14 Junho 2008
O livro bomba na íntegra

Caros leitores, finalmente consegui digitalizar e importar o livro A Descentralização no Banco dos Réus para o blog. Foi uma mão-de-obra danada, mas faço qualquer coisa para manter os leitores informados. Na primeira tentativa coloquei partes do livro com uma má resolução que acabava dificultando a leitura. Recebi muitos e-mails reclamando e perguntando quando colocaria o livro, legível, e na íntegra. Pois agora está tudo aí a sua disposição. A leitura do livro é um passeio pelos porões da política praticada pelo PMDB e capitaneada pelo seu "líder" Luiz Henrique da Silveira. A catrefa que o cerca não fica por baixo, são todos profissionais. Veja, leitor como é fácil desviar dinheiro público para fazer política e enganar a justiça eleitoral com propaganda ilegal. O livro é uma maravilha com nome e sobrenome de todos os que fazem parte da "tiurma" de honrados do governo. Clique à esquerda, na capa do livro, e descubra o submundo da política do governador Luiz Henrique. Delicie-se.
O livro Bomba e as armações do governo

O jornal A Gazeta de Joinville vem com matéria completa sobre as denúncias de corrupções e as pirotecnias dos aspones do governador para livrar a cara do governo. Entrevista com o advogado de Nei Silva, Ricardo Galotti, esclarece muita coisa sobre a "armação" do governo e do empresário Armando Hess que resultou na prisão de Nei Silva autor do livro A Descentralização no Banco dos Réus.
"Para o advogado Ricardo Gallotti, a prisão do dono da revista Metrópole, Ivonei da Silva, foi pura armação. Nei Silva foi chamado para receber o pagamento de uma dívida e foi preso em flagrante, no dia 2 de junho no Hotel Cambirela, em Florianópolis. Ele teria sido flagrado quando recebia R$ 40 mil do ex-secretário de Planejamento e atual presidente da Renaux View, Armando Hess de Souza, que agia como interlocutor do governo. Até então, o ex-secretário de Luiz Henrique dizia que não havia negócio algum com Nei Silva. Mas, nesta semana, Hess admitiu ter contratado a revista. O inquérito da prisão está nas mãos do delegado da Deic Renato Hendges.
O advogado Ricardo Galotti admite que não havia contrato formal pela prestação de serviço,mas insistiu que seu cliente tem como provar o negócio com comprovantes de pagamentos feitos pelo governo e gravações telefônicas em que seu cliente acerta detalhes de como faria para receber os cerca de R$ 500 mil do contrato. Foi pago cerca de R$ 150 mil, dinheiro tirado de empresas do governo, como Badesc, prefeituras e empresários afinados com o governador.
Nei Silva foi contratado antes das eleições de 2006 para colocar sua revista, a Metrópole, a disposição da máquina eleitoral de Luiz Henrique. Mas, tão logo saiu o resultado das urnas, Nei Silva reclama que ficou na mão e sua empresa acabou falindo quando o TRE lhe aplicou duas multas por suposta propaganda eleitoral em favor de LHS. E foi nesta oportunidade que Nei Silva escreveu o livro contando os bastidores das negociações com o governo, tudo devidamente gravado". Veja matéria completa na Gazeta. Beba na fonte.
13 Junho 2008
Max Gonçalves acusado de lavagem de dinheiro
Os socialites de Florianópolis estão "migrando" das colunas sociais para as policiais. Em todas as áreas, (empresarial, política judicial etc) o que se vê são "honrados" transformados em "elementos". Já tivemos o escândalo da "Moeda Verde" que colocou vários "honoráveis" em cana dura, tendo como destaque o empresário Fernando Marcondes de Matos, dono do Costão do Santinho. Recentemente o livro A Descentralização no Banco Réus denunciou políticos, empresários e figuras "de proa" da nossa sociedade como envolvidos em falcatruas que envolvem dinheiro público. Agora surge o nome o mega-empresário Max Gonçalves, da Fenasoft, habirué das colunas sociais migrando diretamente para as colunas policiais. O crime de que é acusado e denunciado pelo ministério Público Federal é de sonegação de impostos. Mixaria, coisa de R$ 5 milhões. além de sonegação o "socialite" Max é acusados de ter escondido dinheiro no exterior, lavado grana e feito "matufias" com terrenos na Lagoa da Conceição. Bem, a grande imprensa e os colunistas sociais, é claro, silenciam sobre isso. Leia a ação do MPF:Crime / Florianópolis
MPF/SC propõe ação penal contra presidente da Fenasoft
O Ministério Público Federal em Santa Catarina propôs ação penal contra o empresário Maximiano Augusto Gonçalves Filho, conhecido como Max Gonçalves, e contra Rui José Arruda Campos. Os réus foram denunciados pela Procuradoria de Combate ao Crime Organizado (PECCO).
A ação penal se originou por meio de uma fiscalização da Receita Federal, que apurou que Max Gonçalves, então sócio-gerente e presidente da empresa Fenasoft Feiras Comerciais Ltda (hoje Intervirtual Internet e Eventos Ltda), além de omitir receitas do Fisco, contabilizou despesas inexistentes junto a diversas empresas. Outra acusação é de que o empresário apresentou à Receita Federal “caixa” fictício, com lançamentos que ocultavam a real movimentação dos recursos.Leia a matéria completa no site do MPF. Beba na fonte.
Pense a cidade. Planeje seu bairro
O Núcleo Distrital da Planície do Campeche está convidando os moradores da região para o Encontro Regional do Sul da Ilha, que reúne os distritos do Ribeirão da Ilha, Pântano do Sul e Campeche, neste sábado, 14 de junho. O encontro que discutirá problemas ambientais e de estruturais da região será às 13:30 horas na sede da Associação Atlética BESC, no Campeche, na Av. Campeche, 2216. 12 Junho 2008
Bandido pode ser candidato
11 Junho 2008
O andar de baixo pagou a farra da Varig
Governo mantém título de filantrópica suspeita
Obs.: a nota acima é do site Congresso em Foco, publicado hoje (11/06/2008). O registro vale pela lembrança de que esse mesmo governo não tem igual deferência com a Associação Brasileira de Imprensa, que teve cassado seu registro de entidade assistencial. O contraste é maior, ainda, considerando os serviços prestados pela ABI à democracia e ao país, mesmo enfrentando atentados à bomba, prisões e perseguições de seus dirigentes; enquanto a Ulbra é uma escola privada voltada para o lucro.
10 Junho 2008
Justiça mantém prisão do casal Nardoni
Armando Hess confessa o que o governo nega
"O ex-secretário de Estado do Planejamento Armando Hess de Souza falou pela primeira vez depois de ter auxiliado a polícia na prisão em flagrante do empresário Nei Silva, dono da revista Metrópole, acusado pela polícia de tentar extorquir integrantes do governo do Estado para não divulgar um livro com supostas denúncias". Beba na fonte.
Juri que julgou Pimenta Neves pode ser anulado

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu, no dia 15/05, parecer do Ministério Público Federal pedindo a anulação do júri que condenou Antonio Marcos Pimenta Neves, ex-diretor de redação do Estado de S. Paulo, a 18 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ex-namorada de Pimenta e repórter do jornal. Pimenta Neves é réu confesso do crime que completará oito anos no dia 20/08. Beba na fonte.
09 Junho 2008
Código de Ética salva Juarez Silveira
Diz a Resolução [art. 17]:- Ficam impedidos de votar os parlamentares representados e a Mesa, quando representante do processo, bem como aqueles envolvidos diretamente no ato. No caso do Juju, a Mesa assinou a representação contra o vereador e seus membros votaram no processo de cassação. Só por isso a Justiça devolverá o mandato ao Juju. Matéria completa no blog a política como ela é
Procura-se
Causando preocupação nos meios políticos da Capital o misterioso desaparecimento do empresário Harmando Hess. Desde a prisão do radialista Nei Silva, que publicou o livro A Descentralização no Banco dos Réus, onde relata e apresentas provas de corrupção do governo Luiz Henrique, Armando, que participou da prisão no teatro de operações do Deic, desapareceu. Muito estranho! Muito estranho!LHS joga Mariani no vinagre
Já se comenta nos meus políticos que o secretário Mauro Mariani fez um mau negócio ao deixar a Assembléia Legislativa e cair no canto da sereia do governador Luiz Henrique da Silveira para ser candidato a prefeito de Joinville. Mariani ganho a Secretaria de Transporte e Obras, que não é fraca, mas aos poucos está sendo enfraquecido politicamente. O caso mais recente foi a sua derrota na indicação do presidente do Deter, que é subordinado à sua secretaria. Com a saída de Luiz Carlos Tamanini da presidência, o Deter ficou acéfalo por uns dias. Mariani rapidamente procurou um nome e submeteu a aprovação da bancada do PMDB. O nome foi aprovado por ampla maioria com apenas um voto contra, o do deputado Manoel Mota. Pois não é que o presidente indicado para o Deter foi Neri Garcia, ex-diretor administrativo do Deter e ex-prefeito de Araranguá região de Manoel Mota que almeja a prefeitura de Içara. Ou o governador abandonou Mariani, que amarga as últimas colocações nas pesquisas para prefeito de Joinville, ou o Manoel Mota está podendo muito.
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