
O embargo, interposto pelo ICMBio, órgão do governo federal, atingiu não só as operações diárias de um bate-estaca, como também as obras no entorno e a dragagem. Ou seja, o embargo parou o porto e a partir deste fato começou a dar prejuízo. Segundo o administrador do porto, Jeziel Pamato de Souza, o levantamento do embargo é possível através do diálogo, mas tem que acontecer em curtíssimo espaço de tempo para que 400 empregos diretos e mais de R$100 milhões já investidos não sejam colocados no lixo. Além disso, o valor para uma futura retomada das obras pode alcançar cifra três vezes maior do que a que já foi ali investida.
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