domingo, 10 de janeiro de 2010

Caso Pavan: Roubalheira e gangsterismo

Em meu artigo sobre a investidura do presidente do Tribunal de Justiça como governador do estado e o caso envolvendo o vice-governador Leonel Pavan, coloquei lá o seguinte: "Isso que saiu na imprensa é apenas a ponta do iceberg. Tem muito mais coisa feia nas gravações mantidas em sigilo até agora. E Varella sabe disso"

Bem, parece que a coisa andou. O colunista Moacir Pereira teve acesso ao processo contra Pavan e a coisa é mais escabrosa do que se imagina. Beira a roubalheira e gangsterismo. Essa história da Arrows com fiscais da Fazenda e com o vice-governador Pavan não é coisa de ladrãozinho de Hélio Costa, tipo chinelo, é briga de cachorro grande. Tem bandidagem na parada. Ferro neles Polícia Federal, Ministério Público e Justiça de SC. Leia uma parte aqui e outra na fonte:

Conexões perigosas

Mocir Pereira

A leitura do inquérito da Polícia Federal sobre a Operação Transparência tem depoimentos, conversas telefônicas e encontros reveladores sobre as relações dentro e fora do Poder Executivo. E um dos fatos levantados na investigação reside nas conexões entre as supostas irregularidades e crimes denunciados pela Policia Federal. Estas conexões é que foram determinantes nas tomadas de depoimentos e nas gravações grampeadas.

O documento em posse do DC mostra, por exemplo, um “link” entre o atentado sofrido pelo auditor fiscal da Fazenda Estadual, Carlos Henrique de Barros, que atuava no combate à sonegação fiscal de empresas distribuidoras de combustíveis na cidade de Itajaí, e as intervenções diretas do vice-governador Leonel Pavan e de seus correligionários para reativação da inscrição da Arrows Petróleo do Brasil, cancelada pela Secretaria da Fazenda, justamente pela prática de sonegação. Leia tudo na fonte.

Um comentário:

Anônimo disse...

Les é phlódones. Tá com o felling tinindo.