No início do ano legislativo, os professores sabem
que o ano letivo será movido a sangue, suor e
lágrimas, com perda de direitos e descaso dos
governantes com a educação nos diferentes níveis.

No caso brasileiro, o acirramento da campanha eleitoral, com vitória ajustada pela propaganda em larga escala, carregada de emoções e sentimentos, de disputas e fantasias , assim como, uma miríade de empulhações, se traduziu no legado do “estelionato eleitoral” e desencantamento em velocidade sideral.
Nossa governanta do Planalto Central, para aplacar os ânimos, diante de uma paralisia e silêncio sobre o futuro da nação, toma posse e lança mão de mais um slogan midiático : “BRASIL – PÁTRIA EDUCADORA”.
No ajustado momento de transição da herança produzida pela própria criatura, os ministros são chamados a defender a bandeira governista. Eis que, no enredo da crise fiscal e na escandalosa lama que foi lançada a Petrobrás, por sucessivas tramoias e estripulias corruptivas, os recursos do pré-sal são mais uma ficção que traduz a tragédia que a EDUCAÇÃO brasileira está submetida.
Neste intrincado enredo de responsabilidades, quais foram as primeiras ações do Governo Federal para salvar a Educação brasileira da crise e caos que desencanta as esperanças de gerações – CORTE DE VERBAS, MUDANÇAS DE REGRAS, ATRASO NOS REPASSES .
No plano federal, a situação é de desencantamento geral, visto que, notícias de atrasos de bolsas e recursos são cotidianos. Como os governantes são prodigiosos em falsear a realidade, ora negam, noutro momento desmentem, para finalmente admitir que ocorreu um redimensionamento no FLUXO.
No plano estadual, inúmeros governadores, não satisfeitos em se submeter a crise, tratam de ajustar as contas, usando como “BODE EXPIATÓRIO”, os miseráveis e esgualepados professores!!! As sucessivas greves e denúncias nos governos estaduais, por condições de trabalho deploráveis e salários irrisórios, colocam em xeque o slogan “BRASIL: PÁTRIA EDUCADORA”.
Na atual conjuntura recessiva, o silêncio e cumplicidade dos brasileiros somado ao escárnio de governantes e legisladores, traduzem o slogan real do legado educacional atual
- “BRASIL : PÁTRIA ENGANADORA”.
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