O prefeito Dário berger vem se afirmando como o grande Odorico Paraguaçu do sul do Brasil. O homem dá nó em pingo d'agua! E sempre em grande estilo. Assim foi no caso do tenor Andrea Boceli, da gigantesca árvore de Natal que tinha 20 metros enterrados e mais um monte de promessas mirabolantes que ficaram no discurso.
Mas o homem se supera!
Agora foram os cariocas, com fama de reis da malandragem, que acabaram sendo enrolados pelo prefeito sucupiriano de Florianópolis, Dário Berger.
A história é de doer! É manchete de capa do Diario Catarinense de hoje. Dário consegue mais uma vez envergonhar a cidade sujar o nome de Florianópolis na mídia nacional.
No rolo uma grande escola de samba do Rio de Janeiro, a prefeitura de Florianópolis, o ex-governador Leonel Pavan, o empresário Max Gonçalves, a operadora de Telefonia OI, Tractebel, Casan, Celesc e Iltelbrás.
Desta vez, nessa operação, o prefeito Dário Berger tinha ao seu lado o ex-vereador e Secretário de Turismo Márcio de Souza. Só que Márcio não é nenhum Cavallazzi.
A brigaçada e o disse me disse entre os cariocas da Grande Rio e o prefeito de Florianópolis é hilária. Só que esse é o tipo de coisa, esse pessoal de escola de samba não deixa barato.
O prefeito de Florianópolis é um homem de palavras
Dário Berger fala, promete, explica, complica, discursa. Como sua palavra é a marca registrada de sua gestão, ele próprio recompensa cada sílaba que pronuncia. Palavras constituem sua grande obra, são suas políticas públicas. Não tem o povo que diz que enunciar as coisas, nomeá-las, já as transforma em realidade? Então! Leia mais. Beba na fonte.
Queridos leitores, vim a Nice para estar junto da minha filha no nascimento da minha neta Luisa. Desde que cheguei a Luisa que andava dando sinais de querer nascer se aquietou. O tempo ja estava no limite. Pois foi so chegarmos e a guria se acalmou, permitindo com isso que aproveitassemos passeando por toda a Riviera Francesa. Mas com prazo de validade na estica, o medico marcou internamento para domingo e ver o que se faria. Cezariana aqui so em caso de urgência com risco para mãe ou filha. Esta minha neta e muito querida mesmo. Se manteve tranquila durante o domingo, passeamos, almocamos e as 5h viemos para a Policlinica Santa Maria, da Fundação Leval, de Nice. Pois foi so chegar e comecaram as contracões. Acho que nasce esta noite. Aqui agora são 7:30h e estou tranquilo. So não consigo achar os acentos neste teclado e nem vou perder tempo procurando pois tenho que voltar correndo ao hospital. Au revoir
Cesar Laus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Quase avô": Parabéns velho amigo. Muitas felicidades para a netinha, mamãe, vovô, papai e titia. Parabéns pela chega tão maravilhosa de mais um vida para alegrar nosso mundo. Abs Cesarlaus
Ps. como dizem os manezinhos, agora és um avô fresco. hehehe. no bom sentiido, lógico.
Bem, ontem como havia prometido, saí para dar uma banda na night. Me ocorreu ir ao Le Havane que é aqui perto, cerca de 8 quadras de castelhano (100m). Já estive lá, fiz amizade com o barman, um peruano que se chama Karl, e com os músicos cubanos da banda de salsa. Um deles, de férias pela primeira vez na vida, foi com a família para Florianópolis. Coincidências. Como era sábado de carnaval imaginei que ficaria aberto até mais tarde. Me agasalhei, sobretudo, blusa de lã e cachecol. Saí lá pela 1:30h. Devagarito no más. Um noite fria mas estrelada. Boa para perambular. Encontrei o Le Havane animado. Música alta e pista de dança lotada. Tive que me esquivar entre palmeiras de plástico e sacos de Café du Brésil para pode chegar ao segundo bar, nos fundo, onde Karl atende. Me recebeu com um sorriso e avisou que Alan (o músico) volta do Brasil dia 22. Pedi um pression (cerveja tirada a pressão) e me instalei no balcão par curtir o ambiente. Quatro músicas e três pression e a festa acabou! Não tinha refresco. A hora de fechar é às duas com tolerância de 20 minutos. Bares e pub's funcionam 5 horas. Fiquei 'vendido"! Agora que noite começava a engatar... Saí para a Rue de France e acompanhei o fluxo de pessoas pelo calçadão em direção à Praça Massena, onde acontece o carnaval que já havia acabado. Um grupo de jovens que estava bem animado no Le Havane dava sinal de que não terminaria a noite por ali. A troupe tinha destino certo: o Pub L'Escalier, que fica naVieille Ville de Nice ao lado da Ópera da cidade. Foi uma encrenca para entrar. Primeiro só casais depois frequentadores conhecidos. Eu, sozinho e desconhecido, amarguei uns bons 30 minutos para entrar. Mas valeu a pena esperar. Música latina, gente bonita e, além da pista de dança 5 mesas oficiais de sinuca. Tudo isso em um ambiente de caverna com paredes e arcos de pedra. O melhor: como abrira à meia-noite, só fechava às 5 horas!!!! Teria tempo suficiente de conhecer pessoas e treinar o meu francês. Foi uma boa noite. Descobri, ontem, que tem um outro pub ali perto que abre às 5 da manhã e fecha às 10h. Bem...essa já é outra estória.
Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para comandar uma fragata!
Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage. Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados. Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional. Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas. PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE, NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA , ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO. OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS ESTADUAIS E VEREADORES. TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA BRASILIENSE COSA NOSTRA ".O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS.
JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNARMOS. PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.
Estou tentando assistir o desfile da Nêgo Cosinha Max Quirida pelo site da Prefeitura e não abre porra nenhuma. A tão anunciada transmissão ao vivo pela internet, parece que ficou, por enquanto, no negócio. Teria o suporte da Ciasc e imagens "cedidas" pela RBS TV.
Já vi no blog especial de carnaval da RBS o escudo da prefeitura e a bandeirinha do governo do estado. Tá entrando dinheiro no cofre dos gaúchos. Mas aqui na minha internet não entra nada. E não é porque estou na França. A propaganda da prefeitura dizia que a transmissão pela internet era para o mundo todo. Se é pela internet é para o planeta todo, né seus tansos !
Bem, aqui já são 1:20h. Vou dar uma olhadinha no Le Havane antes que feche. Fecha tudo às 2:30h aqui. Tá frio lá fora, mas um frio noturno saudável...pra quem gosta. Au revoir
Todo o ano parece a mesma coisa, mas não é. Sim, tenho uma vaga lembrança de um carnaval em que, com menos de dez anos, saí fantasiado de chinês, junto com o meu irmão. Naquele tempo o lança-perfume era permitido e, com exceção de um ardor nas vistas porque um filho da mãe me borrifou a cara, não me lembro de outro efeito colateral.
Por que, chinês? A escolha não foi minha. Talvez, arrisco, para sair do lugar comum.
Fugir de um estereótipo criando outro. Paradoxal. Cretino. Ridículo.
Hoje, se tivesse a mesma energia, sairia de palhaço. Está certo, tem de ter talento para ser palhaço. O estereótipo novamente. Não me sinto engraçado e nem fazendo graça, mas não sei por que, tenho a sensação de que alguém está rindo... Tem sempre alguém rindo ali nos bastidores...
Está bem, moro em um lugar aonde as pessoas vêm passar as férias. Estou tão habituado que nem percebo mais. Quer dizer, deixei de me assombrar, aparentemente. Sei que não é verdade, mas preciso me atochar de heroísmo para manter tudo funcionando. Para parecer ser um cidadão normal – como diria o Raul Seixas - Sei como tudo funciona e isso é chato.
O trânsito flui dos dois lados, se por um acaso o fluxo parar porque alguém está manobrando o carro no meio da pista, sei que a placa do veículo é de São Paulo; se dois automóveis andarem no mesmo sentido, lado a lado, com alguém de um veículo conversando com o outro como se estivessem sozinhos na rua, os dois carros tem a placa do Rio de Janeiro; se houver uma fila quilométrica atrás de um carro à 20km/h, a placa é da Argentina; metade do carro em cima da calçada e aparentemente perdido, é baiano; parado no meio da pista e querendo uma informação, mas sem pressa, é mineiro; estacionado embaixo de uma árvore e procurando um lugar para fazer um fogo, é gaúcho; dois veículos parados com os porta-malas aberto e tocando músicas diferentes aporrinhando todo o mundo, são goianos... Os famosos agro-boys (ou será bois?) do cacete... Ah! Se a mulher estiver toda paramentada, como se estivesse indo para uma festa, embora vá à praia, com direito a jóias e tornozeleira, well, 100 contra um, é do Paraná, está bem, eu sei, é de Curitiba...
Tristes Trópicos diria o Levi Strauss... Dura punição para quem mora no paraíso, digo eu...
A mulher que penso, saiu da capa de uma revista da moda, liga dizendo que está com saudades... Um dos filhos foi para uma praia, o outro saiu com os amigos para outra praia e o marido foi pescar... Puta que os pariu penso, o que está acontecendo com o mundo? Ninguém mais tem consciência do “estar aqui”... Lamento não possuir sensibilidade para este apelo (vai acento aí ou não?), mas gostaria de me apaixonar, palavra, gostaria mesmo... Pouca coisa me comove... Depois que tive a certeza de que não há saída (a não ser, como se dizia na época da estratocracia, o Galeão ou no caso aqui, o aeroporto Hercílio Luz)... A última vez que me enterneci, foi com a morte de um amigo do meu filho... Porque eles são jovens, a juventude me comove... Mas nós não conseguimos melhorar o mundo para eles, aliás, acredito que o pioramos...
Na Academia Catarinense de Letras, um desembargador aposentado forja o voto (de um acadêmico que não foi votar, não enviou o voto e nem poderia por estar como mal de Alzheimer), o cara faz isso depois de estar aposentado, imagine o que fez quando estava na ativa... A prefeitura de São José faz uma licitação para a decoração de carnaval de um clube, uma casa e um camarote... Dois dias antes de se abrir os envelopes, a “empresa” de um funcionário da mesma prefeitura já está trabalhando na área... Espera aí, os envelopes sequer foram abertos e já se sabe quem levou o “presente” superfaturado, para variar, foram R$280 mil desta vez... Como é que eu sei? Antes de ser escritor, sou jornalista...
Em qual patife vamos votar para presidente do País? Quero dizer, para governador do Estado? Digo, para prefeito? Não, para diretor do clube? ... Pô! Desculpem, estou me repetindo!
Alberto deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIÁRIO DA PROVYNCIA V": Vote naquele que esta sendo perseguido e massacrado pela grande mídia, sem que haja motivo plausível para tal perseguição. Este sera o menos patife para se votar.
Victor deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIÁRIO DA PROVYNCIA V": Pois eu vou fazer melhor, Vou anular o meu voto. Pena não ser mais a época do papel e caneta, senão riscaria a cédula todinha, de tanta raiva. A gente vê o que está acontecendo no DF (ainda que duvide de uma punição ao final) mas pergunta: pôxa, como é que lá eles conseguiram, e aqui fazem uma atrás da outra e nunca dá em nada? Aqui, o bigodudo que inventou a receita dessa tríplice (quádrupla, quíntupla..)GELÉIA GERAL é quem tá rindo, Olsen.
Dário Pinheirinho de Natal Berger e Leonel R$ 100 mil Pavan reagem às acusações de corrupção, formação de quadrilha e desvio de dinheiro público e ameaçam tomar o poder. Pavan, assumindo o governo de Santa Catarina no caso de vacância de Luis Henrique Boceli da Silveira, outro enrolado em investigações de crimes eleitorais e outros mais. Já Dário Berger, o prefeito itinerante de Florianópolis, após um periodo na muda, coloca a quadrilha na rua e tenta tomar de assalto o lugar que seria de Eduardo Pinho Moreira, todos do PMDB, "o partido que gosta de roubar". Dário, abrigado no PMDB por oportunismo político, joga tão pesado quanto Leonel Pavan. Os dois grandes gangsters da política catarinense tem dinheiro e poder de fogo de articulação. Apostando em uma aliança com o PT, seguindo o rastro de meliantes nacionais como José Sarney e Renan Calheiros, conta com o apoio de prefeitos da Grande Florianópolis e do ex-governador Paulo Afonso, outro corrupto de letra conhecida. Dário estaria por trás das denúncias de corrupção na Celesc, maior fonte de caixa 2 para a campanha de Eduardo Pinho Moreira. Leonel Pavan pressiona o seu partido a reagir e sair em sua defesa. Depois dos acontecimentos em Brasília, com a prisão de governador José Roberto Arruda, em ação inédita e surpreendente da justiça brasileira, após um breve exilio em Gramado (RS) Pavan volta à cena política e confirma sua disposição de assumir o governo. É denunciado pelo Ministério Público Federal, em Brasília, e pelo Estadual. A ação de Pavan assumindo o governo contamina qualquer iniciativa dos Demos. Quem mais sai perdendo nesta jogada é o candidato Raimundo Colombo. Semi contaminado pelo seu ex-colega de partido, José Roberto Arruda, Colombo ficaria enlameado ao colocar-se ao lado de Pavan subindo em um palanque que nem mesmo José Serra, candidato à presidência da República subiria.
Marcelo Souza deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dupla do barulho reage e ameça tomar o poder": O problema é que esta eleição vai estar contaminada pelas negociatas em torno da campanha presidencial - que também será plebiscitária , conferindo se Lula consegue eleger poste ou não [nesse caso o poste do PT já está definido(???)]. Em SC as facções criminosas aliadas a grande mídia local tomaram conta do Estado , e, segundo informações de amplos setores do funcionalismo estadual - Luiz Henrique Bocelli da Silveira é o Alí Babá e os seus secretários os 40 ladrões, tal é o nível de descalabro, descaminho, prevaricação e roubo a luz do dia. Logo, o financista de campanhas anteriores de LHS - o vice-corrompido Arrows, fechou o cofre, restando ao nosso megalomaníaco candidato ao senado busca outra fonte clara de financiamento - Dário Casvig Berger, com suas empresas de vigilância e os contratos denunciados por Esperidião Amin na campanha anterior, serve de fonte robusta para os desejos eleitoreiros. Resultado, o governador já tem o nome para seu lançamento. No PT, a saia justa da senadora são seus envolvimentos com a defesa de figuras carimbadas da maracutaia política nacional, e, os casos rumorosos de uso ilicito de recursos para benefício de filhos e nora, além de ex-marido e família. Resultado: a eleição será carregada de propostas inócuas, inexiquiveis, e com muita artilharia pesada. Melhor continuar na França , esperando a neta nascer.
Fico sabendo agora que o jornalista Pedro França foi encontrado morto em seu partamento em São Paulo. Uma grande perda para todos os que o conheciam e para o jornalismo de verdade.
Conheci Pedro França, o Francinha, em Florianópolis através dos amigos Belmiro Sauthier e José Antonio Ribeiro, o Gaguinho. Convivemos durante alguns anos e nos encontrávamos seguido no bar do Diabão na praia do Santinho.
Inteligente, papo manso e agradável, era tido como "o único jornalista rico, fino e chique de São Paulo." Essa expressão foi publicada diversas vezes, no Jornal da Tarde, nos anos 70 e início dos 80, nos textos assinados por seu amigo Telmo Martino, na editoria de Variedades - textos carregados de humor e muito veneno, uma espécie de coluna social sobre os famosos da época que não era assinada como coluna social. Pedro França Pinto, morto ontem em São Paulo, aos 59 anos (completaria 60 no próximo mês de março), fez Direito na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e História na Universidade de São Paulo (USP), mas tornou-se jornalista logo que deixou o curso. Trabalhou no Grupo Estado por mais de 25 anos. Foi repórter, redator, subeditor e editor no Jornal da Tarde, a partir de 1974, onde começou como setorista do Palmeiras (embora fosse torcedor fanático da Portuguesa) e passou pelas editorias de Esportes, Reportagem Geral e Variedades. Deixou o jornal por alguns anos no fim da década de 80, para o que costumam chamar de período sabático - uma temporada em Florianópolis, distante do jornalismo diário. Matéria completa no Estadão.
Recebi este comentário onde o leitor diz que é só disponibilizar passeios, acervos e espaços culturais que a população comparece, prestigia e aproveita. Aqui em Nice também acontece o mesmo. Percebi isso hoje qundo fui fotografar os painéis de fotos antigas sobre Nice que ontem, devido à nevasca, não pude. As pessoas param, observam, discutem, fotografam. Os mais velhos ficam mais tempo frente às fotos. Identificam lugares que já não existem mais e falam sobre onde ficava esse ou aquele prédio. Muito legal!
RCS deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cultura e ogros urbanos": Outro dia, num sábado, abriram a ponte Hercílio Luz para as pessoas caminharem numa das cabeceiras.Fui lá, logo na cabeceira, antes de entrar na ponte de um lado tinha de um lado uma tv com imagens antigas da ilha e da ponte, e do outro lado algumas fotos. Fiquei muito impressionado com a reação positiva, curiosa, de admiração e até emocionada das pessoas, tal como eu. Alguns chegavam a tirar fotos dessas fotos. Como li no blog do Damiao, precisamos nos reencontrar com as origens da nossa cidade.Abs.,
Havia visto neve apenas um vez, em 1979, no Chile na Codilheira dos Andes. Outro dia, fotografei a orla de Nice com as montanhas dos Alpes Marítimos nevados atrás. Hoje, grata surpresa: está nevando! Da janela do nosso apartamento estamos assistindo ao show da natureza. A neve não chega a acumular nas ruas mas, carros que estacionaram recentemente aqui na frente mostram que nevou forte por perto. Estão com o teto branco. Ontem, assistindo a partida de futebol entre Lens e Olympique de Marseille estranhei que as marcas do campo eram pintadas de marrom, cor de terra. Não entendi até o momento em que começou a nevar, claro!
Atualizando: Neste momento a precipitação de neve aumentou e Nice enfrenta uma nevasca como não se via há mais de 10 anos
Adolfo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Neva em Nice neste momento": traz um pouco da neve pra Florianópolis
Estava pensando sobre o novo factóide do prefeito Dário Turista Berger. Vai dar ingresso de graça para o povaréu assistir o carnaval nas arquibancada da Nêgo Cosinha Max Quirida. Acho que esses cara falam as coisas sem pensar e depois saem atrás remendando.
Mas está valendo de tudo, até demolir casa de bacana em jurerê, para ocupar a mídia e fazer o povo esquecer das falcatruas da árvore de Natal e do golpe do Bocelli (R$ 3 milhões já pagos ilegalmente).
Se vendendo ingressos já é uma confusão danada, com fila, brigas, reclamações, malandragem, desvio de ingressos, cambistas e o escambau, imaginem liberando geral as arquibancadas. Só quero ver em que vai dar mais esta "novidade" do prefeito itinerante.
É a mesma coisa que o governador Luiz Henrique Bocelli da Silveira dizer que no show do italiano esperavam 1 milhão de pessoas. Esses cara são over!
É a mídia oficialesca endossando o papo do prefeito de que o show de fogos botou 300 mil pessoas na Beira Mar. Esses caras estão loucos ??!!!
Quer dizer que a população inteira de Florianópolis, e mais um pouco, estava naquela noite na Beira Mar ???
Então conseguiram colocar cerca de 17 estádios da Ressacada lotados na Beira Mar ???? Difícil para Aquários !
Bando de chutadores !!!!
Vicente Graneman deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Mais um factóide do Dário": O problema da imprensa chapa branca é que todo ano repete a mesma pauta, com algumas variações de cenários..
O cenário deste ano foi mal feito (arvore e show), tipico de uma cidade provinciana , governada por uma canalha de políticos e comentaristas políticos feitos nos corredores do poder (nao precisamos nem citar nomes , já é de conhecimento popular). Os "colonistas sociais" , estes já ultrapassaram o ridiculo com sua babação em torno de celebridades desconhecidas... Uma vergonha...nem para embrulhar tainha serve o jornaleco...da gauchada.