terça-feira, 29 de julho de 2014

Os enigmas do discurso político em SC.

Leal Roubão
Por Leal Roubão*

Meu desafio é entender o que a nossa geração deseja, precisa e merece”.
   Com esta frase Kantiana, o socialista Paulo Roberto Bornhausen tenta desvendar os mistérios da ansiedade juvenil. Em todos os tempos da Humanidade, as gerações desejam paz, amor, trabalho, estudo, honestidade na vida social e política, inovações e transformações. Alguns querem revoluções.
   O jovem candidato é fruto de uma família de políticos que usou os recursos do Estado para garantir suas necessidades materiais, sociais e políticas. São verdadeiros socialistas neste aspecto. Não acreditam na livre iniciativa, não possuem empresas, não arriscam novos negócios. Nos poucos que tentaram, sucumbiram.
   O clã dos Bornhausen usa o Estado com maestria inigualável. Fazem grandes negócios público-privados. São ricos, mas não possuem empreendimentos nem virtuais.
O candidato terá que resolver este grande mistério: Entender o que a nossa geração deseja, precisa e merece.

As pessoas em primeiro lugar” e “Santa Catarina em primeiro lugar

   Raimundo Colombo, uma espécie de Rubens Barrichello da política e cria dos Bornhausen desde 1979, responsável pelos Comandos Sociais no governo JKB, subia os morros da capital para saber das necessidades de sua geração. É também um grande socialista. Sempre viveu à custa do Estado. Ocupou diversos cargos públicos até se tornar um grande pecuarista. É um dos grandes proprietários rurais na Coxilha Rica em Lages.
   Como não herdou grandes fortunas, presume-se que seja um excelente administrador financeiro. Teria economizado parte substancial de seus salários para adquirir as grandes pastagens lageanas. 
   Escreveu um livro: O povo tem rosto, nome e endereço. Como não colocou o CEP (código de endereçamento postal), poucos o receberam. 

* Jornalista mais premiado no ano passado, na área política e sociológica, formado na Escola das Lides Portuguesas, em Lisboa, com doutorado em Londres na Press, Less and Guess, a mais revolucionária escola de jornalismo da Europa.

Um comentário:

Léo disse...

Incrível como políticos multiplicam o patrimônio durante o mandato. Pena que não usem esse dom divino em obras para o povo (se bem que suas fortunas derivem dessas "obras")...