quarta-feira, 8 de junho de 2011

Assessor de imprensa era falsário da internet

Matéria publicada pelo Página3 

Waldemar Cezar Neto

O chefe da assessoria de imprensa da prefeitura municipal de Balneário Camboriú, Rafael Weiss, usou durante vários meses uma identidade falsa na internet para difamar pessoas e promover o prefeito Edson Renato Dias.

     Rafael criou o perfil de um profissional jovem, atuando em comércio exterior, bem sucedido, sempre em viagens internacionais, admirador de carros antigos, aeromodelismo e internet. Ele “viajava” para países como África do Sul e China. Apesar das viagens serem falsas, Rafael/Ricardo postava mensagens como se estivesse nesses locais, descrevia eventos que participou, fornecia detalhes que criaram a aparência de que o personagem era real. Ele revelou que morou em São Paulo, em Itajaí e está “há anos” em Balneário Camboriú.

    Em 13 de abril deste ano o Página 3 informou que Ricardo Schnuffler não existe, não tem carteira de identidade, nem de motorista, nem passaporte ou CPF. O texto destacou que o falso personagem usou computadores da prefeitura para postar seus comentários. 

    Tão logo a informação foi publicada, o perfil falso foi apagado no Twitter, o personagem tentou sumir, mas todas suas postagens já haviam sido copiadas por advogados de pessoas que sofreram difamação, principalmente adversários políticos do prefeito Dias. Junto com as postagens foram arquivados os endereços eletrônicos de onde elas saíram, computadores da prefeitura, telefones celulares facilmente identificáveis com autorização judicial e coisas do tipo.

     Só faltava descobrir quem se ocultava atrás do nome falso. O Página3 e seu editor eram constantemente difamados por "Schnuffler" e postou uma notícia de "procura-se". Semanas atrás um jornalista procurou este repórter para informar que conhecia a verdadeira identidade do difamador, deu o nome, descreveu circunstâncias em que estiveram juntos e indicou outras pessoas que poderiam confirmar suas afirmações.


     Na semana passada uma jornalista que não tem ligação com o primeiro informante procurou este repórter e descreveu os mesmos fatos, sabia quem era o falso Ricardo Schnuffler, porque trabalhou ao lado de uma pessoa que usava este pseudônimo, para fazer em Itajaí, o que continuou fazendo aqui, difamar por interesses escusos, escondendo-se por trás de uma identidade falsa. Esta jornalista, Roberta Dietrich, foi ao cartório e declarou que “desta forma reafirmo que Rafael Weiss é a pessoa que usa o nome de Ricardo Schnuffler na internet para difamar pessoas em Balneário Camboriú e região”. Na mesma declaração a jornalista afirmou que “foi testemunha ocular” dos fatos, estava junto no mesmo ambiente de trabalho, quando Rafael usou a identidade falsa de Ricardo Schnuffler para postagens na internet. No documento firmado em cartório, Roberta incluiu uma troca de mensagens com Rafael onde reclamou de um comentário de Ricardo Schnuffler. Rafael respondeu “... já tomei providências com os responsáveis, a brincadeira deles acabou”.

    A resposta levanta a possibilidade de Rafael comandar outras pessoas (“tomei providências”) que também usavam o nome falso para difamar. Agora resta encaminhar todos os documentos e esta matéria às autoridades competentes, inclusive com cópia ao prefeito Dias que, imagina-se, não pactua com este tipo de comportamento.

L.A. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Assessor de imprensa era falsário da internet": Senhor Sérgio,
Algumas perguntas elementares.
O rapaz era ligado ao Leonel Pavan? Fumava um baseado? Era esquizofrênico? Queria participar do Big Brother Brasil? Estava buscando seus 15 segundos de fama? É candidato ao Pulitzer Prize?
 

Cartazes da Copa

O Cangablog está publicando diariamente alguns cartazes com curiosidades sobre todos os campeonatos mundiais de futebol. Tem as maiores goleadas, maiores zebras, timaços sem taça, gols históricos, as copas nos continentes, mascotes das Copas etc. Começou com Cartazes de todas as Copas. hoje Os Mascotes das Copas.

 

Quando você chegar

Dieta

Comecei uma dieta: cortei a bebida
e as comidas pesadas e 

em quatorze

dias perdi duas 

semanas de vida.
(Tim Maia).

Um olhar sobre o século 20

Por Marcos Bayer

    Provavelmente nós que nascemos na década de cinqüenta do século passado vivemos a melhor juventude da era moderna.


    Não sofremos os traumas do pós-guerra vividos, sobretudo na Europa. Não fomos vítimas da repressão sexual e pressentimos a era de Aquário sem a mera ilusão. Incorporamos a moda das calças de cintura baixa com boca de sino, dos cabelos compridos, da bandana na testa, da flor na orelha e da jaqueta de general, embora vermelha.


    Brilho nos olhos, sorriso nos lábios e o rosto exposto ao vento e ao sol da alegria do pré-verão contagiava a nós todos. De “help me to get my feet back on the ground”, passando por “olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela menina, que vem e que passa, num doce balanço a caminho do mar”, até “No woman no cry – Oh, good friends we’ve lost, along the way, in this great future, you can’t forget your past, so dry your tears, I say”.


    Havia uma esperança no ar, havia propósito na ação, havia vontade de reunião: nós queríamos nos encontrar para rir, falar e sonhar.


    Uns fumavam baseados na ampliação, outros cheiravam a pureza que vinha da folha da coca, sob a luz de velas, ouvindo suavemente a Dionne Warwick cantar “Walk on by”, sem muita agitação.
 

    O tempo era mais elástico, menos cronológico. Não por acaso se dizia: Esta noite vamos esticar até mais tarde.

    As marcas representavam as duas ideologias: a foice e o martelo da URSS, a estrêla vermelha da boina do Che Guevara, as letras inclinadas da Coca-Cola, o cavalinho da Ferrari ou o Lee das calças jeans. Nós ainda discutíamos qual deveria ser o caminho para a humanidade. A ecologia começou a entrar na pauta: “Eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais, e tenha somente a certeza, dos amigos do peito e nada mais”.


    As mulheres, lindas e formosas, jovens ou maduras, usavam perfumes de acordo com suas características. Podia ser uma essência de gerânio, gardênia, flor de laranja ou patchouli.


    Nossos pais escutavam Frank Sinatra cantar: “I did it my way”. Éh, naquela época as pessoas ainda tinham o seu próprio jeito de fazer as coisas. Não estávamos padronizados nem pela altura dos botões do paletó dos ternos escuros, sobre camisas opacas com gravatas sem cor. Não havia “download”, nem “blog” ou “pen drive” para tentar transformar o homem num ser indolor.
    

    O Taiguara cantava e dizia sobre o cheiro do amor em “Universo no teu corpo”. Al Pacino representava o cego que sentia o perfume de mulher. Pelé fazia mil gols, depois de ter sido tri-campeão nos campos internacionais. Big Boy era o locutor das madrugas cariocas da rádio Mundial. Armando Nogueira escrevia no Jornal do Brasil a coluna mais poética do futebol. A Boeing lançava o Jumbo 747. Os carros da GM eram os mais vendidos no planeta. Carlos Castañeda fumava a erva do diabo e dizia: “Esteja alerta a cada segundo. Não permita que nada nem ninguém decida por você”. Nós vivíamos tempos de referências.

    Os que venciam usavam mais o talento do que o juízo. Não era preciso lograr. Hoje é só logro, roubo, dissimulação.


    Andy Warhol previa que alguns teriam 15 minutos de fama. Hoje não se tem nem 15 segundos. É muita informação. Estamos na era do fast-food, virtual sex and internet banking.

    Floripa era nossa, havia siri para todos. As praias eram limpas e as águas puras. Todos se encontravam no boteco da esquina. O nivelamento era mais pela inteligência e menos pelo dinheiro. A cidade, embora menor, era composta de mais personalidades. O tempo passou e não só Carolina não viu.

    Veio a globalização, a homogeneização e a poluição. Tudo mudou. Algumas coisas ficaram melhores, outras piores.


    Um negro governa a nação mais branca, protestante e anglo-saxônica do mundo. O G7 terá que ser ampliado para G20 em definitivo. A produção de cereais, entre eles a soja e o milho, e a criação de gado contribuem com 18% na emissão de gases para o aquecimento global.


    O neoliberalismo quebrou grandes ícones do capitalismo, como: a General Motors, o Banco Lehman Brothers, a Swissair, a Virgin Megastore e alguns   países. Entre eles a Argentina, Portugal, Grécia e Espanha.


    Nem tudo está perdido, porém. Já somos sete bilhões procurando comida, trabalho e abrigo para morar. Aprendemos a calcular a pegada ecológica individual. A esperança de que a vida humana no planeta vá melhorar é o que nos move adiante. A mega sena ajuda.

    Ainda bem. Como dizia o poeta, “navegar é preciso, viver não”.


Leandro Schappo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Um olhar sobre o século 20": Excelente texto.
Nós, nascidos até 1980, crescemos em uma era que:
1. não se usava cinto de segurança
2. íamos à casa dos nossos amigos a pé ou de bicicleta
3. jogávamos futebol no meio da rua, usando chinelos como traves, ou jogávamos "taco" e corríamos para procurar a bolinha no meio do mato
4. subíamos na árvore do vizinho para apanhar uma fruta...
E sobrevivemos, firmes, fortes e inteligentes.
Agora, essa geração perdida, vive virtualmente, se esquecendo de como é boa a rua, tanto que, recentemente, o Fantástico exibiu uma reportagem afirmando que as crianças de hoje são mais fracas que as de 10 anos atrás (http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1664030-15605,00-CRIANCAS+DE+HOJE+ESTAO+MUITO+MAIS+FRACAS+DO+QUE+HA+DEZ+ANOS.html). 

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Palocci caiu!!!!!

Leandro Schappo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "O Palocci caiu!!!!!": Parabéns pela velocidade da informação.
Nem mesmo a Globo tinha noticiado a queda do Palocci e você já havia publicado a notícia no teu blog.

Olhar da janela...

Do Milton Ostetto, no Rio

ARQUIVOS DA COPA DO MUNDO

O Cangablog estará publicando diariamente alguns cartazes com curiosidades sobre todos os campeonatos mundiais de futebol. Tem as maiores goleadas, maiores zebras, timaços sem taça, gols históricos, as copas nos continentes, mascotes das Copas etc.
Começando hoje com: Cartazes de todas as Copas.

 

A Vó Zunga partiu

    Altiva Correia da Rosa, a Vó Zunga, era a Parteira mais antiga de Quaraí (RS). "Avó" de mais da metade do município, Vó zunga faleceu ontem (6), aos 96, em Porto Alegre.

    Eu e meus quatro irmãos nascemos pelas suas mãos. Era prima da minha mãe. Tenho por ela um carinho muito especial. Baixinha, enérgica, rápida, sempre esteve pronta para me defender quando tinha alguma conta para acertar com meu pai. Morava na rua atrás da nossa casa, em Quaraí. 

    Não foram poucas as vezes que varei os fundos de quintal de vários vizinhos para me abrigar na casa da Zunga e do "Tio" Rozinha. Quadras de 150 metros, as casa eram de frente para a rua e tinham grandes quintais com árvores e mato. Terreno dominado, pois sempre andava por ali criando trilhas, "atalhando" para ir a alguma venda  fazer "mandado", ou caçando passarinho e periá.

    As perdas sempre nos deixam triste. Mas pela primeira vez, vejo como verdade uma coisa muito comum das pessoas falarem quando morre alguém: "descansou finalmente".

    Estive com a Vó Zunga ano passado em Porto Alegre. Tinha seu apartamento na rua Farrapos, mas nos últimos tempos estava morando no edifício Alagio, há poucas quadras dali, com a tia Antônia. Conhecia a todos nas redondezas. As vezes inventava alguma coisa para fazer, e saía à noite, a pé, até seu apartamento.

- As gurias me cuidam, dizia.
    As gurias a que Vó zunga se referia, eram as moças de fino trato que trabalhavam à noite na esquina da Avenida Farrapos. As vezes a acompanhavam. A conheciam pelo nome.
    Os nosso encontros sempre eram de alegria. Me perguntava coisas que me fazia rir. Sempre me tratando como um guri levado, lembrava de molecagens minhas de infância, o que fazia a conversa render um bom tempo.

    Na última vez em que nos vimos escutei ela falar:

- Meu deus! Quanto tempo mais eu vou durar Sergio Antonio?

    Achei estranho, a princípio, ouvir uma pessoa desejando morrer. Aos seus 96 anos, a Vó Zunga estava cansada de viver. Isso não fez dela uma pessoa amarga, talvez mais quieta um pouco, mas nunca triste. Com excelente saúde, pessoas queridas por perto, mas alguma coisa tinha ido embora. Não sei o que. Talvez a "pegada" da vida!
    
    Estranho era ver uma pessoa que passou a sua existência dedicada a trazer vida à vida, de repente desejar a morte. Mas talvez por isso mesmo, pelo seu trabalho com a vida, que é a outra ponta da morte, tratasse do assunto com tanta naturalidade.

Tchau Vó Zunga!

L.A. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A Vó Zunga partiu": Bela homenagem! Aos de vida, no além vida... 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

DE PALOCCI EM PALOCCIS

Por Edison da Silva Jardim Filho
 

    Cruzei, na rua, anteontem, em Florianópolis, com o meu contemporâneo de faculdade de direito na UFSC, e leitor dos meus artigos, para honra minha, o advogado Júlio Cézar Sampaio Teixeira, que, logo de cara, perguntou-me: “- Você não vai escrever sobre o Palocci?” Respondi-lhe que a política e os políticos nacionais já são objeto da grande e independente imprensa escrita brasileira, principalmente a das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, e dos seus afamados jornalistas, que são articulistas e colunistas. E que eu considerava que pisava em terreno mais seguro- devido às minhas naturais limitações- e utilitário, se tratasse, em meus artigos, dos Paloccis de Santa Catarina, que não são poucos nem menos deletérios.

    Despedi-me do meu amigo e fui comprar o jornal “Folha de S.Paulo”. Ao abri-lo, no meu escritório, eis que me deparo com uma entrevista de duas páginas do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, transcorridas três semanas desde que uma reportagem da “Folha de S.Paulo” noticiou que ele multiplicara o patrimônio por 20 nos últimos quatro anos; que a sua empresa de “consultoria”, a “Projeto”, faturou, em 2010, R$ 20 milhões, sendo que mais da metade desse valor foi recebido após a eleição da presidente Dilma Rousseff, quando desempenhava a função de coordenador-geral da transição de governo; e que adquiriu, recentemente, dois luxuosos imóveis na capital do Estado de São Paulo: um apartamento pelo preço de R$ 6,6 milhões e um escritório por R$ 882 mil. Ao longo da entrevista de Palocci, em que a “confidencialidade” das relações entre as empresas privadas contratantes e a sua “consultoria” era a sistemática e monocórdica desculpa para deixar de responder, objetivamente, às perguntas chaves que elucidariam, de vez, o caso, deparei-me com a indagação e a resposta que, para mim, descortinavam a natureza lobística do trabalho que ele realizara. Pensei com os meus botões: esse bem que pode ser o assunto do artigo que escreverei amanhã, se a “Folha de S.Paulo” de domingo e nenhum dos seus articulistas acusar a descoberta. Logo cedo, ontem, comprei o jornal “Folha de S.Paulo”. Os editoriais da contracapa não abordavam o assunto. Li os artigos do Clóvis Rossi, da Eliane Cantanhêde, do Janio de Freitas, e o belíssimo texto de Elio Gaspari, sobre um imaginário e-mail do ex-ministro do Planejamento, Celso Furtado, endereçado ao atual ministro da Casa Civil, e nada. Nas reportagens, também não havia menção a ele. A pergunta, a que me refiro, era a seguinte: “O sr. poderia detalhar como era o trabalho de consultoria da Projeto?” E a resposta de Palocci: “Na época da crise econômica, em 2008, havia no mercado muitas empresas contratando créditos com cláusula cambial, contratos em dólar. Isso eu conversei com praticamente todas as empresas com que eu tinha contratos. Dado que tinha uma crise, eu sugeri a essas empresas que elas estavam correndo muito risco fazendo contrato de câmbio na medida que, com a evolução da crise, os níveis cambiais poderiam ficar muito voláteis.”

    Ora, ora! Todas as empresas que contrataram os serviços de “consultoria” de Palocci, eram e só podiam ser grandes empresas (os nomes de algumas delas já apareceram no noticiário: a empreiteira Camargo Corrêa, a construtora WTorre, e os bancos Safra e Pactual). E é sabido que qualquer uma empresa de grande ou médio porte tem, hoje, em seus quadros, economistas extremamente preparados, a maioria esmagadora com mestrado, doutorado e pós doutorado obtidos em universidades renomadas dos Estados Unidos e dos principais países da Europa. Contratar, a peso de ouro, um médico sanitarista que, antes de ser ministro da Fazenda, foi prefeito de Ribeirão Preto, para dizer a empresários poderosos e experientes, durante a crise econômica mundial de 2008, que era melhor terem prudência na “contratação de créditos com cláusula cambial”, ou seja, ao firmarem contratos cuja execução ficaria à mercê de variação do preço de moeda estrangeira?... Eu não tenho nenhum trato com a economia, nem mesmo com a mais trivial, mas não sou idiota, e sei, com a mesma segurança que, olhando pela janela do meu escritório, digo se o dia está ensolarado ou chuvoso, que nenhuma grande ou média empresa brasileira contrataria o ministro Palocci para emitir tal parecer.


Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DE PALOCCI EM PALOCCIS": Essa foto do doutor consultoria é emblemática. Estaria ele pensando nas diferenças entre formigas e cigarras? Pois acabou de representar aquele inseto que passa o verão a cantar, pedindo comida prá formiga, no frio.  


Diego Wendhausen Passos deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DE PALOCCI EM PALOCCIS": Sobre a empresa WTorre, a única referência que tenho dela é em relação as obras na nova Arena do Palestra Itália, estádio do Palmeiras. Por pouco, a empresa ficou sem a obra, devido a problemas com a direção palmeirense.
Porém, a direção do clube paulista, comandada por Arnaldo Tirone, aliado do nefasto Mustafá Contursi, é de caráter questionável, e não é digna de confiança.
Quanto a empreiteira, foi contratada pelo ex-presidente e economista Luiz Gonzaga Belluzzo, que saiu antes do final do mandato por problemas de saúde, deixando o zero a esqueda do Salvador (das desgraças) Palaia, um péssimo funcionário para uma agremiação esportiva. Em relação a aspectos morais e éticos, não tenho referências sobre eles. 



Comentário: Muito interessante o texto. Do ponto de vista analítico, poderia lembrar que o médico-economista Palocci tem profundas ligações com o mundo dos espíritos, entidades que lhe auxiliam na percepção antecipada dos fatos. E claro, neste mundo neoliberal, até os espíritos já estão cobrando. E, às vezes, não têm a exata noção dos preços.
Hamilton Garcia

Saia justa no DETER: Sandro Silva atropela Cobalchini

Desautorizado, Cobalchini reagiu
    O Secretário de Estado da Infraestrutura, Deputado Valdir Cobalchini, ficou sabendo da realização de uma reunião clandestina, convocada pelo presidente do DETER, Sandro Silva, e não ficou nada feliz. Determinou o cancelamento imediato das decisões adotadas na reunião e convocou outra, para discutir o assunto.
    A reunião
    No dia 31/05/2011, o Conselho Administrativo do DETER se reuniu, sem convidar o seu Presidente, Deputado VALDIR COBALCHINI, Secretário de Estado da Infraestrutura, e aprovou o reajuste das tarifas do transporte coletivo intermunicipal de passageiros em aproximadamente 8,0 %. 
     É a primeira vez, que eu saiba, que um Conselho se reúne por convocação do Vice-Presidente, no caso o Presidente do DETER, ex-vereador SANDRO SILVA, e esconde a convocação do titular. 
    Curiosamente, o Procurador Jurídico do DETER, também membro do Conselho Administrativo, indicado pelo Secretário, não foi convidado. Porque será que os Diretores do DETER (Presidente, Diretor de Transportes e Diretor Administrativo) queriam decidir sozinhos o reajuste tarifário das empresas? Será que haverá alguma contribuição à campanha do Sandro Silva à Prefeitura de Joinville?
    A atropelada foi interpretada como uma grave traição ao Presidente do Conselho, que ficou desmoralizado. O seu subordinado, Vice -Presidente, estaria mandando mais que ele. As novas tarifas entram em vigor no dia 12/06/2011.
    Na reunião houve uma decisão política de conceder 2% além da variação anual dos custos (6%), o que totalizou 8 %, a título de reposição de "eventuais" perdas. Por ser uma decisão política, mais necessário ainda seria a participação do Coordenador político da pasta, no caso o Secretário que foi excluído.

Imagem

Blumenau no olhar de Marili Bentin

Contadores da Fazenda na mira

    Muitos dos contadores aprovados no último concurso da Secretaria da Fazenda, com salário inicial de R$ 7 mil, designados para trabalhar nas gerencias de contabilidade da administração diretas estão recebendo sem trabalhar.
    Ou melhor, sem dar expediente. Muitos moram nas suas cidades e apenas visitam o local de trabalho, em outro município, uma vez por mês para "fechar as contas".
    A bandalheira maior está, é claro, nas Secretarias de cabides Regionais, criadas por Luiz Henrique e mantidas pelo governador Raimundo Colombo.
    O caso, que vem gerando indignação entre funcionários de carreira que efetivamente fazem a contabilidade, já está sendo investigado e deve ser a próxima bomba na imprensa.

M.L. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Contadores da Fazenda na mira": Boa Tarde Jornalista,
Quero parabenizar pela sua postagem. Certamente todos os funcionários públicos sabem o que e acumular funções. Mas também sabem o que é "matar o serviço". Acorda Secretário, fiscalize, pois tem contador "malandro" dando o golpe nos colegas e nos contribuintes. Não responde cumulativamente e não aparece para trabalhar. E pode estar seguro contador Pedrinho, o serviço não está sendo feito.

Marcos A. Lobatto/São José-SC 


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Contadores da Fazenda na mira":Senhor Sérgio Rubim, acredito que esteja buscando informações de "fontes" confiáveis para postá-las em seu blog. Do contrário, estaria desprestigiando a categoria com informações inverídicas e absurdas, tratando os servidores com profundo desrespeito. Gostaria que o senhor dissesse também o que é "fazer a contabilidade", pois colocou substitutos que não existem, já que o contador assume todas as responsabilidades que lhes são afetas nos órgãos.
Marcelo Inocencio Pereira
Contador da Fazenda Estadual
Presidente do Sindicato dos Contadores da Fazenda Estadual de Santa Catarina - SINCOFAZ

Comentário: Boa tarde amigo jornalista
Gostaria de tecer um comentário quanto ao publicado no seu blog.
Na certa não é de conhecimento do jornalista, nem tão pouco da pessoa que tem fornecido a informação, de que vários contadores respondem cumulativamente por duas SDRs, sendo que prestam seus trabalhos com sede fixa em uma SDR e a outra SDR é atendida com trabalho a distância, por meio se sistemas informatizados.
Mesmo com essa ferramenta de trabalho, o contador precisa estar eventualmente na outra SDR para conferência de documentos contábeis.
Quando o jornalista informa que outra pessoa faz a contabilidade está plenamente enganado, pois devem estar confundindo execução orçamentária e financeira com contabilidade. A contabilidade é trabalho privativo de contador.

Atenciosamente,

Pedrinho Luiz Pfeifer
Contador da Fazenda Estadual

ACI-Atividade Contábil
SEF/DCOG/SDR-Maravilha
CRC SC 025075/O-9 

domingo, 5 de junho de 2011

Novas Cartas Baianas

Por Emanuel Medeiros Vieira
Aprovação do Código Florestal pela Câmara: O elogio da motosserra

Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come.” (Greenpeace)

    A aprovação do inominável a do Código Florestal pela Câmara dos Deputados É UM RETROCESSO AMBIENTAL QUE – SE NÃO FOR MUDADO NO SENADO OU VETADO PELA PRESIDENTE DILMA – afetará as atuais e as próximas gerações de brasileiros.
    É o elogio da motosserra, é a apologia do desmatamento. No fundo (não exagero) é a defesa da morte e da destruição.
    É claro que se o Senado não mudar o código, as mudanças propostas irão gerar uma cadeia irreversível de devastação ambiental que irão danificar a paisagem do Brasil para sempre.
    Os desmatadores estão fora de controle, incentivados pela promessa de anistia e da nova regulamentação. O desmatamento se multiplicou a um nível astronômico. O desmatamento da Amazônia atingiu em abril 593 km quadrados da floresta, cinco vezes mais que o índice registrado no mesmo mês de2010, segundo dados oficiais divulgados em 18 de maio.
    Emendas dos ruralistas irão anistiar crimes ambientais cometidos antes de 2008, e acabarão com a proteção a áreas vulneráveis, tais como matas ciliares e topos de morros, áreas em que a cobertura florestal é crucial para prevenir deslizamentos e enchentes como as que recentemente devastaram comunidades de norte a sul do país.
    Os constantes assassinatos de ambientalistas e de defensores da Amazônia no Norte, não estarão ligados à certeza da impunidade? Não adianta o governo só fazer reuniões e se lamentar.
    É PRECISO AGIR! É PRECISO NÃO TER MEDO!

    É uma luta duríssima!
    Durante a campanha eleitoral, Dilma prometeu vetar qualquer lei que aumentasse o desmatamento.
    Cobremos a sua promessa!
(Salvador, junho de 2011)

sábado, 4 de junho de 2011

O Pantano do Sul de ressaca.

Foto do Milton Ostetto

A hera adad

    O Ministro adad já entrou para a história. Política sem gozação vira chateação. Os advogados não perdem tempo.
Do juiz para o querelante:
- Esse documento está nos autos?
Resposta - Seu doutor, infelizmente não tenho altos. Eu vim de táxi.
    Se nosso ilustre educador continuar fornecendo material, como alias tem feito seguidamente, vai acabar sendo interpelado por associação, sindicato ou coisa parecida dos chargistas, cartunistas, humoristas etc...por concorrência desleal.
    Em verdade, as piadas já vem prontas e ninguém resiste ao desejo de passa-las adiante. A culpa é dele mesmo. Parece que o ministro está inspirado na novilingua da obra de Orwell, George, 1984.

Mister M
    Esse episódio lamentável do Palocci, reincidente aliás, em coisas estranhas, talvez só mereça atenção pelo que se sabe, dado o comentário feito pelo nosso competente apresentador Cid Moreira.
    Garantem que ele teria se recusado a fazer a apresentação do espetáculo, por uma questão de ética profissional.
    Palocci não é o Mister-M e provavelmente não ira mostrar como se fazem verdadeiramente essas mágicas, envolvendo assessoria.
    Os outros mágicos do País agradecem penhorados.
Abraços
Jaison Barreto

sexta-feira, 3 de junho de 2011

“Ai meu Deus do céu”

Do IG   
Em sessão na última quarta-feira no Senado, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) soltou mais uma de suas pérolas.
    Aproveitou que a ex-mulher Marta Suplicy presidia a sessão para cumprimentá-la, na tribuna, pela turnê dos filhos músicos, João e Supla, em “46 cidades dos Estados Unidos”.  Sem acreditar no que ouvia, Marta deixou escapar: “Ai meu Deus do céu”. 
    E não perdeu tempo em passar a palavra para o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

HABITAR

 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

No Barraco do Seu Aparicio - Esperando a tainha no Campeche

By Jackó Campeche

Henrique Colonese deixou um novo comentário sobre a sua postagem "No Barraco do Seu Aparicio - Esperando a tainha no...": Bela foto, parabéns. Porém a tainha que é bom nada ainda.
Abraço. campechefatosefotos.blogspot.com 

Piadinha...

Alô, alô... Doutor Jorge?
Alô, alô, alô?

Éhh... Hoje é melhor ficar em casa.

Não vai dar para governar. 

Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Piadinha...": Enquanto isso, do outro lado da linha, dedilhando sua viola, seu jorge balbucia:

Sangue, Sangue, Sangue. . .

Chatterton, suicidou;
Kurt Cobain, suicidou;
Getúlio Vargas, suicidou;
Nietzsche, enloqueceu;
E eu não vou nada bem.
Não vou nada beeeemmm (50x) 

MILAGRE!!! MILAGRE!!! MILAGRE!!!

Corcel Amarelo cura mais um portador de necessidades especiais que pede dinheiro em semáforos em Porto Alegre /RS.

LesPaul deixou um novo comentário sobre a sua postagem "MILAGRE!!! MILAGRE!!! MILAGRE!!!":
Apenas tretas sob a bombacha ancha
em altaneira e despudorada safardagem
muletas levam a grana pro capeta da fronteira
que de bengalas coloridas, bebe, bebe e
bebe em sua sanha sem-vergonha
os minguados trocados, roubados nas veredas
aos incautos que na sanha trilhamsendas safadas, imundas e sujas.

O desastre de Brasília

"Raimundo foi dar em Brasília e tentar vender o seu "peixe". Foi peitar o Ministro da Educação e tentar arrancar dinheiro do governo federal para tapar o rombo do FUNDEB. Aquela Casa de Irene que todo o mundo meteu a mão e teve seus recursos desviados, pelo rato-mor Luiz Henrique da Silveira, para os outros podres poderes da combalida Santa Catarina".

     Parece que o nosso governador, Raimundo Colombo, além de estar totalmente perdido no governo tipo, onde estou? quem sou? não aprendeu nada com os seus anos de senador na capital da corrupção.

    Não é a primeira vez que o governador sai de Florianópolis com alardeadas expectativas de sucesso e chega em Brasília e dá com os burros n'agua!

    Na sua primeira viagem oficial à Capital, o governador fez publicar na imprensa comprada, que tudo repete obedientemente, que estaria sendo esperado para uma audiência com a presidente Dilma, recentemente eleita.

    Passadas algumas horas, SC ficou sabendo que o grande encontro não passou de um encontrão de corredor, com tempo suficiente para um: - Boa tarde presidentA!

    Ali, naquele episódio, começa a se forjar na cabecinha dos medianos pensadores que formam opinião, a idéia de que o buraco era mais embaixo. 

    Temos que tomar cuidado com o que diz o governador e com o que vamos escrever e divulgar. Nem sempre a realidade bate com o que diz o homem das Lages. Maneira delicada de insinuar que Raimundo Colombo mente e conta trololó.

O desastre
     Mas agora, em sua incursão a Brasília, o desastre foi um DESASTRE!
Colombo parte de florianópolis com a sua troupe de deputados e secretários, em direção à Capital Federal. 

    Vai em comboio, como os antigos tropeiros, que vindos de Viamão (RS) atravessavam o Pelotas, no Paço de Santa Vitória, passavam por um terreno lindeiro com a, hoje, fazenda do governador, na Coxilha Rica, e davam em Sorocaba (SP), onde vendiam o seu gado.

    Raimundo foi dar em Brasília e tentar vender o seu "peixe". Foi peitar o Ministro da Educação e tentar arrancar dinheiro do governo federal para tapar o rombo do FUNDEB. Aquela Casa de Irene que todo o mundo meteu a mão e teve seus recursos desviados, pelo rato-mor Luiz Henrique da Silveira, para os outros podres poderes da combalida Santa Catarina.

    Mas é lá, em Brasília, que o buraco é mais embaixo. Ali tem bandido, ladrão, mau caráter, falsas vestais e outras excrescencia mais. Ali só não tem bobo!

    Sem argumento e com um rabo maior que o de uma raposa, o governador se transformou em triste personagem de uma desastrada negociação e, além de ter que ouvir, voltou de mãos vazias para o Estado. Os professores continuam na mesma. Em greve, protestando e lutando por seus direitos. O governo se desgastando a cada dia, e fazendo uma cagada atrás da outra. 

    Não é dinheiro que falta. Falta competência!

Vejamos o que fez o governador em Brasília:

1 - Pediu recursos para que a União complementasse a verba para a implantação da lei do Piso Salarial dos professores. 
    De resposta teve que ouvir que SC tem uma grande arrecadação e, portanto, condições de pagar o piso. Além do mais, desviou recursos do FUNDEB para os outros poderes.

2 - De bate-pronto, Raimundo pediu então que o ministro intercedesse na justiça para acelerar a publicação do acórdão que julgou a Adin que tentatava impedir a aplicação da Lei do Piso.
    Esqueceram de avisar o governador que esse assunto se trata no prédio em frente ao do Ministério da Educação. Do outro lado da praça. No STF Raimundo!!!!!

3 - Sem se dar por vencido, Raimundo pediu, então, que o ministro Fernando Haddad editasse um ato, proibindo que o dinheiro do FUNDEB fosse distribuido aos demais poderes.
    Santa ignorância! (de ignorar). O governador parecia não saber que esse "rateio" do dinheiro da Educação para a Justiça, TCE, Alesc e outros clubezinhos fechados, está autorizado por Lei Estadual (LDO) proposta por LHS e aprovada pela Assembléia Legislativa. É só retirar a lei aqui. Na Leléia!

    Bem, diante de tal desastroso quadro, só nos resta pensar que elegemos um bando de incompetentes. Que quando viajam a Brasilia para defender os assuntos do povo catarinense, agem como macacos em casa de louça e voltam humilhados e triste de mãos abanando.

    Só são felizes, quando viajam à Suiça e países da Europa. Aí é bom! Aí ninguém bate cabeça. É só alegria
! Com o dinheiro do povo!
 
Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "O desastre de Brasília": A propósito, onde estavam os senadores LHS e Paulo Bauer que não foram acompanhar o incauto e despreparado Colombo?
E esta nossa mídia vendida que até hoje não explicou para os eleitores catarinenses o porque do caixa do Estado não ter como pagar o piso dos professores? Por quantos anos continuaremos a eleger frequentadores de orgias, viajantes ao exterior, desviadores dos recursos e toda sorte de gastadores do imposto recolhido do cidadão? 


Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "O desastre de Brasília": A culpa, inevitável fugir. Quem responde por isso? O eleitor, claro. Quem considerou a melhor proposta esqueceu de pedir a nominata. Era só um pequeno detalhe. A lista com os nomes das pessoas, aquelas em primeiro lugar. Ainda algum estudioso há de fazer um diagnóstico, uma tese, sobre essa letargia ou hibernação do barriga-verde quando vota. Uma ideia oportuna, a ocasião pede. Até as SDRs, esboçado um viés de bom senso, trocaram a mobília e tudo, absolutamente tudo, continua na mesma. 

L.A. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "O desastre de Brasília": Belo texto! Retrata não a incompetência, mas a excrescência da própria inocência em pensar-se ser "o cara", por pura soberba. A começar pela recente história, quando o "seu rolo compressor eleitoral" deixou, além dos adversários na lona, um número de votos aquém do esperado para a eleição da "presidenta". Ranços, rusgas e "vendetas" à espreita, esperando a oportunidade. Mal o jogo começa, a humilhação está em pauta, plantada no próprio terreno, com uma lei absurda em âmbito estadual. O feitiço contra o enfeitiçado - o feiticeiro está em outras plagas, por pelo menos oito anos. É duro voltar à realidade, depois de uma turnê na Europa. Aqui o bicho pega, esfola... A greve dos professores, ainda somente eles, é o bicho. E dá-lhe antiácido, aspirina e ritalina...

Crítica ao caretismo politicamente correto da Folhona

A Lila (aquela com Com Júpiter na casa do capeta, Marte na casa do chapéu e Vulcano na casa de tolerância eheheh), lá do Trator Desgovernado, não deixou barato, atropelou e passou o arado por cima da FSP.

Só afirmamos o que é possível comprovar, tá?

Ratko Mladic. Atualmente, em Haia para ser julgado. General do exército servo-bósnio, foi dos responsáveis pela chamada limpeza étnica na guerra civil iugoslava de 1992-5. Sob seu comando, mais de 8 mil muçulmanos foram massacrados em Srebrenica, entre outros feitos na mesma linha. E a Folha online/UOL têm a pachorra de descrevê-lo como “suspeito de crime”. Isso é “zelo profissional”? Algo como: Aiemmmm, nós não acusamos ninguém, tá?! Haia ainda não se pronunciou, então, não sabemos como descrever esta pessoa. Na dúvida, nada afirmamos. Vai que ele nos processe... Aaaah, fafavô, né?!

 
 Já com relação a marca em um pão tostado, parece não restar dúvidas: foi a imagem de Osama que apareceu. E ponto. Osama nas alturas e glórias à desinformação! Bah!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

E assim começou o dia...

O olhar "temprano" do Milton Ostetto:

Para que serve a Controladoria Geral da União?

Por Emanuel Medeiros Vieira 

“A situação é de tamanha indignidade que até pessoas totalmente indignas já estão indignadas.” (Millor Fernandes)

    A Controladoria Geral da União (CGU) informou que não vai abrir investigação contra o ministro Antonio Palocci. Alega que o impressionante aumento de patrimônio do impoluto senhor ocorreu quando ele era deputado e não ministro.

 
    Não era “agente público”! É vergonhoso!

 
    Enfatizo: ÉTICA NÃO TEM PRAZO DE VALIDADE! DECORO É ATEMPORAL!

 
    Como observou uma jornalista, é a adoção da mesma jurisprudência estabelecida pela Câmara dos Deputados para salvar os mensaleiros. É como se a vida passada não fizesse parte da biografia do ser humano.

 
    Para que serve a CGU? Para consumir dinheiro público? Para engabelar o cidadão brasileiro?


    Em qualquer país razoavelmente sério, Palocci seria demitido ou pediria as ”contas”. Pedir xadrez para gente de colarinho branco neste país – pela certeza da impunidade
perpétua – seria demais!

 
    Até quando – parodiando Cícero – abusarão da nossa paciência?

  (Salvador, junho de 2011)

Sobre o escândalo das muletas

De um leitor atento:

O que o Presidente da Assembléia não disse:
- quantas aposentadorias por invalidez são por doença incapacitante, isenta de imposto de renda e com contribuição reduzida ao IPREV;
- se instaurará procedimentos administrativos para devolução dos valores recebidos indevidamente;
- Como titular do Controle Externo, O TCE é apenas Órgão auxiliar, que providências tomará com relação as aposentadorias irregulares nos demais poderes (ele alegou que a situação da Assembléia também existia em outros poderes).

O que o Presidente da Assembléia não fez:
- Reduzir os valores recebidos pelos consultores jurídicos (estes consultores foram alçados ao cargo de Procurador da Assembléia, o MP ajuizou uma ADIN, julgada inconstitucional a Lei que autorizou o acesso voltaram ao cargo de consultores, o assunto foi amplamente divuldado pela Imprensa, mas, paralelamente, foram criadas gratificações para que eles continuassem recebendo os mesmos R$ 22.000,00 na época). Não há norma que fundamente o teto de desembargador para os cargos de consultores jurídicos da Assembléia.

Técnica da Floram constrói e desmata em área de APP

APP invadida. Foto: Celso Martins    Moradores e lideranças comunitárias da região da Praia Comprida/Caminho dos Açores denunciam o avanço irregular de construções no chamado Morro do Ribeirão das Pedras, na altura do quilometro nº7 da rodovia SC-401. A região que começa a ser ocupada é considerada Área de Preservação Permanente (APP) e fica nas imediações (ou dentro - Confira no mapa) da Unidade de Conservação Ambiental Desterro (UFSC).
    O imóvel pertence a uma cidadã de origem paulista, há anos no local, sendo arquiteta e paisagista da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram), órgão da Prefeitura de Florianópolis. Inicialmente foi construída uma casa, depois outras, morro acima. No momento, operários trabalham numa área cuja vegetação foi suprimida e onde resiste e desponta um vistoso garapuvu.
    O caso está sendo encaminhado à Ouvidoria da Prefeitura Municipal, à Câmara de Vereadores, à UFSC e ao Ministério Público.