terça-feira, 9 de setembro de 2014

O atelier do meu avô em Portugal.


  Por Leal Roubão*
   O escritor Leal Roubão I, meu bisavô (foto), muitíssimo parecido comigo, ou melhor, eu com ele. Este era seu escritório, na Rua das Carmelitas, no centro do Porto. Ficava bem ao lado da "Fábrica e Armazém das Carmelitas, Fernandes, Mattos & Companhia", a maior casa de tecidos do Porto, fundada em 1886, que ainda hoje conserva o seu charme com o interior amplo, colunas debruadas a ferro, prateleiras ao correr das paredes e uma fantástica escadaria em madeira entalhada.

   Lá, no jornal "Águas do Cais", ele assinava uma coluna diária. Era uma coluna multifocal:


Vizinhos dos Roubão ainda mantém o charme
 política, comércio, religião, social e jurídica. Recebeu o prêmio Pedro Álvares Cabral pela cobertura da reta final da vida de Dona Maria, a louca. Aquela que vem a ser a madrinha espiritual do Roberto Requião, aqui do Paraná. Nossa família, os Roubão, é muito leal ao 
passado. Daí meu nome: Leal Roubão. Nunca nos intimidamos com pressões políticas, sequer da Coroa Portuguesa.

   Aqui em Santa Catarina, o Raimundo Colombo, homenagem a outro navegador europeu do século XV, está licenciado da campanha por causa dos olhos inflamados. Não quer ver a realidade estadual... Presume-se.

   O Paulo Bauer espera outra parcela da empresa Espaço Aberto. Mas, Colombo cortou os pagamentos.

   Vignatti está sem o apoio da Dilma. Ela é mais PDT (Maneca Dias) do que PT.

   A delação do ex-diretor da Petrobrás está abalando os índices do IBOPE. Novidades na próxima pesquisa.

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