domingo, 4 de novembro de 2012

Boceprevir e cerveja sem álcool: novas emoções!

Pior que os efeitos colaterais dos remédios para curar a Hepatite C é uma cerveja sem álcool quente!!!!!!!  

   Comecei hoje uma nova etapa do combate ao vírus da Hepatite C. Entro na quinta semana do tratamento (agora só faltam 20 semanas...hummm), e começo a tomar o Boceprevir, um antiviral que ataca diretamente o Flavivíru.
   A briga é boa! Todos aqueles efeitos colaterais desagradáveis que eu sentia com os remédios anteriores, Interferon e Ribavirina, agora sinto em dobro, com um diferencial: a náusea!
   Um barato!
   Esses medicamentos todos tem a depressão e o desânimo com efeitos colaterais. A anemia profunda que começa agora, me acompanhará por todo o tratamento. É uma anemia medicamentosa. As hemácias que transportam o axigênio pelo sangue também transportam o Boceprevir. Os dois brigam e acabam matando as hemácias. Simples assim!
   Por incrível que pareça quanto mais profunda a anemia maior o indicativo de cura da doença. É o tal ter que morrer para nascer de novo! Então tá!!!!!

   É importante ter conciência de que me sinto assim por que os remédios agem no meu sistema nervoso central. Então eu sei que tudo isso é dos remédios e não da minha cabeça, afinal sou uma pessoa alegre e extremamente otimista!
   Mas que tá tudo uma merda, ah! Isso está!!!! O mundo deve acabar por esses dias!!!!

  Cervejas
  Tenho estudado com afinco o efeito, ou o não efeito, das cervejas sem álcool na cabeça de um bom ex-bebedor. Experimento nacionais e importadas. Tenho ganhado muitos presentes de amigos. Outro dia, o amigo Marcelo ligou e disse que para eu passar no shopping Beira Mar para pegar uma caixa de Schneider Weisse que havia deixado comprada lá. 
   A Schneider Weisse Tap 3 é uma delícia de cerveja de trigo, sem álcool, não é filtrada nem pasteurizada. Tem um gosto forte de caramelo. É boa depois de um exercício, bem gelada. Efervescente quando toca a língua e harmoniosa no final. Mas é para tomar duas garrafas no máximo. 


   A Erdinger Weissbier Alkoholfrei é uma das melhores. Tem um creme denso e consistente. Malteada e com um amargor que equilibra bem o conjunto. Suave, mas sem lúpulo e principalmente sem trigo. Mesmo assim, de todas, acho que é a melhor...no momento!

   Das nacionais já passei por todas. A Opa, de Joinville, é boa...para tomar duas. As mais comuns de se encontrar no mercado são a Liber (Brahma), a Schin e a Bavária sem álcool. Por incrível que pareça, a Schin, sem álcool, é das melhores. Com álcool é intragável! É uma cerveja um pouco doce com um finalzinho amargo, aquele que se sente no fim da garganta. Tem um creme branco denso. De lúpulo?...nem lembrança.

   A Bavária é braba! Sem creme, quase sem sabor algum, aroma de ferrugem e como diria um amigo meu, mais conhecedor que eu: - tem uma levíssima sugestão de cereais não malteados, com retrogosto de xarope de criança...Affe!!!!


   Ontem, porém, tive uma grata surpresa. Descobri a Itaipava sem álcool. Gostei bastante. Mas como o meu paladar vai mudando, ou desaparecendo, com o efeito dos remédios, vou experimentando,  gostando e desgostando das cervejas o tempo todo. Da maioria acabo enjoando.

   É o caso da Liber, da Brahma, a sem álcool mais comum nos supermercados. É leve com um sabor de fruta passada. Não tem lúpulo e o malte, quando se percebe, entra com sabor pouco agradável. Enjoativa!


   Bem, a oferta de cerveja sem álcool nos bares é um problema. Quando tem, está quente! Ninguém leva a sério um ex-bom bebedor de cerveja. 

   Pior que os efeitos colaterais dos remédios para curar a Hepatite C é uma cerveja SEM ÁCOOL E QUENTE!!!!!!!

   Aí é fim de carreira!!!!!

5 comentários:

Bernardo disse...

Só não vai abusar muito das "cervejas sem álcool".
A indicação "SEM ÁLCOOL" no rótulo está de acordo com o Decreto 2.314/97 do Ministério da Agricultura, que considera cervejas com até 0,37% de álcool em sua composição como não alcoólicas.Das cervejas nacionais, apenas a Liber tem teor de 0,0% de álcool. As demais, como a Kronenbier (Antarctica), Nova Schin, Bavaria e Itaipava, contém quantidade mínimas de álcool (abaixo de 0,37/100g) mas, ainda assim, possuem a substância em sua composição.

Anônimo disse...

O problema da cerveja é o excesso de água que se toma de procedencia duvidosa. A água é que é prejudicial à saúde. Por isso, opte sempre pela cerveja preparada em cidade onde a água é bem tratada.

GAFANHOTO disse...

CANGA SEI QUE NÃO É O LUGAR, MAS OLHA O QUE DESCOBRI NA VEJA DE AGOSTO DE 1986!!!"Há muitos empresários atirados nas campanhas que, se antes patrocinavam candidatos, agora querem se eleger. Com isso, parece que inflacionaram os custos", diz o general Golbery do Couto e Silva. "O pior é que não se pode garantir que um congresso com mais empresários seja necessariamente melhor, pois a experiência mostra que eles, depois de eleitos, se desinteressam da rotina parlamentar", acrescenta. Nesse quadro agitado, há tramas obscuras e acusações pesadas. O dinheiro que ajuda a empinar uma candidatura também pode sabotar uma outra - e até retirá-la da disputa. "Isso aconteceu em Santa Catarina", acusa o deputado Walmor de Luc, vice-líder do PMDB na Câmara. Segundo ele, graças ao pagamento de 1 milhão de cruzados, "parte em dinheiro, parte em cheque", o empresário Realdo Guglielmi convenceu o candidato Rony Zaniboni a desistir da campanha - abrindo uma vaga a seu cunhado Eduardo Pinho Moreira. "Isso é mentira", afirma Guglielmi. "Participo da campanha como peemedebista de muitos anos."

Anônimo disse...

Realmente a Liber é uma merda. Só tem aparÊncia de cerveja, nada além disso. A Nova Schin, por incrível que pareça, pode até dar uma enganada!

Mário Fernandes disse...

Assino em baixo, a Erdinger é a melhor. A Itaipava a melhor Nacional. Também assino em baixo o relato sobre os efeitos colaterais em DOBRO com o Noceprevir.