Ex-primeira dama da capital, Francine Mendes Souza, foi indiciada e será processada por injúria, calúnia, difamação e ameaça!
Os hackers de araque
O caso é bizarro e envolve o ex-prefeito Cesar Souza Júnior sua mulher, Francine Mendes Souza e o blogueiro Meira Junior do Temperos & Apimentadas.
Tudo começou quando Meira Junior recebeu em sua caixa uma série de e-mails anônimos, com ameaças e agressões. Foram tantos que o blogueiro resolveu procurar a polícia para tentar localizar a origem e de quem partiam as ameaças.
Os autores, com pouco conhecimento de informática, mal sabiam que nos e-mails aparece o número do IP da máquina. O caso foi parar no Primeiro DP da capital onde a dupla teve que ir pessoalmente se explicar para a delegada sobre o fato ocorrido, que só foi possível identificar os autores, devido a autorização do juiz para a quebra do “SIGILO TELEGRAMÁTICO“, que apontou para o endereço residencial do casal no bairro de Cacupé.
Por haver provas concretas, a ex-primeira dama já foi INDICIADA e ainda será processada por injúria, calúnia, difamação e ameaça! O processo já foi digitalizado para o juízo. Esse é o número dos autos: IP 200/2017 FOI DISTRIBUÍDO SOB O NR 0010024-82.2017.8.240023 PARA A VARA CRIMINAL DA CAPITAL
Coincidências à parte, um mês após o ocorrido, o pré-candidato a deputado estadual e atual secretário de estado do governador Raimundo, Cesinha começou a seguir o colunista nas Redes Sociais, "tendo a cara de pau de ter curtidos algumas das minhas postagens", diz Meira Junior..
Injustiça Social: prefeito nega gratuidade no transporte para deficientes e doentes crônicos.
O vereador Lino Peres recebeu, na tarde de ontem, um pedido urgente de ajuda. O pedido vem de pessoas com deficiências físicas, mentais, visuais, auditivas e doenças crônicas. Segundo o vereador, dentro do "Pacotão de Maldades" aprovado em janeiro pela Câmara Municipal, havia uma lei que revogou a gratuidade no transporte público para pessoas com certos tipos de deficiência e diversas doenças crônicas em tratamento nos hospitais.
O prefeito Gean Loureiro propôs o fim da gratuidade que foi aprovada pela maioria dos vereadores de Florianópolis. Milhares de pessoas com AIDS, câncer, problemas do coração, insuficiência renal, autismo e outras patologias perderam o transporte gratuito a hospitais onde faziam tratamento. Deficientes mentais, visuais e auditivos também perderam o direito, negado desde fevereiro.
Diante da gravidade do caso, o vereador Lino está protocolando ofício, onde requer uma audiência urgente com o prefeito, que há meses se nega a receber essas pessoas.
A imensa maioria não tem condições de arcar com os altos preços do transporte público. Além de cerceadas no seu direito universal de ir e vir, muitas interromperam o tratamento de doenças gravíssimas.
Segundo Lino, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, coloca em risco a vida de milhares de pessoas com a revogação da gratuidade que gerou um impacto ínfimo na economia do município, mas afetou profundamente a vida de seus cidadãos, causando sofrimento e dor desnecessários.
Depois de receber R$ 800 mil do governo do Estado para promover o show do sir Paul McCartney, no útlimo dia 25 de abril, no estádio da Ressacada, a RBS se nega a pagar as taxas de segurança que totalizam quase R$ 35 mil.
Cobrado pelo comando da Polícia Militar o Grupo RBS está se negando a pagar a Taxa de Segurança do Fundo de Melhoria da PM que chega a quase R$ 35 mil. O valor corresponde ao efetivo de cerca de 500 PMs destacados para a segurança do show do beatlePaul McCartney, acontecido no útlimo dia 25 de abril, no estádio da Ressacada. A justificativa dos executivos do Grupo RBS para o não pagamento é de que "a RBS contribui e muito para a segurança pública de Florianópolis e Santa Catarina".
Como é que é???!!! Ganham graciosamente dinheiro público, dinheiro dos impostos pagos por todos nós e ainda não querem pagar as taxas de segurança!!!
A propósito: os recursos arrecadados com a cobrança das taxas de segurança, asseguradas por lei em todo o tipo de evento cultural e esportivo, são usados na compra de equipamentos de segurança para os policiais, viaturas, armamento, enfim, material necessário para o aparelhamento desta mesma polícia que ontem (9) a RBS TV criticou de forma vemente por inoperância e despreparo.
Bem, se não vão pagar a PM imaginem a Polícia Civil que destacou um efetivo bem menor. Eles fazem o que querem!
Alô Ministério Público!!!! Alô secretário da Segurança Pública!!! Que história é essa????!!! O Grupo RBS está com tudo dominado?????
Funcionário Público da SSP - A PM é que bobeuou neste caso, eis que é Lei e a RBS deveria ter pago as taxas antes do evento e apresentar ao Comando da PM, o qual prestaria o serviço, o qual é baseado em Legislação própria...o que acontece é que no mínimo quiseram apaarecer "e tomaram o calote", inclusive o comandante responsável pelo emprego do efetivo deve ser responsabilizado administrativa e quem sabe, criminalmente, por não cumprir o que manda a LEI, ou seja, se paga antes pelo serviço e após o mesmo é executado. Com relação a Polícia Civil é a mesma coisa, eis que a empresa tem que apresentar e pagar taxa pelo evento, prevista na mesma LEI, espero que tenham cobrado, senão devem ser responsabilizados também. Samuel Pereira - É verdade, o mundo está acabando em 2012. "a RBS contribui e muito para a segurança pública de Florianópolis e Santa Catarina". Dá onde? Como diz o manézinho: "-Cosa feia!"
Xaxa - O MPSC é omisso em 99% dos casos deste tipo. Realmente um absurdo o que os promotores engavetam de trambicagens e falcatruas que acontecem nas prefeituras e comarcas do interior. Vide o engavetamento do inquérito da empresa de publicidade e propaganda fantasma, aberta 15 dias antes da licitação, em uma sala aqui em Içara (Gentil da Luz). Tá tudo dominado! Se cercar, o Brasil vira hospício. Se cobrir, vira circo!
Este comentário foi mandado pelo engenheiro Roberto Scalabrin há 2 dias. Lamentavelmente não consegui postar no dia. Pela sua importância publico agora.
Hoje é dia de eleições no CREA em todo o Brasil.
Inexplicavelmente, se considerarmos que a categoria dos engenheiros deveria reunir pessoas pelo menos medianamente inteligentes, os profissionais não podem votar no escritório do CREA mais próximo ao seu local de trabalho ou residência.
Eu, por exemplo, moro no Estreito, trabalho no Centro, e somente poderei votar na Sede do CREA, no Itacorubi, quando a Inspetoria fica a pouco mais de 5 minutos a pé do meu escritório.
Resultado: NÃO VOTAREI
Parabens ao CREA, atual Diretoria, à Comissão Organizadora das eleições e especialmente a todos os candidatos, por terem permitido essa barbaridade de estabelecer local específico para votação e ainda sem possibilidade de escolha pelo profissional.
Parabens pela moderníssima ferramenta colocada a disposição da democracia. Somente a Naníbia faria melhor.
Some-se que os candidatos sequer avisaram os seus possíveis eleitores da nova modalidade.
Muito inteligentes.
Engº Civil Roberto Scalabrin
Fernando deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DECEPÇÃO": Só para termos uma comparação: o CRA manda para a casa do inscrito uma carta com a sua senha para, no dia da eleição, acessar o site e votar eletronicamente. Bem mais civilizado, no meu entender.
Jose Henrique Orofino da Luz Fontes deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DECEPÇÃO": Como Engenheiros, os "senhores da tecnologia" somos obrigados a conviver com o sistema arcaico de votação em local determinado. Tem razão o colega em reclamar, no entanto o sistema eleitoral é determinado pelo Conselho Federal que não admite reformular o sistema com o uso do voto pela internet, qual o motivo? Para que o sistema não se renove, para que os velhos dinossauros continuem no poder, para que as irmandades comandem o processo. Como sempre o comparecimento foi uma vergonha. Pleiteamos o voto obrigatório e que seja pela internet onde poderíamos votar a partir de qualquer canto do Brasil. A desventura do colega do Estreito é bem menor do que a de um Engenheiro, conhecido e atuante, que fez toda sua carreira em Florianópolis e foi determinado pelo sistema do Confea que deveria votar no NORTE DO PARANÁ, pode? O pior. Ele soube apenas no dia da votação. É muita incompetência ou talvez competência para manter os mesmos no poder.
A anulação do processo que abriga a “Operação Satiagraha”, pela 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, por 3 votos a 2, com o voto de desempate proferido pelo ministro Jorge Mussi, e a decisão do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pelo arquivamento dos pedidos de abertura de inquérito criminal, apresentados por partidos políticos de oposição, para investigar possíveis delitos cometidos pelo então ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, com os trabalhos de sua empresa de “consultoria”, a “Projeto”, tomadas nas últimas semanas, trouxeram-me à lembrança a “Operação Moeda Verde”.
O motivo esgrimido para a anulação da ação penal da “Operação Satiagraha”, em que o banqueiro Daniel Dantas, controlador do grupo “Opportunity”, já tinha sido condenado a 10 anos de prisão por corrupção ativa, foi a participação, sem autorização judicial, da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) nas investigações policiais, o que, para a 5ª Turma do STJ, “contaminou” todas as provas colhidas, inclusive aquelas que não teriam nexo de causalidade com tal ingerência. É o que se conhece, em Direito, por “teoria da contaminação dos frutos da árvore envenenada”; nome pomposo para significar que a ilegalidade de uma prova contagia as que dela decorrem, fazendo com que todas sejam eivadas de nulidade. Essa decisão contrariou, além da sentença do então juiz (hoje, desembargador) Fausto De Sanctis, também um julgamento do Tribunal Regional Federal da 3ª região e o parecer de um subprocurador-geral da República, que consideraram legal a participação da ABIN.
Mas, voltando à terrinha. Como os cidadãos florianopolitanos de bem e de boa memória não devem ter esquecido, a “Operação Moeda Verde” foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã do dia 3 de maio de 2007, com a prisão de 19 pessoas conhecidas e poderosas da cidade, dentre as quais o empresário Fernando Marcondes de Mattos e o então líder do governo do prefeito Dário Berger na Câmara de Vereadores, Juarez Silveira. Este último foi dado como mentor intelectual e operador principal do esquema. O caso foi o primeiro tsunami moral da administração do prefeito Dário Berger (outros viriam), porque envolveu alguns secretários municipais fortes, pois muito próximos dele. A “Operação Moeda Verde” que, inicialmente, indiciara 22 pessoas, ao seu final, já tinha carimbado o indiciamento em 54 testas. No relatório da delegada que presidiu o inquérito policial, Júlia Vergara da Silva, as acusações versavam sobre o cometimento de crimes ambientais, contra a ordem tributária, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, falsificação de documentos, uso de documentos falsos e formação de quadrilha.
Devido ao suposto envolvimento do prefeito Dário Berger, o inquérito policial da “Operação Moeda Verde” foi remetido ao Tribunal Regional Federal da 4ª região, sediado em Porto Alegre, e lá permanece há, precisamente, 4 anos e 10 dias, dormitando em algum escaninho que se finge de desavisado.
Como os profissionais do Direito com boa formação sabem, o sistema penal faz a seleção dos criminosos e dos crimes a serem punidos, sendo que a última instância desse processo que é o Poder Judiciário, nas palavras de Alessandro Nepomoceno, “decide com o código ideológico e fundamenta com a codificação tecnológica”, ou seja, lançando mão da legislação e das outras fontes jurídicas. Enquanto o momento do “pulo do gato” para a impunidade não chega, os processos de grande repercussão na sociedade ainda são protelados com a adrede colaboração da Justiça.
Consta que Juarez Silveira será candidato a vereador, nas eleições que se realizarão em outubro do próximo ano. Sabendo ele, até de olhos tão vendados quanto os da mulher que representa a Justiça, o “caminho das pedras”, e continuando a contar com o apoio político e financeiro de muitos dos companheiros de infortúnio da “Operação Moeda Verde”, certamente vai se eleger, e com folga, se não for o mais votado.
L.A. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "“OPERAÇÃO MOEDA VERDE”": E este é o Brasil moderno, forte e integrante do G-20. Um Brasil sem segurança jurídica, sem agilidade processual e sem garantias eleitorais. Todos são iguais perante a Lei, mas alguns são mais iguais... Exatamente como sentiam-se os porcos, na Revolução dos Bichos de George Orwell.
Por Sérgio Rubim Leio nas páginas que um pequeno artigo assinado pelo ex-desembargador Silveira Lenzi tocou nos brios de alguns integrantes da OAB que ameçam tomar medidas extremas contra o signatário. O artigo, que para mim pareceu de uma leveza extrema frente ao escandaloso caso das listas sextuplas, está merecendo uma reação desproporcional e ridícula de certos advogados da OAB, não todos. A tentativa de criminalizar a discussão é de um destempero atroz. Na verdade é uma jogadinha de malandro agulha: atacam a forma e desviam do conteúdo. Por que não discutem abertamente os nomes que colocaram nas listas para disputar cargos de desembargadores e que parecem não preencher os mínimos requisitos exigidos pela lei? O simples fato de Silveira Lenzi ter levantado suspeitas sobre nomes indicados pela ordem teria deixado os adevas desconfortáveis. Desconfortáveis??!!!! Deviam é estar com vergonha! Um processo que se arrasta desde o governo Leonel Pavan que seria um dos beneficiários das indicação que teriam sido acertadas em quatro paredes, já é de domínio público há muito tempo. Todos sabem o que vocês fizeram no verão passado (eheheh). E se as acusações de Silveira Lenzi estiverem corretas? A OAB pedirá as listas de volta? Bem, uma das acusações contra o ex-desembargador Silveira Lenzi é de que cometeu um "ato de covardia" ao não citar nomes no texto. Bem, se isso é crime eu estou safo! Sempre em meus artigos, denunciando esse baile de cobra, coloquei os nomes de Ronei Danielli e Oscar Juvêncio. *Diz o ditado que em baile de cobra sapo não entra.Nesse caso acho que todos devem sapear.Afinal é indicação de pessoas que futuramente julgarão ações públicas. Dos cidadãos.
Li agora na coluna do Prisco: Silveira Lenzi lembra que quando foi indicado e nomeado desembargador, houve o cancelamento da inscrição na OAB, “por ter-me tornado magistrado. Aposentado pela compulsória, não me reinscrevi na Ordem, mantendo a minha opção e a minha palavra”. “O advogado que pretende a minha expulsão da OAB, porque escrevi verdades, deveria informar-se (ou auto-expulsar-se pelo desconhecimento) de que ex-presidente é cargo honorífico pétreo e que não se pode expulsar quem não está inscrito na instituição”, finalizou Lenzi.
Muito se falou que o prefeito Dário Berger não gosta de Florianópolis. Sempre achei que era exagero e implicância da oposição. Mas não gostar do Estreito em especial é uma surpresa.
A desconfiança está na fajuta decoração natalina feita pela prefeitura na parte continental de Florianópolis.
O Estreito é o lugar com menos funcionário público da capital e onde a prefeitura mais arrecada. É forte em comércio e indústria. Mas parece que o prefeito não está nem aí para os "tripeiros", como se chamavam antigamente os moradores do continente.
Dário prefere as luzes e a vitrine da Beira Mar e da Ilha. O Estreito que se lixe!
Peguei somente o final da entrevista do prefeito Dario Berger para o Hélio Costa no Jornal do Meio Dia, hoje. Ainda tive tempo de ver o prefeito falar que a terceira pista da SC-405, que leva ao sul da Ilha, só não saiu porque o Denit não resolve. Aí fez um apelo às câmeras pedindo que deixem para ele, que começa a obra amanhã. Não é fraco!
- Estou com dinheiro, dizia.
O prefeito é hilário. Sempre nos surpreende. Mas o melhor mesmo veio no final da entrevista.
Sentados em banquinhos altos, Hélio e Dario se despediam, quando o entrevistador pegou um pequeno papel com anotações que o prefeito havia deixado em cima da mesa.
Dário reagiu imediatamente falando:
- Pode ficar com a minha cola. A de papel, bem entendido né?
Para frequentadores, moradores e amigos do Seo Chico é muito triste ver as imagens da demolição do Bar do Chico na praia do Campeche em Florianópolis. O tradicional bar, por muitos anos, foi ponto de encontro de jovens, surfistas, moradores, pescadores e tribos políticas da Ilha. Ocupava menos de 400 metros quadrados de dunas e área de restinga e estava irregular. Acho que estas cenas, além de nos entristecer, devem nos remeter a outro tipo de reflexão:
Por que só o Bar do Chico?
Se a Ilha toda está cheia construções irregulares, mansões e resorts em áreas de preservação permanente.
Os casos de Jurerê Internacional, da mansão do empresário Dilmo Berger em Coqueiros (dentro do mar) e o resort Costão do Santinho são os casos clássicos de como corromper órgãos públicos, driblar a legislação e colocar seus asseclas no poder para manter as suas obras em pé.
A demolição do bar do Seo Chico é um ótimo momento para levantarmos essa bola da corrupção política e judiciária desta ilha de corrupção. Aqui o poder do dinheiro mantém intactas aberrações como a tomada do Mercado Público por um grupo de negociantes e a antiga Rodoviária Municipal por comerciantes inescrupulosos que transformaram o prédio em um shopping de pulgas e na parte interna em um cortiço. Tudo isso com o poder de prefeitos e vereadores que a cada eleição batem à suas portas para pegar "o seu".
Queridos leitores, vim a Nice para estar junto da minha filha no nascimento da minha neta Luisa. Desde que cheguei a Luisa que andava dando sinais de querer nascer se aquietou. O tempo ja estava no limite. Pois foi so chegarmos e a guria se acalmou, permitindo com isso que aproveitassemos passeando por toda a Riviera Francesa. Mas com prazo de validade na estica, o medico marcou internamento para domingo e ver o que se faria. Cezariana aqui so em caso de urgência com risco para mãe ou filha. Esta minha neta e muito querida mesmo. Se manteve tranquila durante o domingo, passeamos, almocamos e as 5h viemos para a Policlinica Santa Maria, da Fundação Leval, de Nice. Pois foi so chegar e comecaram as contracões. Acho que nasce esta noite. Aqui agora são 7:30h e estou tranquilo. So não consigo achar os acentos neste teclado e nem vou perder tempo procurando pois tenho que voltar correndo ao hospital. Au revoir
Cesar Laus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Quase avô": Parabéns velho amigo. Muitas felicidades para a netinha, mamãe, vovô, papai e titia. Parabéns pela chega tão maravilhosa de mais um vida para alegrar nosso mundo. Abs Cesarlaus
Ps. como dizem os manezinhos, agora és um avô fresco. hehehe. no bom sentiido, lógico.
Bem, ontem como havia prometido, saí para dar uma banda na night. Me ocorreu ir ao Le Havane que é aqui perto, cerca de 8 quadras de castelhano (100m). Já estive lá, fiz amizade com o barman, um peruano que se chama Karl, e com os músicos cubanos da banda de salsa. Um deles, de férias pela primeira vez na vida, foi com a família para Florianópolis. Coincidências. Como era sábado de carnaval imaginei que ficaria aberto até mais tarde. Me agasalhei, sobretudo, blusa de lã e cachecol. Saí lá pela 1:30h. Devagarito no más. Um noite fria mas estrelada. Boa para perambular. Encontrei o Le Havane animado. Música alta e pista de dança lotada. Tive que me esquivar entre palmeiras de plástico e sacos de Café du Brésil para pode chegar ao segundo bar, nos fundo, onde Karl atende. Me recebeu com um sorriso e avisou que Alan (o músico) volta do Brasil dia 22. Pedi um pression (cerveja tirada a pressão) e me instalei no balcão par curtir o ambiente. Quatro músicas e três pression e a festa acabou! Não tinha refresco. A hora de fechar é às duas com tolerância de 20 minutos. Bares e pub's funcionam 5 horas. Fiquei 'vendido"! Agora que noite começava a engatar... Saí para a Rue de France e acompanhei o fluxo de pessoas pelo calçadão em direção à Praça Massena, onde acontece o carnaval que já havia acabado. Um grupo de jovens que estava bem animado no Le Havane dava sinal de que não terminaria a noite por ali. A troupe tinha destino certo: o Pub L'Escalier, que fica naVieille Ville de Nice ao lado da Ópera da cidade. Foi uma encrenca para entrar. Primeiro só casais depois frequentadores conhecidos. Eu, sozinho e desconhecido, amarguei uns bons 30 minutos para entrar. Mas valeu a pena esperar. Música latina, gente bonita e, além da pista de dança 5 mesas oficiais de sinuca. Tudo isso em um ambiente de caverna com paredes e arcos de pedra. O melhor: como abrira à meia-noite, só fechava às 5 horas!!!! Teria tempo suficiente de conhecer pessoas e treinar o meu francês. Foi uma boa noite. Descobri, ontem, que tem um outro pub ali perto que abre às 5 da manhã e fecha às 10h. Bem...essa já é outra estória.
Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para comandar uma fragata!
Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage. Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados. Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional. Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas. PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE, NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA , ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO. OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS ESTADUAIS E VEREADORES. TEMOS QUE DAR FIM A ESSES "CURRAIS" ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA BRASILIENSE COSA NOSTRA ".O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS.
JÁ PERDEMOS A CAPACIDADE DE NOS INDIGNARMOS. PORÉM, O PIOR É ACEITARMOS ESSAS COISAS, COMO SE TIVESSE QUE SER ASSIM MESMO, OU QUE NADA TEM MAIS JEITO.
Estou tentando assistir o desfile da Nêgo Cosinha Max Quirida pelo site da Prefeitura e não abre porra nenhuma. A tão anunciada transmissão ao vivo pela internet, parece que ficou, por enquanto, no negócio. Teria o suporte da Ciasc e imagens "cedidas" pela RBS TV.
Já vi no blog especial de carnaval da RBS o escudo da prefeitura e a bandeirinha do governo do estado. Tá entrando dinheiro no cofre dos gaúchos. Mas aqui na minha internet não entra nada. E não é porque estou na França. A propaganda da prefeitura dizia que a transmissão pela internet era para o mundo todo. Se é pela internet é para o planeta todo, né seus tansos !
Bem, aqui já são 1:20h. Vou dar uma olhadinha no Le Havane antes que feche. Fecha tudo às 2:30h aqui. Tá frio lá fora, mas um frio noturno saudável...pra quem gosta. Au revoir
Todo o ano parece a mesma coisa, mas não é. Sim, tenho uma vaga lembrança de um carnaval em que, com menos de dez anos, saí fantasiado de chinês, junto com o meu irmão. Naquele tempo o lança-perfume era permitido e, com exceção de um ardor nas vistas porque um filho da mãe me borrifou a cara, não me lembro de outro efeito colateral.
Por que, chinês? A escolha não foi minha. Talvez, arrisco, para sair do lugar comum.
Fugir de um estereótipo criando outro. Paradoxal. Cretino. Ridículo.
Hoje, se tivesse a mesma energia, sairia de palhaço. Está certo, tem de ter talento para ser palhaço. O estereótipo novamente. Não me sinto engraçado e nem fazendo graça, mas não sei por que, tenho a sensação de que alguém está rindo... Tem sempre alguém rindo ali nos bastidores...
Está bem, moro em um lugar aonde as pessoas vêm passar as férias. Estou tão habituado que nem percebo mais. Quer dizer, deixei de me assombrar, aparentemente. Sei que não é verdade, mas preciso me atochar de heroísmo para manter tudo funcionando. Para parecer ser um cidadão normal – como diria o Raul Seixas - Sei como tudo funciona e isso é chato.
O trânsito flui dos dois lados, se por um acaso o fluxo parar porque alguém está manobrando o carro no meio da pista, sei que a placa do veículo é de São Paulo; se dois automóveis andarem no mesmo sentido, lado a lado, com alguém de um veículo conversando com o outro como se estivessem sozinhos na rua, os dois carros tem a placa do Rio de Janeiro; se houver uma fila quilométrica atrás de um carro à 20km/h, a placa é da Argentina; metade do carro em cima da calçada e aparentemente perdido, é baiano; parado no meio da pista e querendo uma informação, mas sem pressa, é mineiro; estacionado embaixo de uma árvore e procurando um lugar para fazer um fogo, é gaúcho; dois veículos parados com os porta-malas aberto e tocando músicas diferentes aporrinhando todo o mundo, são goianos... Os famosos agro-boys (ou será bois?) do cacete... Ah! Se a mulher estiver toda paramentada, como se estivesse indo para uma festa, embora vá à praia, com direito a jóias e tornozeleira, well, 100 contra um, é do Paraná, está bem, eu sei, é de Curitiba...
Tristes Trópicos diria o Levi Strauss... Dura punição para quem mora no paraíso, digo eu...
A mulher que penso, saiu da capa de uma revista da moda, liga dizendo que está com saudades... Um dos filhos foi para uma praia, o outro saiu com os amigos para outra praia e o marido foi pescar... Puta que os pariu penso, o que está acontecendo com o mundo? Ninguém mais tem consciência do “estar aqui”... Lamento não possuir sensibilidade para este apelo (vai acento aí ou não?), mas gostaria de me apaixonar, palavra, gostaria mesmo... Pouca coisa me comove... Depois que tive a certeza de que não há saída (a não ser, como se dizia na época da estratocracia, o Galeão ou no caso aqui, o aeroporto Hercílio Luz)... A última vez que me enterneci, foi com a morte de um amigo do meu filho... Porque eles são jovens, a juventude me comove... Mas nós não conseguimos melhorar o mundo para eles, aliás, acredito que o pioramos...
Na Academia Catarinense de Letras, um desembargador aposentado forja o voto (de um acadêmico que não foi votar, não enviou o voto e nem poderia por estar como mal de Alzheimer), o cara faz isso depois de estar aposentado, imagine o que fez quando estava na ativa... A prefeitura de São José faz uma licitação para a decoração de carnaval de um clube, uma casa e um camarote... Dois dias antes de se abrir os envelopes, a “empresa” de um funcionário da mesma prefeitura já está trabalhando na área... Espera aí, os envelopes sequer foram abertos e já se sabe quem levou o “presente” superfaturado, para variar, foram R$280 mil desta vez... Como é que eu sei? Antes de ser escritor, sou jornalista...
Em qual patife vamos votar para presidente do País? Quero dizer, para governador do Estado? Digo, para prefeito? Não, para diretor do clube? ... Pô! Desculpem, estou me repetindo!
Alberto deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIÁRIO DA PROVYNCIA V": Vote naquele que esta sendo perseguido e massacrado pela grande mídia, sem que haja motivo plausível para tal perseguição. Este sera o menos patife para se votar.
Victor deixou um novo comentário sobre a sua postagem "DIÁRIO DA PROVYNCIA V": Pois eu vou fazer melhor, Vou anular o meu voto. Pena não ser mais a época do papel e caneta, senão riscaria a cédula todinha, de tanta raiva. A gente vê o que está acontecendo no DF (ainda que duvide de uma punição ao final) mas pergunta: pôxa, como é que lá eles conseguiram, e aqui fazem uma atrás da outra e nunca dá em nada? Aqui, o bigodudo que inventou a receita dessa tríplice (quádrupla, quíntupla..)GELÉIA GERAL é quem tá rindo, Olsen.
Dário Pinheirinho de Natal Berger e Leonel R$ 100 mil Pavan reagem às acusações de corrupção, formação de quadrilha e desvio de dinheiro público e ameaçam tomar o poder. Pavan, assumindo o governo de Santa Catarina no caso de vacância de Luis Henrique Boceli da Silveira, outro enrolado em investigações de crimes eleitorais e outros mais. Já Dário Berger, o prefeito itinerante de Florianópolis, após um periodo na muda, coloca a quadrilha na rua e tenta tomar de assalto o lugar que seria de Eduardo Pinho Moreira, todos do PMDB, "o partido que gosta de roubar". Dário, abrigado no PMDB por oportunismo político, joga tão pesado quanto Leonel Pavan. Os dois grandes gangsters da política catarinense tem dinheiro e poder de fogo de articulação. Apostando em uma aliança com o PT, seguindo o rastro de meliantes nacionais como José Sarney e Renan Calheiros, conta com o apoio de prefeitos da Grande Florianópolis e do ex-governador Paulo Afonso, outro corrupto de letra conhecida. Dário estaria por trás das denúncias de corrupção na Celesc, maior fonte de caixa 2 para a campanha de Eduardo Pinho Moreira. Leonel Pavan pressiona o seu partido a reagir e sair em sua defesa. Depois dos acontecimentos em Brasília, com a prisão de governador José Roberto Arruda, em ação inédita e surpreendente da justiça brasileira, após um breve exilio em Gramado (RS) Pavan volta à cena política e confirma sua disposição de assumir o governo. É denunciado pelo Ministério Público Federal, em Brasília, e pelo Estadual. A ação de Pavan assumindo o governo contamina qualquer iniciativa dos Demos. Quem mais sai perdendo nesta jogada é o candidato Raimundo Colombo. Semi contaminado pelo seu ex-colega de partido, José Roberto Arruda, Colombo ficaria enlameado ao colocar-se ao lado de Pavan subindo em um palanque que nem mesmo José Serra, candidato à presidência da República subiria.
Marcelo Souza deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dupla do barulho reage e ameça tomar o poder": O problema é que esta eleição vai estar contaminada pelas negociatas em torno da campanha presidencial - que também será plebiscitária , conferindo se Lula consegue eleger poste ou não [nesse caso o poste do PT já está definido(???)]. Em SC as facções criminosas aliadas a grande mídia local tomaram conta do Estado , e, segundo informações de amplos setores do funcionalismo estadual - Luiz Henrique Bocelli da Silveira é o Alí Babá e os seus secretários os 40 ladrões, tal é o nível de descalabro, descaminho, prevaricação e roubo a luz do dia. Logo, o financista de campanhas anteriores de LHS - o vice-corrompido Arrows, fechou o cofre, restando ao nosso megalomaníaco candidato ao senado busca outra fonte clara de financiamento - Dário Casvig Berger, com suas empresas de vigilância e os contratos denunciados por Esperidião Amin na campanha anterior, serve de fonte robusta para os desejos eleitoreiros. Resultado, o governador já tem o nome para seu lançamento. No PT, a saia justa da senadora são seus envolvimentos com a defesa de figuras carimbadas da maracutaia política nacional, e, os casos rumorosos de uso ilicito de recursos para benefício de filhos e nora, além de ex-marido e família. Resultado: a eleição será carregada de propostas inócuas, inexiquiveis, e com muita artilharia pesada. Melhor continuar na França , esperando a neta nascer.
Fico sabendo agora que o jornalista Pedro França foi encontrado morto em seu partamento em São Paulo. Uma grande perda para todos os que o conheciam e para o jornalismo de verdade.
Conheci Pedro França, o Francinha, em Florianópolis através dos amigos Belmiro Sauthier e José Antonio Ribeiro, o Gaguinho. Convivemos durante alguns anos e nos encontrávamos seguido no bar do Diabão na praia do Santinho.
Inteligente, papo manso e agradável, era tido como "o único jornalista rico, fino e chique de São Paulo." Essa expressão foi publicada diversas vezes, no Jornal da Tarde, nos anos 70 e início dos 80, nos textos assinados por seu amigo Telmo Martino, na editoria de Variedades - textos carregados de humor e muito veneno, uma espécie de coluna social sobre os famosos da época que não era assinada como coluna social. Pedro França Pinto, morto ontem em São Paulo, aos 59 anos (completaria 60 no próximo mês de março), fez Direito na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e História na Universidade de São Paulo (USP), mas tornou-se jornalista logo que deixou o curso. Trabalhou no Grupo Estado por mais de 25 anos. Foi repórter, redator, subeditor e editor no Jornal da Tarde, a partir de 1974, onde começou como setorista do Palmeiras (embora fosse torcedor fanático da Portuguesa) e passou pelas editorias de Esportes, Reportagem Geral e Variedades. Deixou o jornal por alguns anos no fim da década de 80, para o que costumam chamar de período sabático - uma temporada em Florianópolis, distante do jornalismo diário. Matéria completa no Estadão.