segunda-feira, 20 de agosto de 2012

URGENTE - URGENTE - URGENTE

William Ear Long 
(Direto do plenário do TCE assiste e narra a sessão que julga o caso Bocelli - Cavallazzi - Árvore de Natal).

    Caros leitores eu estou estupefato. É uma discussão inócua. Não houve o show do tenor italiano Andréa Bocelli. Fui conferir nas estações de TV. Não há registro algum.
   A árvore de Natal não tem a medida anunciada. Houve pagamento antecipado por coisa não havida. Alguém levou dinheiro público sem fazer nada.
   No plenário, duas pérolas. Uma do conselheiro Tião Bota Mão: Pela leitura dos autos observa-se certidão que certifica o que queremos certificar: o show existiu em algum lugar do mundo e poderia ter sido retransmitido, via TV, aqui na Capital.
   Neste momento, outro conselheiro, João Botija Cheia declarou: Houve show, só não viu quem não quis... Não compete ao poder público obrigar as pessoas a verem as coisas.
   Elas, as coisas, existem. Quem quiser vê-las, que as veja...
   O terceiro conselheiro, Pedro Bolso Largo, então finalizou: Isto é coisa de italiano. Bocelli, Cavallazzi é tutti ladri!
   Aí o quarto conselheiro, Zéca do Cofre, disse: Negativo. O então governador LHS não é italiano. Pode ser ladri, ma italiani non!

Um comentário:

pequeno gafanhoto de quarai disse...

POXA CANGA, NÃO SEI SE DOU RISADA, SE FICO INDIGNADO OU SE CHORO....SÉRIO MESMO...