quarta-feira, 6 de abril de 2011

Maravilha de voz


Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Maravilha de voz": Com tantas trilhas, compulsórias como IR,ICMS ou pedágios, com vozes desafinadas, desatinadas, Tulipa é uma sinfonia. E ainda lembra uma noite de verão, saboreando chopp caseiro.Várias até tontear. Difícil é entender por qual razão talentos assim estão afastados dos grandes circuitos ou não são conhecido(as) do grande público. Outra boa surpresa. http://tuliparuiz.blogspot.com

Macaco em casa de louça

 O novo pessoal, de Joinville, está entrando com as quatro mãos no Deter. Pouca prática no trato com servidores públicos, os novos diretores e gerentes tem feito coisas que estão virando piada dentro da instituição. O que mais gera comentários é a pouca disposição para o trabalhos desta gente. Sao viagens com secretária com diárias pagas, expediente de três dias e folgas com direito à jogo de dominó no Mercado Público em horário de trabalho.
 O "su" desta semana foi uma decisão do novo diretor de Transportes da casa. Em uma atitude intempestiva Ralf Benkendorf tirou uma copeira de suas funções e a "transferiu" para o Terminal Rodoviário Rita Maria. A decisão, fora de suas atribuições, atropelou a Diretoria Administrativa responsável pela mesma, criando um clima de mau estar. Parece que a situação será revertida hoje. 

Oura coisinha, ano passado foi realizado concurso Público para 38 Fiscais de Transportes, desses 38 ainda em estágio probatório 3 estão no serviço administrativo o que é proibido por Lei e fere o Edital, um deles já foi alçado para a Presidência, começou hoje.

Comunicado corporativo

Veja o que o que pode acontecer com um simples Aviso dirigido aos funcionários:

De: PRESIDENTE
Para: Diretor
Na próxima segunda feira, aproximadamente ás 20:00 horas, o cometa Halley
passará por aqui. Trata-se de um fenômeno que ocorre a cada 76 anos. Assim, peço que os funcionários estejam reunidos no pátio da fabrica, todos usando capacete de segurança, para que eu possa explicar o fenômeno a eles. Se estiver chovendo, não poderemos ver o espetáculo a olho nu, e todos deverão se dirigir ao refeitório onde será exibido um filme documentário sobre o cometa Halley.

De: DIRETOR

Para: Gerentes
Por ordem do presidente, na sexta-feira ás 20:00 h, o cometa Halley vai
aparecer sobre a fábrica.Se chover os funcionários deverão ser reunidos, todos com capacete de segurança e encaminhados ao refeitório, onde o raro fenômeno aparecerá, o que acontece a cada 76 anos a olho nu.
De: GERENTES

Para: Chefes de Produção
A convite do nosso querido diretor, o cientista Halley de 76 anos vai
 aparecer nu no refeitório da fabrica, usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre segurança na chuva. O diretor levará a demonstração para o pátio da fabrica.

De: CHEFES DE PRODUÇÃO

Para: Supervisor de Turnos
Na sexta-feira, o diretor, pela 1ª vez em 76 anos, vai aparecer nu no
refeitório da fabrica, para filmar o Halley, o cientista famoso e sua equipe. Todo mundo deverá estar de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre segurança na chuva. O diretor levara sua banda para o pátio da fabrica.
De: SUPERVISOR DE PRODUÇÃO

Para: Funcionários
Todo mundo nú, sem exceções, deve estar no pátio da fabrica, na próxima
sexta-feira, ás 20:00 hs, pois o manda-chuva (Presidende) e o Sr. Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme "Dançando na chuva". Todo mundo no refeitório de capacete, o show será lá, o que ocorre a cada 76 anos.
Aviso para todos FUNCIONÁRIOS:

Na sexta-feira, o chefe da diretoria vai fazer 76 anos e liberou geral para a festa ás 20:00h no refeitório. Vão estar lá, pagos pelo manda-chuva, "BILL HALLEY E SEUS COMETAS". Todo mundo nu e de capacete, pois a banda é muito louca e o rock vai rolar solto, mesmo com chuva. 


*Agradecimento e aviso: Valeu chuvisco. Domingo à noite estarei aí.

LHS tenta malandragem no senado

O sábio Arraes
Em 2003, durante uma das tentativas fracassadas para se instituir o voto de lista, o deputado Aldo Rebelo foi encarregado de tentar convencer Miguel Arraes que a mudança moralizaria as disputas eleitorais. Deu-se o seguinte, na narrativa de Rebelo:
"Eu falei durante quase uma hora e Arraes, que era de poucas palavras, ficou cachimbando. Quando terminei, ele perguntou:

- O senhor sabe me dizer quanto vai custar um bom lugar nessa lista?"

Esta esclarecedora historinha foi enviada pelo leitor José Henrique Orofino da Luz Fontes que acredita que a
Comissão de reforma política do senado está propondo um golpe contra a democracia, o voto em lista. A proposta é do ínclito senador por Santa catarina Luiz Henrique da Silveira.  LHS governou o estado por oito anos sem deixar uma obra. É o mentor das famosas SDR's, ralo de dinheiro público e cabides de empregos políticos.


Para Orofino é um absurdo que está sendo cometido. Vai ser estabelecida a ditadura da direção partidária, vão ser eleitos os candidatos que eles quiserem, um negócio entre amigos e para quem tem dinheiro para pagar e ficar no início da lista de candidatos. José Orofino propõe que se faça uma frente contra "esta barbaridade".

Vitor deixou um novo comentário sobre a sua postagem "LHS tenta malandragem no senado": Canga,
Se Fpolis esta esta bagunça, um dos maiores responsáveis é o Senador LHS.
Enquanto os principais estados instituem Regiões Metropolitanas que permitem receber com prioridade recursos federais e internacionais, este senhor na mesma lei que instituiu as secretarias regionais, revogou a Lei da Região Metropolitana de Fpolis.
E ninguém sabia de nada!
Parece que os nossos vereadores de deputados estaduais são todos seguidores do apedeuta!
Saudações!
Vitor

 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Sindicalista mafioso é pego em flagrante...na Argentina

Lider sindical argentino é flagrado chantageando representantes do Jornal El Clarín na Argentina. A serviço do governo, sindicalistas tem atacado e impedido a circulação de jornais que criticam Cristina Kirchner. São máfias a serviço do poder.

Galina vai cuidar da CASAN



O Conselho de Administração da Casan deve homologar hoje o nome do engenheiro Valter Galina para a diretoria Técnica da empresa. Derrotado na disputa para Secretaria Regional da Grande Florianópolis, Galina vai pegar uma boquinha na Casan que, aliás, não é uma boquinha: é uma bocona!!!!
Ali se faz dinheiro como água! Que o diga Walmor de Luca!
Ô Valmor! que fim deu aquele dinheiro encontrado na tua lata de lixo dentro da Casan?

Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Galina vai cuidar da CASAN": Já tinha conhecimento de vários meios de transporte de numerário. Como exemplos, a Brinks, Prosegur, até cueca, meia, papel de pão mas lata de lixo? Original mesmo. Tempos atrás corri pro pai dos burros: qual a diferença entre endêmico e o epidêmico. A corrupção no Brasil é epidêmica. Tem jeito não. 

Temer (PMDB) suspeito de ladroagem

Tá na Veja:

Ilustração Cangablog
Suspeito de corrupção, Temer é investigado pelo Supremo. Vice-presidente teria participado de esquema de corrupção em porto de Santos
 
 O vice-presidente Michel Temer, citado em inquérito do STF sob suspeita de corrupção ativa e passiva. (Agência Estado)
O vice-presidente da República Michel Temer é alvo de uma investigação do Supremo Tribunal Federal sobre corrupção e cobrança de propina no porto de Santos, informa reportagem do jornal Folha de S.Paulo na edição desta terça-feira.
De acordo com o jornal, o STF investiga uma rede de corrupção ativa e passiva que atua viciando contratos administrados pela Codesp (Companhia de Docas do Estado de São Paulo). Presidido por Marcelo de Azeredo entre os anos de 1995 e 1998, o órgão público era influenciado policitamente pelo PMDB, partido de Temer. 
À época deputado federal, Temer é investigado pelo STF sob a suspeita, entre outras, de ter recebido 614 mil reais para facilitar o contrato de exploração da empresa Libra no porto. Érika Santos, ex-mulher de Azeredo, apresentou documentos e planilhas em processo de separação de união estável em 2000. Um deles aponta o recebimento de dinheiro por "MT". A Polícia Federal e a Procuradoria da República acreditam tratar-se de Temer.

O sommelier do mangá

Ele compara vinho a doce derretido e Freddie Mercury. Quando sai na rua é disputado a tapa. Seus palpites provocam terremoto no estoque das lojas. Shizuku Kanzaki só existe nos quadrinhos, mas é a voz forte do vinho na Ásia
  
Shizuku Kanzaki prova um Bordeaux Château Mont Perat 2001.
Uma gota de suor brilha na bochecha esquerda. Guitarras, Freddie Mercury e toca-discos explodem em sua cabeça.
"Poderoso", diz ele. "Mas também tem doce derretendo, e uma ponta de acidez que pega de surpresa. É como a voz do vocalista do Queen- doce e rouca, aprisionada em ondas densas de guitarra e percussão pesada."
Shizuku, um jovem japonês aspirante a sommelier surgido meio do nada quatro anos atrás, tornou-se rapidamente a voz mais influente do mercado asiático de vinhos.
Comerciantes de Tóquio acompanham suas aparições semanais para ajustar os estoques. Em mercados mais novos como Taiwan e a China urbana, suas recomendações vêm fazendo adeptos do vinho na nova classe afluente. Sul-coreanos de Seul já falam com desenvoltura em terroirs e em como uma garrafa "harmoniza" com determinado prato.
Não importa que Shizuku Kanzaki seja apenas um personagem de história em quadrinhos, o herói do mangá seriado Gotas dos Deuses, criado e escrito pelos irmãos japoneses de meia-idade. Leitores asiáticos que nunca ouviram falar em Robert M. Parker Jr. escrutinam cada degustação do herói, aprendendo sobre vinhos com palavras e imagens que soariam estranhas a ouvidos tradicionalistas. A série usa imagens improváveis como o quadro Angelus, de Jean-François Millet, para explicar a riqueza de um vinho, e um pântano ao norte de Tóquio para descrever uma safra difícil, mas compensadora. "São imagens que emergem de vinhos que realmente bebemos", diz Yuko Kibaiashi, de 49 anos, criadora da série com o irmão Shin, de 46. "É como um jogo." Leia mais. Beba na fonte.

COITADO DAQUELE QUE NÃO COMPARA

Por Janer Cristaldo

Para que comparar? – me pergunta um interlocutor, aparentemente irritado com minha mania de comparar países e culturas, cidades e restaurantes, escritores e livros, vinhos e álcoois. Ora, caríssimo, nada mais humano do que comparar. Nascemos e morremos comparando e entre o nascer e o morrer comparamos o tempo todo. A criança compara o que come e opta pelo mingau do qual mais gosta. No final da vida, comparamos médicos e hospitais, para decidir a quem entregar nosso cadáver.

Em meio a estas duas pontas, comparamos mulheres para saber qual será nossa eleita. Elas, por sua vez, comparam os candidatos a suas primícias, para decidir com qual dividirão o leito. Comparamos também pessoas, para decidir quais convidaremos à nossa mesa. Comparamos visões de mundo – se é que ainda alguém as compara – para decidir como conduziremos nossas vidas. Só míopes não comparam, e míopes sempre têm dificuldade em escolher seus nortes.

Este humano desejo de comparar, de ver o que há além daquela rua, daquela cidade, daquela fronteira, foi o que me levou a viajar. Comecei com uma bicicleta, quando saí de meus pagos rumo a Dom Pedrito. Hoje uso veículos de mais longo alcance. De bicicleta não se vai muito longe. E de carro muito menos. Falar nisso, quem vai comprar um carro começa comparando. Qual o mais adequado a suas necessidades – ou vaidades – e a seu bolso. Comparamos na hora de escolher um vinho. Cahors ou Rioja, Valpolicella ou Nero d’Avola, Tannat ou Malbec?
Leia mais. Beba na fonte.

Carminati citado por improbidade

Do empresário Nei silva ainda sobre o escândalo LHS/Revista Metrópole:

Embora ande a passos de tartaruga paraplégica o processo de Improbidade Administrativa (023.10.035767-1) que tramita na Vara da Fazenda Pública Florianópolis teve avanço. Ivo Carminati, réu no processo, após longos 5 meses mperceptível aos olhos do Oficial de Justiça foi finalmente notificado, deve  apresentar esta semana sua defesa prévia. 
Todavia a inércia não pode ser aplicada neste caso o que jugo lamentável sob pena de não se fazer JUSTIÇA. É preciso que haja  delinde rápido assim sendo, não haverá prescrição da ação. A propósito, 5 peemedebistas de Cruz na Testa são réus no processo: Casildo Maldner, Ivo Caminati, Armando Hess, Ari Vequi e Gentil da Luz, figuram também como réus Danilo Gomes, Nei Silva e Editora Metrópole. 
Ora, quero pressa para ser ouvido em Juízo para reiterar as denúncias do livro proibido “A Descentralização no Banco dos Réus”
 Att
Nei Silva

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A farra dos bilhões

Deu no Claudio Humberto

Lula distribui R$ 61 bilhões para 27 países em 2 anos
Somente nos dois últimos anos de seu governo, o ex-presidente Lula distribuiu mais de R$ 61 bilhões do contribuinte brasileiro para 27 países, a maioria na América Latina, sendo oito na África, para além de algumas das mais tenebrosas ditaduras, como Líbia, Síria e Irã. Parte expressiva dos recursos saiu do Brasil por meio de financiamento do BNDES, para obras tocadas por empreiteiras favoritas do governo.


Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A farra dos bilhões":
Empreiteiras favoritas do governo? Ou dos três poderes? Continuando: Empreiteiras financiadoras de políticos. Quando eleitos, carreiam o erário nos moldes da oração de São Francisco. As mesmas que brecam processos judiciais porque sua origem se deu por denúncia anônima. Mas, para prender ladrão de galinha, disk denúncia: Xadrês garantido.
Pela mesma razão somos campeões mundiais no consumo de pesticidas, no agrobusiness, e todas as obras licitadas são caras, para o fifty-fifty.
Solução? O financiamento público de campanhas acabava com parte dessa festa. Bom mesmo seria políticos sérios, aqueles que ainda coram de vergonha. 

Enquanto isso no DETER....

Se concretizou a profecia feita aqui no Cangablog: Ralf Benkendorf é o novo Diretor de Transportes do DETER. Ralf faz parte do grupo de Joinville que habita o DETER no momento. Parceiríssimo do presidente Sandro Silva, Ralf parece ser o linha de frente do ex-vereador joinvillense. Em Joinville, Sandro Silva, quando presidente da Câmara de Vereadores não fazia nada sem consultar Ralf.
Em seu twitter, dia desses, Sandro Silva exultou com um Feito! a nomeação do primeiro amigo.
Veja abaixo.


http://twitter.com/#!/_SandroSilva - Presidente do DETER 

Feito! Ato n° 819 nomeia Ralf Benkendorf como Diretor de Transportes do Departamento de Transportes e Terminais de Santa Catarina(DETER-SC)

Veja também a agenda do presidente do Deter, colocada no twitter, que tem feito expediente de "congresso nacional": de terça a quinta. Sempre carregando a secretária de volta a Joinville.
http://twitter.com/#!/_SandroSilva - Presidente do DETER
Sandro Silva
@_SandroSilva Sandro Silva
Bom dia a todos! Levo meu filho no ingl~Es daqui a pouco e depois sigo pra Floripa. Hoje bate e volta. Tenho jogo com os amigos da CAMPEÂ. (24 de março quinta-feira) 

L.A. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Enquanto isso no DETER....": Segundo a Rádio corredor, o Ralf nem assumiu direito ainda e quer trazer uma pessoa de sua confiança para lhe Secretariar, pois não aceita e nem confia em nenhum funcionário de carreira.
Pergunto eu: Como será feira essa contratação, pois a Diretoria que ele ocupa não dá direito a esse tipo de contratação? Será que vão contratar através da ORCALI para desvio de função?
Fica a dica e estamos de olho.
 

F.K. deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Enquanto isso no DETER....": Caro Canga, creio que uma informação escapou a você. O Ralf Benkerdorf de quem falas, e o irmão dele, o Adolar, são membros da família Bittencourt, que governou autoritariamente a cidade de Imaruí, vizinha à Laguna, por 64 anos. Ambos são sobrinhos do ex-deputado Pedrinho Bittencourt e são primos-irmãos do ex-vereador Ptolomeu Bittencourt. Assim, a nomeação de Ralf obedece não só a lógica do compadrio, mas também a do fisiologismo, correspondendo à parcela do governo Colombo que deve caber ao DEM, e aos próceres políticos em questão.
Fernando Kucinski

“CADA DIA COM SUA AGONIA”

Por Edison da Silva Jardim Filho

“Cada dia com sua agonia”, diz o dito popular. A agonia de hoje do cidadão informado e, por isso, “mordido” com o péssimo funcionamento da política e da democracia brasileiras, deveria ser a adoção do “voto distrital puro” para as eleições de vereador e deputados estadual e federal. É que esse sistema consubstancia-se, dentre todas as propostas apresentadas à discussão e aprovação das comissões especiais formadas na Câmara Federal e no Senado, na única que tem o poder de mudar, radicalmente, o panorama político nacional.
A começar que os partidos políticos seriam obrigados a realizar prévias entre os seus filiados, para escolher o candidato que disputaria as eleições em cada distrito. Sim, porque seria antinômico com o novo sistema a cúpula partidária impor uma candidatura, ou prevalecer a figura do “candidato nato”, ou seja, a recandidatura de quem já exerce o mandato legislativo. Aí está uma das mais importantes vantagens desse sistema: solapar por dentro o poder das oligarquias partidárias.
Mas há muitas outras! Por exemplo: aproximar o parlamentar dos anseios da população e da região que o elegeu. Assim, acabar-se-ia com o “descolamento” dos mandatos em relação ao eleitorado, o que advém do fato de os candidatos, no sistema proporcional vigente, poderem “pingar” votos num grande número de municípios para suprir a falta deles em sua região de origem. Nesse ponto, esgrimem alguns a crítica de que o sistema do voto distrital puro “paroquializaria” o debate político. Os parlamentares brasileiros já não estão há muito tempo capacitados, intelectual e civicamente, para discutir os grandes temas políticos e ideológicos e dar solução às demandas importantes do país, do estado e do município como um todo. Pelo contrário: sob o sistema do voto distrital puro, a camada esclarecida do eleitorado e os formadores de opinião passarão a ter mais peso político. Um outro benefício notório seria reduzir a influência do poder econômico nas eleições parlamentares. O eleitor, por conhecer o candidato, não se deixaria impressionar com a visibilidade das campanhas, ou atentaria para esse detalhe com vistas à desqualificação da candidatura. Assacam ainda os críticos do voto distrital puro, que o sistema pode levar o partido político que obtenha a maior votação num estado ou município, a receber um número menor de cadeiras no legislativo. Isso não pode ser levado à conta de distorção do sistema. O vetor de legitimação eleitoral e partidária passa a ser o voto “de qualidade” nos distritos e não mais o sufrágio “em quantidade” no estado ou município.
Há uma miríade de propostas contraditórias sendo apresentadas pelos senadores e deputados federais, bem como pelos partidos políticos, nas duas comissões especiais. O PSDB, que tem a adoção do voto distrital como item do seu programa, vem defendendo o sistema do voto distrital misto, ou seja, com parte dos candidatos, escolhidos pelos partidos, disputando votos em todo o território do estado ou município. Na votação da comissão especial do Senado, o PSDB contribuiu para aprovar as famigeradas “listas partidárias fechadas”, que representam a antítese do voto distrital. O PMDB, para atrapalhar o debate sobre o voto distrital puro, mas reconhecendo, indiretamente, a propriedade desse sistema, apresentou a proposta do “distritão”. O “distritão” se resumiria no preenchimento do número de cadeiras dos parlamentos pelos mais votados nas eleições. Por exemplo: as 40 vagas da Assembleia Legislativa de Santa Catarina seriam ocupadas pelos 40 candidatos a deputado mais votados. Como visto, o “distritão” não guarda nenhuma semelhança com o voto distrital.
Aí é que entraria o poder catalisador da Ordem dos Advogados do Brasil. Não se entende como uma corporação profissional cujo estatuto reza que “tem por finalidade: defender...a ordem jurídica do Estado Democrático de Direito”, possa não ter na ponta da língua, para apresentar à população, os pontos básicos de uma reforma política que viesse trazer autenticidade à democracia brasileira, dentre os quais avulta a adoção do voto distrital puro.

CICLO

Remembering

Publicado originalmente em 26 de fevereiro de 2010 


Queridos leitores...


Pois bem, finalmente cheguei à Nizza. Depois de uma escala forçada em Belo Horizonte, acabei em Paris. A escala que seria em Madri acabou na capital francesa.
Gostaria e registrar o excelente atendimento da TAM neste caso. Sem teto para descer no Rio fomos para BH onde ficamos 2 horas parados esperando para retornar ao Rio. Acabei perdendo a conexão para Madrid que seria às 21 hs.
A Ibéria garantiu o voô somente para o dia seguinte às 21 hs. A TAM resolveu de maneira rápida e amigável. O funcionário Cabral, no Rio, desde o primeiro momento se mostrou solícito e atencioso. Extremamente profissional nos relocou em um voô da própria TAM para Paris onde acabamos fazendo conexão para Nizza. Deu tudo certo, fora a bagagem que está em lugar incerto e não sabido com todos os presentes para a Luisa. O importante é que chegamos bem.
Encontrei minha filha, meu genro e minha neta muito bem. Agora é esperar nascer a criança. Sobre os brincos...bem, a coisa de longe é uma e de perto é outra. Hoje mesmo tomamos algumas garrafas de vinho pra escolher a melhor rolha que "seria" usada no ritual de furar orelhas da minha neta.
A primeira garrafa foi um Bordeaux, Chateau Lamothe (safra 2007).
Degustei como um náufrago depois de mais de 24 hs dentro de avião.
Não achei a rolha muito...digamos, firme. Abri um Chateau Saint Croix, daqui das Côtes de Provence mesmo. Coisa meio parecida com as coxilhas de Quaraí. A rolha já me pareceu melhor.
A terceira garrafa não lembro o nome e perdi a rolha.
Só que hoje à noite mesmo, depois destes vinhos todos foi aberta a discussão sobre colocar ou não brincos na Luisa. O bicho pegou. Minha filha amarelou um pouco, o meu genro ficou meio barro meio tijolo mas dá para perceber a sua posição contrária. Eu, bem...enquanto isso vou estudando rolhas para ver qual a melhor a ser usada na eventualidade de eu ter de furar as orelhinhas da minha neta.
Amanhã penso ir a Arles, aqui pertinho. Quero conhecer o lugar onde Vincent Van Gogh e Paul Gauguin se encontraram em 1888 e, mesmo diferentes em tudo, se identificavam em uma coisa: na busca da luz para encontrar os caminhos da pintura moderna. No livro "El paraiso en la outra esquina" Vargas Losa registra magistralmente este encontro.
 

Como vocês já devem ter percebido estou com um novo logotipo. Obra do querido e criativo amigo Mauro Ferreira, o TheZainer.

Achei a terceira rolha...acho que vou dormir...
Au Revoir

Um belo dia leitores!

domingo, 3 de abril de 2011

ESTÁ TUDO DOMINADO


Por Olsen Jr.

De tanto ouvir a expressão quase escrevo “ta ligado”. O caso? Eu conto como o caso foi. Tem uma hora que você começa a se aporrinhar com tudo. Imagina que existe um complô não planejado, mas latente esperando pela menor distração para se impor. Não se trata de “mania de perseguição”, nem de TOC – transtorno obsessivo compulsivo, tampouco da introjeção de alguma debilidade recém descoberta ou ainda de um gene recessivo que se tenha manifestado de maneira esdrúxula.
Pensei que era uma folha colada na lataria do carro. Depois percebi que era a tinta que tinha saído. Alguém (que não sou eu) tinha feito aquilo. Um dia na oficina para por em ordem a pintura. Tempo e dinheiro que poderia ser mais bem empregados. Passam dois dias e percebo, no mesmo lado esquerdo do veículo, que um objeto contundente raspou o pára-choque enquanto o mesmo estava estacionado. Tenho que começar tudo novamente: oficina, tempo e dinheiro. Ninguém está imune às fatalidades, isso entendemos, mas deveríamos ter respeito por nós e pelos outros, por aquilo que não nos pertence.
Pago uma conta em um bistrô que frequento há muito tempo. Guardo a nota e no dia seguinte, acreditando que paguei demais, somo tudo novamente e percebo que fui lesado em R$ 33,00 (quase outra conta), reclamo e sou ressarcido com a desculpa de que foi uma falha do sistema. Dá licença, não é o homem que programa o tal sistema?
Entro em uma livraria onde centenas de livros estão em cima de várias mesas, pretensamente ao custo de R$ 9,90 a unidade, escolho vários e vou pagar. Para surpresa minha alguns estão com o preço anunciado e outros com o dobro. Chamo a atenção da moça e ela responde que em uma das mesas os preços são diferentes, bastava ler atentamente as tabuletas dispostas pelo recinto. Naturalmente para chamar os clientes, aquelas que tinham os tais “R$ 9,90” estavam em destaque e em maior número.
Você não pode abrir a guarda. Parece que todo o mundo está bancando o espertinho. A mulher te ultrapassa na rampa do shopping e você se pergunta “para que a pressa?” quando chega junto com ela no sinal que está fechado; o cara que se acha esperto por avançar pelo acostamento quando você está a mais de uma hora em fila indiana depois de um dia de trabalho, qual é a ideia?
Não tem ideia nenhuma, é falta de educação mesmo, de respeito. Ignoramos o que é a civilização porque nunca tivemos uma, e quer saber mais? Lembrei de um texto anônimo tirado de uma pichação na França em maio de 1968 (o ano que não terminou, segundo o Zuenir Ventura) “estamos diante do inimigo e o inimigo somos nós.”
Nada mais verdadeiro... E patético, acrescento!

sábado, 2 de abril de 2011

Época: Dinheiro do Mensalão era público

A anatomia do valerioduto 
ÉPOCA obteve o relatório final da Polícia Federal sobre o caso do mensalão. Ele revela que o dinheiro usado por Marcos Valério veio dos cofres públicos e traz novas provas e acusações contra dezenas de políticos
Diego Escosteguy. Com Mariana Sanches, Murilo Ramos, Humberto Maia Junior, Danilo Thomaz, Marcelo Rocha, Andrei Meireles e Leonel Rocha
 
O OPERADOR
Marcos Valério, o artífice do mensalão, em 2007. Mais de cinco anos depois, a polícia concluiu a investigação sobre o maior escândalo de corrupção do governo Lula
reprodução/Revista Época

Era uma vez, numa terra não tão distante, um governo que resolveu botar o Congresso no bolso. Para levar a cabo a operação, recorreu à varinha de condão de um lobista muito especial, que detinha os contatos, os meios e o capital inicial para fazer o serviço. Em contrapartida, o lobista ganharia contratos nesse mesmo governo, de modo a cobrir as despesas necessárias à compra. Ganharia também acesso irrestrito aos poderosos gabinetes de seu cliente, de maneira a abrir novas perspectivas de negócios. Fechou-se o acordo – e assim se fez: o lobista distribuiu ao menos R$ 55 milhões a dezenas de parlamentares da base aliada do governo. O governo reinou feliz para sempre.
Mas somente por dois anos. Há seis anos, em junho de 2005, pela voz do vilão e ex-deputado Roberto Jefferson, a fantástica história do maior escândalo de corrupção já descoberto no país, conhecido como mensalão, veio a público. O governo quase ruiu. Seu líder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que “devia desculpas” ao país. Os dirigentes do PT, o partido responsável pelo negócio com o lobista, caíram um após o outro, abalroados pelas evidências de que, não, aquela não era uma história de ficção: era tudo verdade.
Sobrevieram as investigações de uma CPI (a última que chegou a funcionar efetivamente no país) e a enfática denúncia do procurador-geral da República, que qualificou o grupo como uma “organização criminosa”, liderada pelo primeiro-ministro informal desse governo, o petista José Dirceu. A realidade dos fatos abateu-se sobre as lideranças do partido. Tarso Genro, um deles, falou em refundar o partido. Lula pediu desculpas mais uma vez. O então deputado José Eduardo Cardozo reconheceu que houve mensalão, e que era preciso admitir os fatos.
Parecia que haveria um saudável processo de depuração ética em Brasília. Parecia. Os anos passaram, e a memória dos fatos esvaiu-se lentamente, carregada pelo esforço dos mesmos líderes petistas de reconfigurar o que acontecera através das lentes da má ficção. Dirceu começou a declarar que não houve compra de votos. Petistas disseram que o esquema não fazia sentido, uma vez que, como eram governistas, não precisariam receber dinheiro para votar com o governo – esquecendo que o valerioduto também contemplava o pagamento de campanhas políticas com dinheiro sujo. Delúbio Soares, o tesoureiro que coordenou os pagamentos, disse que tudo se tornaria piada de salão. Agora, obteve apoio para voltar ao partido, de onde fora expulso quando era conveniente a seus colegas. Por fim, quando estava prestes a terminar seu mandato, Lula avisou aos petistas: “O mensalão foi uma farsa. Vamos provar isso”.

Leia matéria completa. Beba na fonte.

Les Paul deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Época: Dinheiro do Mensalão era público": Não dá é pra jogar pra baixo do tapete. Fingir que não existiu. Nem tampouco pautar blog e blogueiro. Posta o que quiser e quando quiser.Fria, quentinha, justa ou alargadinha, a questão é: o silêncio obsequioso ajuda mais os safados. Les 

Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Época: Dinheiro do Mensalão era público": Se a simples lembrança do delito impedisse sua perpetração por outros, estaria tudo resolvido. Infelizmente, apenas torna a maracutaia cotidiana. E, ao que se vê, Colombo o nosso ínclito reformador da administração barriga-verde, proclamava cabide de emprego para as SDRs. Passados noventa dias de governo, continua o problema,agora, ligeiramente diferente: um dilema, com tantos cabos eleitorais. Só tem 36 vagas.
Assim, falando em mensalão e BBB, pode-se dobrar as secretarias, acomodando essa gente obreira e digna de atenção. E o povo, não vai reclamar.
Como escreveu o Olsen Jr, aí em cima: “estamos diante do inimigo e o inimigo somos nós.” 


LesPaul deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Época: Dinheiro do Mensalão era público": Caro Canga, temos o dever de SEMPRE REQUENTAR essa merda toda, para que não caia no esquecimento. Basta a banalização da safardagem praticada e pregada aos quatro ventos pelo Lulla. 

Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Época: Dinheiro do Mensalão era público": Prato requentado. Desde a denúncia tornou-se público que eram recursos de empresas públicas, via publicidade superfaturada. Até o diretor da gravata borboleta, o Henrique Pizzolato, colocoram prá cuidar do cofre do marketing do BB. Deitou e rolou. Depois, no Rio, comprou um apê em cash, aquele embrulhado em "papel de pão" e que o carregador não soube explicar. 
O MDB quando galgou o trono, 2 décadas depois de 64, político do Alto Vale do Itajaí declarou: chegou a nossa vez. E o PT, mais recente, com algumas exceções, fez o mesmo. Como o PSDB e os 40 amigos do FHC. A corrupção, no Brasil, é epidêmica. Quem sabe essas novas gerações que preferem livros à ecstasy, consigam drenar esse lodo, construindo algo de bom, digno de orgulho. 

Cangablog: Tens razão Augusto. É matéria requentada. O Hugo Marques da Isto É  já havia feito uma grande matéria sobre o assunto em fevereiro de 2010 com a chamada O roteiro final do mensalão



APOLÔNIO

Para Gerônimo Wanderley Machado

Por Emanuel Medeiros Vieira*


Apolônio de Carvalho – participante da Intentona Comunista de 1935, da Guerra Civil Espanhola, da Resistência Francesa e combatente ativo da guerrilha contra a ditadura militar

Brasileira – morreu no dia 23 de setembro de 2005, às 18h35.

Dele alguém disse: “Foi o retrato fiel do que melhor existiu no século XX”.
Teve esse enorme mérito num país de essa memória, no qual a maioria se doa tão pouco aos outros e às causas justas, e a palavras generosidade e compaixão parecem ter desaparecido, e onde quase sempre prevalecem os trambiques, as desilusões e a impunidade.
Mesmo correndo o perigo de cair na exaltação ou monumentalização de um ser, é difícil evitar a admiração funda para falar de um homem simples, quase um “santo laico”.

Nascido em Corumbá (Mato Grosso do Sul), em 9 de fevereiro de 1912, Apolônio era chamado pelo escritor Jorge Amado (1912-2001) de “herói de três pátrias”.

Iniciou sua militância política na década de 30, filiado ao PCB.
 Foi um dos fundadores do PT, sendo portador da ficha de filiação número 1. (Quando muitos brasileiros que enfrentaram a ditadura, nas ruas e sofreram nas masmorras do regime, foram vítimas da tortura, vivendo no exílio (externo ou interno), acreditavam que o novo partido fosse mudar as práticas política do Brasil.)
Apolônio entrou na Escola Militar de Realengo em 1930.
Forma-se em 1933. Em 1935, passa a integrar a ANL (Aliança Nacional Libertadora), frente antifascista presidida por Luís Carlos Prestes. Em novembro daquele ano, a aliança promove levantes contra Getúlio Vargas, em Natal, Recife e Rio de Janeiro, logo sufocados. Torna-se comunista na prisão, formalizando sua adesão ao PCB em junho de 1937, quando é libertado.
Viaja em junho para a Espanha, onde luta em defesa do governo republicano contra as forças fascistas de Francisco Franco na Guerra Civil Espanhola (1936-1939).
Após a derrota republicana, em 1942, engajou-se na Resistência Francesa contra a ocupação nazista.
Em dezembro de 1946, retorna ao Brasil com a família e se reintegra ao PCB.
Em 1947, passa a presidir a União da Juventude Comunista. Após o golpe militar de 1964, critica a direção do partido e é expulso. Funda o PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário) em abril de 1968, participando da luta armada contra o regime militar. Preso e torturado, em 1970 é banido para a Argélia em trocado embaixador alemão. Volta ao Brasil em outubro de 1979, após a anistia de agosto daquele ano.
Apolônio de Carvalho era uma alma simples, alegre e delicada, uma espécie de “distribuidor de esperanças”.
Eric Nepomuceno escreveu: “Mais que um cidadão o mundo, era um veterano da humanidade. Desses que se vão e deixam um vazio na história de todos nós.”

*Emanuel Medeiros Vieira, é escritor, nascido em Florianópolis, em 1945. Residiu durante 31 anos em Brasília. Desde maio de 2010, vive em Salvador.

Foi da AP (Ação Popular), militando ativamente contra a ditadura. Militar, sendo amigo de Luiz Travassos, de Roberto Motta, de Jarbas Benedet, de Adolfo Dias, de Marcos Cardoso Filho, de Alécio Verzola, de Alberto Albuquerque, de Chico Pinto e de outros combatentes da democracia, – que também já não se encontram entre nós.
Em 2010, Emanuel recebeu o Prêmio Internacional de Literatura pelo seu livro “Olhos Azuis – Ao Sul do Efêmero” (Thesaurus Editora/FAC, Brasília, 2009), concedido pela União Brasileira de Escritores – UBE, sendo contemplado com o “Prêmio Lúcio Cardoso”, concedido ao melhor romance – na avaliação da entidade –, publicado em 2009 no Brasil.

CUIDADO!!!!

Rolando na rede e-mail com dois sapatinhos vermelhos dançando. Não abra nenhum arquivo deste e-mail. Delete na hora. É o Kleneu66, um vírus extremamente acéptico. Limpa o seu HD em poucos minutos.
O bicho começou a rodar na rede ontem (1) e ainda não tem antídoto. 

Jose Henrique Orofino da Luz Fontes deixou um novo comentário sobre a sua postagem "CUIDADO!!!!":
Este é um falso aviso de vírus, dos mais antigos, ver no link http://www.quatrocantos.com/LENDAS/158_kleneu66.htm 

É bom!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Quem são as pessoas que vivem nesta cidade?

Fotos de Milton Ostetto. Veja mais aqui.

MP Moralidade Administrativa busca devolução de dinheiro público concedido para show privado em Balneário Camboriú

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ajuizou, nesta quarta-feira (30/3), Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa pedindo a devolução de R$ 160 mil concedidos irregularmente pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte para show privado do DJ internacional Fatboy Slim, em Balneário Camboriú, no Carnaval de 2006. Além da devolução, a ação requer a punição dos responsáveis pela destinação e dos beneficiados pelos recursos, com base na Lei de Improbidade Administrativa.
Segundo o Promotor de Justiça Aor Steffens Miranda, com atuação na área da moralidade administrativa na Comarca da Capital, conforme constatado pela Diretoria de Controle da Administração Estadual do Tribunal de Contas do Estado, a empresa Warung Promoções e Eventos apresentou projeto na Secretaria de Desenvolvimento Regional de Itajaí para receber recursos oriundos do Fundo Estadual de Incentivo ao Turismo (FUNTURISMO). O projeto previa um show aberto ao público "nas areias da Barra Sul" em Balneário Camboriú, sem cobrança de ingressos. Saiba mais. Beba na fonte.


Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "MP Moralidade Administrativa busca devolução de di...":

Caríssimo Canga...
Parabéns pelo seu blog, do qual sou leitor assíduo. Esse Knaesel, quando a gente pensa que já viu tudo, hein!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! dinheiro público para o fat boy slim???? pra bancar noite de carnaval em casa noturna??? vem cá, esse Castagnaro não é aquele amigo do Pavan, enrolado com a Polícia Federal??? e os catarinenses sofrendo em hospitais depredados, nossas crianças em escolas que nem puderam começar o ano. R$$$$ pra segurança, então, nem pensar né.......
Parabéns ao MP e ao TCE. parece que nem tudo está perdido....
abraços

Cangablog:  Caríssimo leitor anônimo (?), O Castagnaro é aquele que é sócio do Pavan e do narcotraficante Rueda Bustos preso pela PF. Já denunciei essa máfia até na capa da revista Isto É. Mas eles continuam aí lindos e faceiros. Comendo dinheiro público é claro! Leia matéria da Isto É aqui.

A rapaziada é essa aí! O da esquerda é o Castagnaro. O narcotrafiancante Rueda Bustos e o ínclito ex-governador Pavan

Pedro Du Bois deixou um novo comentário sobre a sua postagem "MP Moralidade Administrativa busca devolução de di...": Caro Jornalista, posso estar enganado, mas esse nome me parece ligado à campanha municipal, em 2004, de Itapema. Essa empresa - do nada - teria sido a maior contribuinte do candidato Clóvis da Rocha, depois cassado em virtude de outros (tantos) problemas legais. Na época, fiquei curioso, pois, pelo valor "lançado" pelo sr. Clóvis, e vistas as restrições legais (creio que pouco por cento do faturamento total no ano anterior), a mesma teria tido faturamento superior (em 2003) à 6 milhões de reais o que, creio, seria incompatível com seu "porte". Obviamente que ninguém foi atrás para verificar que tipo de "negócios" estariam incluídos em tais doações. E, não posso deixar de citar que posso estar errado em relação ao nome da empresa. Abraço, 

Deputada Angela Albino sofre acidente na 101

Deu no Visor
A deputada estadual Angela Albino (PC do B) acaba de sofrer um acidente na BR-101, próximo da ponte do Rio Tijucas. O carro em que ela estava, um vectra da Assembleia legislativa, foi jogado contra a mureta que divide as duas pistas da rodovia. Apesar do susto, sofreu apenas lesões leves e deve ir em seguida para fazer um exame no ombro.

Cangablog: Este blogueiro fica feliz em saber que a deputada nada sofreu. Acredito que Angela Albino tenha uma grande contribuição a dar para Santa Catarina na Assembléia Legislativa. 
Porém faço uma advertência: cuidado deputada Angela! Na Alesc a tendência é todo o mundo ficar mais ou menos igual, independente do partido. Veja que o carro da Alesc que a Sra. se acidentou já se atirou para o centro. Cuidado!

Canga,
Quanto ao acidente da Deputada Angela Albino, dois comentàrios:
1) Folgo em saber que a moça saiu ilesa.
2) Como Deputada que é, e circulando no trecho catarinense da 101, poderia desconfiar e engendrar esforços para acabar com essa concessão equivocada, irresponsável e que serve apenas para locupletar grupos estrangeiros que não investiram nada, NADA!, na rodovia. É caso de CPI e acção cibil púlica contra os dirigentes da agencia dos transportes poe negligência na fiscalização da concessão.
Vitor.
 

Tijoladas fura imprensa e noticia renúncia de Dario Berger

Dário Berger e João Batista – Prefeito e vice de Florianópolis renunciam – Coletiva às 10 h. no gabinete do ex-prefeito (*)

Não há mal que dure para sempre 

“Acabou o pesadelo”. Assim reagiou o presidente da Câmara Jaime Tonello agora a pouco. O vereador recebeu telefonema do próprio prefeito confirmando a renúncia.

O assunto já está nas redes sociais. Em vários bairros da cidade ouvem-se espocar de foguetes. Movimento Passe livre comemora. Todos estão convocados para grande festa no Koxixos. No decorrer do dia mais informações. acompanhe pelo twitter @tijoladas
Nota do blogueiro (Mosquito):
Apesar da renúncia, é necessário que o ex-prefeito seja julgado e condenado por seus crimes. Devolução de todo o dinheiro roubado da prefeitura é o mínimo que os florianopolitanos exigem.

Nelson Jvlle deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Tijoladas fura imprensa e noticia renúncia de Dari...": Ô Canga,
Caísse nessa tambem? Esse Mosquito é um gozador e um sacana. Primeiro nos deixa imensamente alegres com a notícia, pra depois a gente lembrar que é primeiro de abril....ô azar

 
Cangablog: Ô Nelson! Claro que sabia. Estávamos de camanga! E pegou!

Lengo D'Noronha deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Tijoladas fura imprensa e noticia renúncia de Dari...": Ô Canga! Não faz isso com a gente. Quase caí... 

Presidente de empresa americana mata elefante no Zimbábue e publica o vídeo na internet


O presidente da GoDaddy, uma das maiores empresas americanas de hospedagem de sites, postou na internet nesta quinta-feira um vídeo onde aparece matando um elefante no Zimbábue. Para assombro dos grupos de defesa dos animais, Bob Parson ainda afirmou que matar o animal teria sido "recompensante", pois o paquiderme em questão seria um "elefante-problema", que teria tido conflitos com fazendeiros da região.
Em seu blog pessoal, o presidente explicou suas atitudes: "Eu passo algumas semanas por ano no Zimbábue ajudando os fazendeiros a lidar com elefantes-problema. As pessoas do país têm muito pouco, muitos morrem de fome e alguns dos problemas que eles têm são causados por elefantes, que existem aos milhares e destroem boa parte de suas colheitas".
Apesar das explicações de que estaria fazendo algo para ajudar os moradores do Zimbábue, Parsons está sendo massacrado no Twitter, onde chegou aos trending topics, e em diversos blogs. Muitos ameaçam levar seus domínios de sites para outras empresas.

Leitor quer ação

Honoráveis bandidos
 Acabei de ler o livro de Palmério Dória, lançado em setembro de 2009. Fatos e situações escabrosas e estarrecedoras são narrados, em uma sucessão alucinante, sobre a trajetória de José Sarney e seus familiares.
 Como em obras similares, cabe sempre a dúvida se tudo será verdadeiro, mas no caso em foco, minha pergunta é: algo narrado é calunioso ?  Se afirmativa a resposta, a pergunta seguinte é, por que a poderosa família ainda não processou o autor e a editora do livro ?  
Um processo baseado em um único fato calunioso narrado significaria admitir a veracidade dos demais ?
 À semelhança do direito do consumidor, não caberia ao Ministério Público, invocando um ainda inexistente “direito do cidadão”, investigar, como se fosse necessário, as denúncias, processando o autor e a editora, como caluniadores, ou o alvo das denúncias, como autor
mafioso ?
 Como o livro está nas livrarias, qualquer autoridade do Ministério Público que tenha dele tomado conhecimento, estando perfeitamente identificado o autor das denúncias, se não promover a imediata apuração dos fatos incorrerá no crime de prevaricação definido no Código Civil, podendo ser multado e preso.
 Simplesmente esquecer, fazer de conta que não aconteceu, não resolve nada.  Na minha modesta opinião, uma ação se faz necessária.
Luiz Fernando Jacintho Maia