quarta-feira, 23 de maio de 2012

Diretor da Celesc negligencia segurança


Na semana passada, o então chefe da Divisão Técnica Comercial da ARFLO, em mais uma de suas peripécias espetaculares, decide esbanjar proatividade, enviando para os Setores Técnico e de Construção o memorando 50-2012 que, de forma resumida, permite aos trabalhadores das empresas Oi Telecom e RM Telecom, continuarem provisoriamente descumprindo as NR-10 e NR-35, referentes ao trabalho em altura e trabalhos em eletricidade.   

    Desde a antiguidade, segundo Aristóteles  “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito”. Partindo desta premissa, nossos atos refletem diretamente nossos comprometimentos, sejam eles sociais, políticos, filosóficos, e ainda a nossa pirâmide de valores, (ou mesmo o topo dela), como propunha a teoria da motivação de Maslow.
    Para Marques (2009)… “Os hábitos humanos determinam a excelência ou a baixa qualidade de tudo o que fazemos no dia-a-dia, seja no trabalho, na família ou na convivência com a sociedade”. Dessa forma, um ato proativo pode ser entendido como um estímulo consciente baseado em valores, previamente concebidos.
    Na semana passada, o então chefe da Divisão Técnica Comercial da ARFLO, em mais uma de suas peripécias espetaculares, decide esbanjar proatividade, enviando para os Setores Técnico e de Construção o memorando 50-2012 que, de forma resumida, permite aos trabalhadores das empresas Oi Telecom e RM Telecom, continuarem provisoriamente descumprindo as NR-10 e NR-35, referentes ao trabalho em altura e trabalhos em eletricidade. E ainda, orienta aos fiscais a chamada “vista grossa” quanto as irregularidades que vêm sendo cometidas pelas empresas já a algum tempo. Leia matéria completa. Beba na fonte.
   

2 comentários:

Anônimo disse...

Negligênciar e/ou refutar as normas de segurança do trabalho é tônica nas empresas, muito embora documentalmente pareçam cumprí-las. Não bastasse a inépcia na fiscalização, os gerentes fazem vistas grossas e recomendam o mesmo procedimentos aos subalternos de forma disseminada, mas o pior mesmo é documentar tal deslize, o que atesta o total desprezo à segurança dos trabalhadores. Azar do proletariado, em pleno Século XXI. Quem diria... ainda mais num governo de um tal Partido dos Trabalhadores ou outros que os apóia.

Anônimo disse...

E o Conselho Regional de Engenharia vai se pronunciar???