, empreguismo, nepotismo, roubalheira, corrupção;
- Depois da imprensa nacional veicular menifestações populares, de empresários, políticos, artistas e o escambau pela saida deSarney da presidência do senado;
- Depois de um número considerável de senadores de vários partidos, até do PMDB, pedir para Sarney se afastar;
- Depois do próprio Sarney manifestar à família que estava cansado e que pretendia se afastar;
-Depois do senador petista Aluízio Mercadante pedir o afastamento de Sarney e conseguir o apoio da bancada petista;

Sabemos agora que Sarney não sairá. Lula, da Líbia, mandou o PT retroceder e o partido se prestou ao vergonhoso papel e mudou radicalmente de posição passando a defender, agora, a manutenção de Sarney.

Aconteceu o que de pior poderia acontecer na política brasileira. Se uniram as duas maiores quadrilhas partidárias, PT e PMDB, para manter o bandido no comando do Congresso Nacional. Como dizem us manu

TÁ DOMINADO! TÁ TUDO DOMINADO!

Manifesto contra a hipocrisia

Por Wladymir Ungaretti

O diploma não está ameaçado porra nenhuma. Acabou. Não é por acaso que a Rede Globo garante que continuará prestigiando as escolas de “comunicologia” e que, por outro lado, irá abrir espaço a especialistas de outras áreas. O PRBS, também, promete que vai continuar valorizando os cursinhos da perfumaria. É só uma flexibilização. A ditadura midiática ganha “ares de diversidade”. A medida não altera porra nenhuma em termos da produção das atuais ”informações ficcionais”, dos releases das assessorias de imprensa. Associar “qualidade da informação” com diploma é deboche. Até mesmo na história recente de Zerolândia esta associação é piada. Uma redação com hegemonia de profissionais sem diploma era dirigida pelo Lauro Schirmer. Dava para ler. Uma redação hegemonizada pelos com diploma e direção de Marcelo Rech vai para história do lixo.

Ninguém diz nada sobre a conjuntura em que o diploma foi criado. Assim, como ninguém diz nada sobre a conjuntura atual, a do fim do diploma. É preciso, no entanto, assinalar a característica básica dos dois momentos: ditadura militar e ditadura midiática. Absoluta falta de democracia. Ditabrandas. O MST pode dizer algumas coisas interessantes sobre o tema. Na militar, as redações eram “controladas” por intelectuais de esquerda. A ditadura precisava de “profissionais” com outro perfil. No começo foi quase impossível. A meninada (com o diploma) mandava “bala” contra a ditadura. E os “velhos” jornalistas prestigiavam. No mínimo faziam vistas grossas. Na atualidade, o fim do diploma “flexibiliza” e reforça os cursinhos técnicos de “comunicologia”. Uma adequação ao Deus Mercado. A grande novidade - e a mídia corporativa precisa - será a formação de “showrnalistas” especializados na transmissão de infográficos online. Ou de “especialistas” em segurar microfone. Isso tudo é uma grande piada.

Está aberta, no entanto, a possibilidade de implodirmos com os cursos de “comunicologia”, pela esquerda. Está aberta a possibilidade de formação de jornalistas marginais, subversivos e da periferia. Estes cursos populares darão prioridade à formação do caráter. Não esquecendo, é claro, que a esquerda sabonete é um zero à esquerda. Uma idéia anarquista. Em 20 anos de Fabico (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS) nunca tive um aluno negro que não fosse africano. Não tive em aula um estudante de jornalismo morador da Lomba do Pinheiro (periferia de Porto Alegre). Estamos de olho na possibilidade de construção de escolas de jornalismo na periferia. Currículo de Agiprop (agitação e propaganda). Contra o sistema. Luta de classes existe, sim. O “showrnalismo” que a mídia corporativa faz ficará “melhor”. Zerolândia ficará melhor “qualificada”. Especialistas (não diplomados) poderão brilhar.

Comecei na profissão com Marcos Faerman (Marcão), trabalhei com Pilla Vares, João Aveline e José Onofre; tive aulas de marxismo e de jornalismo com Marco Aurélio Garcia, criador do primeiro Caderno de Cultura de ZH; também tive algumas lições de jornalismo com Jefferson de Barros. Jornalistas eram intelectuais e de esquerda. O diploma que predominava era o de advogado. Nenhum jornalista da República de Livramento (Bicudo e outros) tem diploma. Acho que o Trindade e o Vieira também não. Boa parte da redação da
Folha da Manhã, da Caldas Junior, não tinha diploma. O decreto que cria a habilitação em Relações Públicas, dentro dos cursos de “comunicologia”, foi assinado pelo Jarbas Passarinho e o Delfim Neto. Não consegui o registro por ter passado uma temporada na cadeia. Fui obrigado a fazer a faculdade. Tenho o tal do diploma. Sou professor por um descuido do sistema.

Os atuais cursinhos técnicos de “comunicologia” continuarão formando o pessoal que é treinado para escrever 30 linhas. (ponto) Bons de telefone. (ponto) Ou então com qualificação para buscar release na Secretária de Segurança Pública. (ponto). Para os que possuem o DNA da profissão o diploma é um detalhe. E quando não existia Internet o cara “cascateava” e não tinha como denunciar. A informação ficava restrita ao meio profissional. Agora, o cara “cascateia” e um blogueiro (não “showrnalista”) denuncia e é processado. A rede de conivências corporativas é silenciosa. Só faz estardalhaço na defesa da “liberdade de imprensa”, deles.

Os atuais “showrnalistas”, todos diplomados, são e continuarão sendo cartógrafos do sistema. Mapeadores serviçais das elites. Nenhum dos 30 melhores alunos que tive em 20 anos de Fabico trabalhou em Zerolândia, poucos andaram (passagens rapidíssimas) por outros veículos da mídia corporativa e todos, literalmente todos, exercem a profissão comprometidos com a vida. Acho que dei minha contribuição na formação desses jornalistas. Para todos eles o diploma foi um detalhe. Uma imposição burocrática e autoritária. Quase sempre de professores que não deram certo na profissão. Ou de acadêmicos que nunca passaram nas proximidades de uma redação. Professores qualificados com o dinheiro público (mestrado e doutorado), com pouco tempo de serviço nas salas de aula das instituições públicas, hoje aposentados, trabalham nas particulares. E, estranhamente, professores que passaram grande parte de suas vidas lecionado nas universidades privadas, acabam se aposentando pelas instituições públicas. Concursados, é claro. É a rede. Sim, a rede de conivências corporativas.

O que vai acontecer? Não sei. A todos os piratas,
hackers e anarquistas e loucos, de um modo geral, desejo sucesso na multiplicação dos espaços de liberdade. A clandestinidade exige atenção, humildade, intuição e pode ser o caminho para o exercício do jornalismo com o velho sentido da profissão. Propomos a multiplicação de planfletos eletrônicos. A realização de bacanais. De orgias eletrônicas panfletárias contra o sistema. Pela realização dos prazeres criminosos e ilegais. Abandonamos a idéia dos piquetes. O melhor é vandalizar. Não significa porra nenhuma protestar. Queremos atos de desfiguramento. Não aceitamos os estúpidos desperdícios como, por exemplo, a imensa quantidade de papel gasto em jornais de merda. Lutamos pela destruição dos símbolos dos impérios da “comunicologia”. Zerolândia é criminosa. Aliena. O diploma não está ameaçado porra nenhuma. Nunca esteve. Acabou. (ponto) Fotografem a miséria conversando com os miseráveis. Aprendendo com eles. Pela ação dos marginais, dos que estão à margem, avançamos contra a barbárie.

Jornalistas, como agentes da subversão, nunca se inscrevem para concorrer a prêmios. E muito menos ainda para o Prêmio Ari-Gó. Não são os “showrnalistas” que são premiados, mas as empresas para quais vendem a alma. É tudo matéria 500. É parte da política de relações públicas. A Esso criou o Repórter Esso para combater a campanha do Petróleo é Nosso. E o “camarada” Lula poderá ser presidente do Banco Mundial.

Viva Hélio Oticica e os parangolés!!! Queremos tudo Zensentido. Glauber Rocha não tinha diploma de porra nenhuma. E, assim, ameaçava a burguesia. Como dizia o velho guerreiro Chacrinha: “quem não se comunica se trumbica”.

Mil desculpas
se às vezes
perco o ímpeto
radical
Da raiz
PALAVRAS como estiletes
CORTANTES.


Fonte: ViaPolítica/Blog Ponto de Vista

http://www.pontodevista.jor.br/blog/

Original divulgado em 19/06/2009

Wladymir Ungaretti é jornalista e professor de jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do sul (UFRGS). É editor do blog Ponto de Vista.
Para saber mais sobre o trabalho de Wladymir Ungaretti leia http://www.observatoriodaimprensa.com.br/...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Representante do Campeche na final do Miss World


Nada menos do que 39 lindas candidatas disputarão, neste sábado (dia 4), em Angra dos Reis (RJ), a coroa de Miss Mundo Brasil 2009. E a competição já começou: nesta segunda-feira, foi definida a primeira semifinalista: Anelise Laulau, a Miss Mundo Ilha do Campeche, conquistou o título de Miss Esportiva e, com isso, avançou à próxima fase.
As candidatas foram divididas em quatro times e disputaram provas de atletismo, vôlei, futebol e golfe. No final, a candidata que representa a Ilha do Campeche venceu a disputa no golfe, com Elisa Hoeppers (Miss Mundo Ilha de Santa Catarina) em segundo lugar e Raquel Pedonni (Miss Mundo Fernando de Noronha), em terceiro. Beba na fonte.

Morre o jornalista Osmar Trindade

Rafael Guimaraens, Elmar Bones da Costa (Bicudo), Rosvita Sauerssig e Osmar Trindade do Coojornal presos pela ditadura

Morreu ontem à noite em Porto Alegre o jornalista Osmar Béssio Trindade. Conhecido nacionalmente por sua atuação como jornalista íntegro e batalhador dos direitos humanos, Trindade foi o fundador da Cooperativa dos Jornalistas do Rio Grande do Sul e do Coojornal, um dos poucos jornais do país que fazia frente à ditadura militar na época
.
Tive a oportunidade de conhecer Osmar Trindade, anos 80, no período que exercia a presidência da Cooperativa e a direção do Coojornal. Trindade foi muito importante para a sobrevivência do Jornal Afinal, mensal anarco/porno/político que mantínhamos em Florianópolis nos anos 80. Proibidos de imprimir em Santa Catarina recorremos ao Coojornal em Porto Alegre, onde recebemos toda guarida.
Natural de Santana do Livramento, fronteira com o Uruguai, Trindade destacou-se como editor de Polícia no histórico jornal Folha da Manhã em Porto Alegre, onde imprimiu uma linha editorial de respeito aos direitos humanos e de combate ao regime autoritário de então. Com o fechamento da Folha pela repressão, Trindade, sem espaço profissional, funda com outros colegas a Cooperativa dos Jornalistas do RS e o Coojornal que logo ficaria conhecido nacionalmente pelo seu durio combate aos milicos de plantão denunciando torturas e desaparecimento de políticos.
Em 1980, acudsado de divulgar documentos secretos do Exército, Trindade foi presojuntamente com os jornalistas Rafael Guimaraens, osvita Sauressing e Elmar Bones, o querido amigo Bicudo. Ao ser libertado escolheu o exílio na África, Moçambique, onde trabalhou por 15 anos como assessor técnico da Unicef.
Últimamente discutia com um grupo de jornalistas a criação de um novo jornal em Brasília. Internado no dia 24 de maio no Hospital Regional Asa Norte, Trindade foi transferido no sábado passado, dia 27 para Porto Alegre em estado grave.
A informação da morte de Trindade me foi passada pelo jornalista Luiz Gonçalves Fonseca, o Chuvico, assessor do senador Pedro Simon. Aí uma curiosa coincidência. Chuvisco teve Trindade como o seu primeiro chefe na Folha da Manhã em Porto Alegre no dia 1 de julho de 1974 há exatamente 35 anos.