
Começaram com uma concessionária da GM, em São José, chamada de TRIRRADIAL, de propriedade de Eduardo Pinho Moreira e outros. Tomaram dinheiro no BESC e não pagaram.
O valor do estouro, atualizado, está no TJSC.
Depois, aceitaram a oferta da Mon Real, que pode ser Montreal no Canadá ou Mont Real na França. Aqui é Mon Real mesmo, coisa de amador. Levaram R$ 51 milhões de reais da Celesc para cobrar contas atrasadas. Uma medida inócua, pois todos sabem que para cobrar taxas de luz e água, basta cortar o fornecimento que o interessado vai correndo ao caixa. Mas, era preciso roubar mais algum dinheiro do contribuinte para comprar uma casa nova, trocar de carro, encaminhar os filhos, enfim enriquecer.
Diz o DC na edição deste Domingo que a drenagem começa em 2005 com Miguel Ximenes e continua em 2007 com Eduardo Pinho Moreira, ambos do PMDB do sul, presidentes da Celesc e, podemos concluir, beneficiários. Ou otários. Não há uma terceira hipótese.
Estamos assim: Sendo roubados por todos os lados, agora até pela energia da luz...
Augusto J. Hoffmann deixou um novo comentário sobre a sua postagem "A brincadeira das letras": Não dispomos de nenhuma ferramenta tão eficaz para edificar a democracia e a formação da opinião pública como o jornalismo. O melhor desifentante, como a luz do sol. Os subterrâneos da corrupção, seus operadores, criaturas das sombras, não resistem. Somente uma questão de tempo. Viva a internet e blogosfera. Valeu Rubim.
Não dispomos de nenhuma ferramenta tão eficaz para edificar a democracia e a formação da opinião pública como o jornalismo. O melhor desifentante, como a luz do sol. Os subterrâneos da corrupção, seus operadores, criaturas das sombras, não resistem. Somente uma questão de tempo. Viva a internet e blogosfera. Valeu Rubim.
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