terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cacau e o Mosquito

Do colunista Cacau Menzes em sua nota de retorno à labuta:

(...) Agora estou de volta a terra de Cacau. E das mulheres mais lindas do mundo. E do povo mais querido do Brasil. E não se discute mais isso. Tô chegando com boas e más notícias,  mortes da Juci Epíndola, aquela senhora que fechou um restaurante no centro de Floripa e fez uma grande festa de 80 anos e que Cacau mostrou no Jornal do Almoço. Agora que morreu, posso dizer: ela sabia que ia morrer em pouco tempo e por isso fez sua última festa, a festa de despedida. Morreu também o Mosquito que últimamente não estava levando mais ninguém para cumpradre, atirando para todos os lados. Foi meu amigo, reconheço sua importância e quando passei a ser um de seus alvos, falando o que queria de mim, ganharia todos os processos que movesse contra ele. Mas não fui por este caminho. Respeitei seu direito de indignar-se. Foi militante, participou dos principais atos e movimentos e, na real, dizia muita coisa que a grande mídia não tem coragem, por razões obvias. Mídia e política estão cada vez mais juntos no que eles querem. Com suas crises nervosas, conseguiu atrair um número grandioso de seguidores. Mas já estava passando do ponto. Parece que sabia que ia e resolveu se despedir a sua maneira, com artilharia. Já que vou morrer, vou levar uma 50  comigo, devia imaginar.  (...)

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